alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

14.12.21

 

Pavlovax

 

Pfizer confirma 90% de eficácia do Paxlovid, o novo medicamento contra a covid-19

Etiquetas: ,


11.12.21

 

Estratégia estratificada

Faixa dos cinco aos 11 anos representa 40% dos casos em idade pediátrica

... “o grupo etário dos zero aos nove anos é o mais atingido nos casos de infecção” em Portugal “e a faixa dos cinco aos 11 anos representa 40% dos casos em idade pediátrica”. Daí “a necessidade de protegermos esta faixa etária”.

     

0-4A

5 a 9

10 a 14

15 a 19

436.118

450.275

503.414

540.882

 Pordata

A faixa dos 5 aos 11 anos representa 38% da idade pediátrica (0-<18A); qual a taxa de pesquisa (testagem) em cada grupo etário?

Num leito aurífero dum rio, quanto mais garimpo mais pepitas. No garimpo seguem aquele filão; aqui seguem a faixa etária. 

* Há dois dias, a taxa de positividade dos rastreios (testes) foi de 3,1%; qual terá sido a taxa por estrato etário? 

Etiquetas: , , ,


27.8.21

 

Negacionistas

 


“Um dos efeitos que sistematicamente têm sido apresentados pelas pessoas a quem foi ministrada alguma das referidas substâncias é a atracção magnética de metais à zona dos braços”, na zona da injecção.


 

Etiquetas: , , ,


7.5.21

 

Levantamento patente das vacinas

 


Etiquetas: , ,


4.5.21

 

Pandemia, vacina, óbitos

 

O objectivo dito de salvar vidas; melhor, de evitar a perda de anos de vida.

Seguramente, evitar sofrimento.

Etiquetas: , ,


25.3.21

 

A história da minha ida à vacina de C 2019


Numa bela manhã de sol, muitos velhos em três filas aguardavam a sua vez como se fora dia de eleições. 

Ou a partida para um cruzeiro de terceira idade, o pavilhão como o navio atracado. 

Como éramos todos velhos e muitos muito gastos com as mazelas inerentes, a cena recordou-me o auto:

 - À barca, à barca, houlá! que temos gentil maré!

Tudo estava bem organizado para a partida; como nos íamos vacinar ninguém respeitava o distanciamento mas todos tinham máscara, o que acentuava a surdez anciã pelo que não percebi bem a pergunta do jovem que preenchia o questionário: Sabe escrever?                                        Vacinados (muito bem) esperámos meia hora numa sala vazia e silenciosa.

- À barca, à barca, mortais…

Os velhos são os primeiros a ser vacinados por terem sido os que morriam mais (muitos dos quais em lares) e era urgente “salvar vidas”.

Ignoraram-nos mas nem agora é a nós que dão prioridade mas à nossa sobrevida por razões epidemiológicas ou de má consciência.      Agora procuram que os velhos sobrevivam muito mais tempo nos seus lares. Com um certificado de imunidade vitalícia para que, vacinados, não vão contaminar o outro mundo.

“Não queremos que os nossos velhos vão encher o Céu de coronavírus”.

Vacinam-nos como embalsamavam os faraós para que continuassem a viver no além como cá viviam.

Etiquetas: , , ,


15.3.21

 

Átmos sem moléculas

 

De que me (>80A) vale a vacina se me faltar quem (69-79A) me tem acompanhado?

Etiquetas: , ,


5.3.21

 

Imunidade de grupo altruísta

 As vacinas como cascas de nós

Dado o atraso no fornecimento, 90% das vacinas disponíveis destinam-se agora a “salvar vidas” da pessoas com 80 ou mais anos e das com mais de 50 anos com doenças de maior risco para a covid-19 e apenas 10% a “ir reforçando a resiliência do Estado em período de pandemia”.

Não sei se ouviram a opinião dos alvos desta distinção. Imagino um casal de velhos a comentar este critério: Ela tem quase 80 anos e ele, achacado, mais de 80, pelo que depende muito dela. Irão ao Centro de Saúde quando couber a vez ao marido mas só ele será vacinado; que lhe acontecerá se ela adoecer?

Ele sobreviverá mas com que qualidade de vida? Terá dado consentimento, informado deste risco? Poderá ceder o lugar à mulher? Não seria lógico vacinar também a mulher?

Outro casal, com semelhante diferença etária mas em que é a mulher que está doente, conversa sobre os critérios de prioridade da vacina. O marido pergunta quem ela escolheria para vacinar lá em casa havendo uma só dose disponível.                      - Tu, respondeu, generosa mas sensata. Depois, matutaram e escolheram a empregada. E não estavam a ser altruístas; de que lhes serve sobreviver se lhes faltar quem os ajuda?

Há 42000 idosos que vivem isolados ou sós; a GNR visita-os regularmente – são os únicos contactos que têm. Pela nova directiva, estes idosos serão vacinados antes dos guardas; ao saber disso pensou o velho: Estou pr’aqui sozinho, o bicho não vem ter comigo; a vacina seria mais bem empregada nestes amigos, as únicas visitas que vou tendo. De que me serve sobreviver vacinado se me faltar quem me visite?        Se cada um destes guardas visitar 30 idosos e for vacinado, uma vacina protegê-los-á a todos – activa ou passivamente; também a família ficará em menor risco. Depois lhes chegará a vez.   

 Quando as vacinas são escassas há que tirar o máximo benefício de cada uma.            

Os “doentes de maior risco para a covid-19 com mais de 50 anos” também se interrogam: de que me serve sobreviver se me faltar quem me ajuda? Não me importaria de partilhar a vacina com ela/ele quando chegar a minha vez…                                       

Para uma imunidade de grupo altruísta.

Depois de vacinados os médicos / enfermeiras e participantes das unidades Covid e dos lares (utentes e funcionários) creio que estes velhos e doentes dariam prioridade aos seus cuidadores (informais e formais). Por cada um que se imunizasse proteger-se-iam muitos cujos apoios (e única fonte de contágio) são estes.

Estranho que as normas internacionais privilegiem a sobrevida de indivíduos isolados (maiores de 80 anos) em detrimento das “famílias com velhos >80A”. Propõe-se que “a prioridade terá de ser conferida à vacinação dos grupos mais em risco e daqueles que os podem proteger”. Na doença e na saúde, – também as famílias e os cuidadores.    

A noz não sobrevive sem a casca; nós, velhos ou doentes, também não.

 É por isso que é do interesse dos europeus partilhar vacinas com os africanos para evitar uma vaga boomerang de que o fluxo de emigrantes clandestinos é o modelo.

Let’s show enlightened self-interest and altruism and immediately commit to sharing vaccines equitably around the (old) world.


Etiquetas: , , ,


24.2.21

 

Modelo de equidade


“Dez países administraram mais de 75% de todas as vacinas contra a covid-19. Guterres, The Guardian.

Ao mesmo tempo, mais de 130 países não receberam uma única dose".


* A soma das populações da China, India, UE, USA, Canadá, Brasil, Rússia e Japão é 60% da população mundial.
Um modelo de equidade.

Etiquetas: , ,


21.2.21

 

Sobreviver só?

 

O coordenador do plano nacional de vacinação contra a covid-19 informou que 90% das vacinas disponíveis destinam-se agora a “salvar vidas” a pessoas com 80 ou mais anos e às com mais de 50 anos com doenças de maior risco para a covid-19 e apenas 10% a “ir reforçando a resiliência do Estado em período de pandemia”.

* Sustida a violenta investida inimiga, o chefe da caravana atacada, condoído, distribuiu as escassas couraças que havia pelos mais frágeis, que haviam ficado com as crianças.

O último guerreiro e o último atacante morreram no último combate; os velhos e as crianças sobreviveram mas ficaram sós.

Etiquetas: , ,


15.2.21

 

Velocidade de vacinação Covid

 
Países escolhidos

Etiquetas: ,


22.1.21

 

Vacina constitucional


 "A Constituição é a melhor vacina contra quem quer subvertê-la."

Etiquetas: ,


19.1.21

 

Sociobiologia epidémica


Curioso contraste epidémico: nesta época de tremenda incidência de infecção pelo SARS-Cov2 a afluência ao Serviço de Urgência do Hospital Pediátrico de Coimbra tem sido metade da habitual e as Unidades de Internamento de Curta Duração (SO) estão também pouco lotadas quando nos invernos anteriores estavam a abarrotar com casos de bronquiolite e de crise asmática, agora raros.

Dado ser improvável uma competição entre coronavírus e outros vírus respiratórios, esta anomalia será explicada pelo uso de máscaras; como as crianças as não usam, tal deve ser um feliz efeito secundário das máscaras que os pais e cuidadores usam para protecção do Covid-19. A epidemia sazonal de bronquiolite foi debelada pela neutralização dos vectores.

Foi também assim que se erradicou a malária ou paludismo (dos pauis). O plasmodium não vagueava pelo ar (não era um miasma -mal ária) mas o seu vector sim. Tal como os perdigotos que veiculam o Covid-19. Erradicado o vector, extinguiu-se o mal.

Por isso, Merckel talvez não tenha razão; a malária parafactual (conspirativa, fake-news) exigirá drenar os charcos electrónicos que as propagam. A liberdade dos mosquitos tem limites.

P.S. Corrijo - Merkel tem razão ao restringir a decisão de drenar os charcos ao poder público.

Da mesma forma, a erradicação da pandemia do consumo não pode ignorar os vectores do vício – a publicidade enganadora que também usa máscara para atingir os seus fins - os anúncios apetitosos com que embrulham a veniaga supérflua.

Curiosamente as vacinas contra o Covid-19 também têm um vector – não falo da seringa –; vêm envolvidas (mascaradas) de um veículo atraente – uma gota de gordura ou um vírus inócuo.

Etiquetas: , , , , ,


7.1.21

 

A ministra, a vacina e as opiniões

 O velho, o rapaz e o burro

O mundo ralha de tudo,

tenha ou não tenha razão:
Quero contar um história.
em prova desta asserção.

Descia um velho campónio
do seu monte ao povoado ;
levava um neto que tinha,
no seu burrinho montado.
…
Curvo Semedo

O que aconteceria se quem decide não tivesse lido fábulas.

A ministra, a vacina e as opiniões
 
O mundo ralha de tudo,                  

tenha ou não tenha razão :
Quero contar um história
em prova desta asserção.
 
Geria uma jovem ministra
a vacina tão esperada;
as prioridades escolhidas
por gente especializada.
 
Mas lê o que nas redes dizem:
- Olha como ela lidera!
Vacina o médico que é forte,
E o velho trôpego, à espera!
 
- Tapemos a boca ao mundo.
Diz logo ao Dr. Maltez
Cede o teu lugar ao velho,
e fica à espera de vez.
 
Troca-se, mas ouve dizer:
-  Que prioridade tão bera !
O velhote já vacinado,
e quem cuida dele à espera!
 
- Eu acedo, diz prudente
a ministra - faça-se assim:
vá a vacina pra outros,
e fiquem ambos pró fim.
 
Dito e feito, outros lhe dizem:
- Não querem ser os primeiros !
Terão medo da vacina 
com efeitos tão ligeiros?
…
A ministra pára e exclama:
- Do que observo me confundo ;
por mais que a gente se rale,
nunca tapa a boca ao mundo.
 
Mantém-se a norma primeira!
Sirvam-nos estas lições:
É mais tolo quem quer dar
aos tolos satisfações.
 
Torto Semedo 

Etiquetas: , , ,


16.12.20

 

Males que vêm por bem

.................................................................................................................. .Má notícia Apenas 61% dos portugueses se declaram disponíveis para tomar a vacina assim que possível .............................................................................................................................. .“Má notícia” atrasa vacinação: Pfizer vai reduzir em 20% quantidade de doses no primeiro trimestre. ....................................................................................................................... Resultado- Vai chegar vacina a todos os que a aceitarem

Etiquetas: ,


30.11.20

 

Por ordem nas vacinas

Monsieur le Président

Je vous fais une lettre
Que vous lirez peut-être

Si vous avez le temps
.

De que me serve sobreviver se me faltar quem me ajuda?

Um velho 
qui veut pas mourir seul.

C'est pas pour vous fâcher
Il faut que je vous dise
Évitez les sottises
on a déjá assez.

Etiquetas: , , ,


23.10.09

 
O receio das vacinas

Maioria dos enfermeiros que trabalham na Linha Saúde 24 rejeita vacina.
Há muitos profissionais que não estão decididos a vacinar-se por
receio dos eventuais efeitos secundários da vacina.... perturbações neurológicas e alterações do sistema nervoso.

*O receio dos efeitos secundários das vacinas é recorrente tanto no público como entre os médicos. A vacina é um proceso que contradiz um paradigma médico com milhares de anos – procura-se o médico quando nos sentimos doentes na expectativa de melhorar; custa a aceitar uma vacina que se toma quando se está de saúde e que pode causar algum mal-estar. Daí o receio e a recusa:
Nos anos 90 foi a alegada associação da vacina contra o sarampo - VASPR (MMR) com o autismo que levou à recusa da vacina, cujo risco se não provou.
Nos anos 70 foi o receio da associação da vacina contra a tosse convulsa com uma grave forma de epilepsia nos lactentes que levou à recusa da vacina DTP com a consequente eclosão de epidemias de tosse convulsa; também aqui o risco se não provou.
Tal como agora, receavam-se perturbações neurológicas e alterações do sistema nervoso.
Pior foi o que aconteceu nas primeiras campanhas de vacinação contra a varíola; como o vírus da vacina era oriundo da vaca, propagou-se o receio de ver crescer cascos ou cornos nos vacinados.
Também agora se argumenta que a nova vacina ainda não foi suficientemente testada.

Etiquetas:


Archives

12/2004   01/2005   02/2005   03/2005   04/2005   05/2005   06/2005   07/2005   08/2005   09/2005   10/2005   11/2005   12/2005   01/2006   02/2006   03/2006   04/2006   05/2006   06/2006   07/2006   08/2006   09/2006   10/2006   11/2006   12/2006   01/2007   02/2007   03/2007   04/2007   05/2007   06/2007   07/2007   08/2007   09/2007   10/2007   11/2007   12/2007   01/2008   02/2008   03/2008   04/2008   05/2008   06/2008   07/2008   08/2008   09/2008   10/2008   11/2008   12/2008   01/2009   02/2009   03/2009   04/2009   05/2009   06/2009   07/2009   08/2009   09/2009   10/2009   11/2009   12/2009   01/2010   02/2010   03/2010   04/2010   05/2010   06/2010   07/2010   08/2010   09/2010   10/2010   11/2010   12/2010   01/2011   02/2011   03/2011   04/2011   05/2011   06/2011   07/2011   08/2011   09/2011   10/2011   11/2011   12/2011   01/2012   02/2012   03/2012   04/2012   05/2012   06/2012   07/2012   08/2012   09/2012   10/2012   11/2012   12/2012   01/2013   02/2013   03/2013   04/2013   05/2013   06/2013   07/2013   08/2013   09/2013   10/2013   11/2013   12/2013   01/2014   02/2014   03/2014   04/2014   05/2014   06/2014   07/2014   08/2014   09/2014   10/2014   11/2014   12/2014   01/2015   02/2015   03/2015   04/2015   05/2015   06/2015   07/2015   08/2015   09/2015   10/2015   11/2015   12/2015   01/2016   02/2016   03/2016   04/2016   05/2016   06/2016   07/2016   08/2016   09/2016   10/2016   11/2016   12/2016   01/2017   02/2017   03/2017   04/2017   05/2017   06/2017   07/2017   08/2017   09/2017   10/2017   11/2017   12/2017   01/2018   02/2018   03/2018   04/2018   05/2018   06/2018   07/2018   08/2018   09/2018   10/2018   11/2018   12/2018   01/2019   02/2019   03/2019   04/2019   05/2019   06/2019   07/2019   08/2019   09/2019   10/2019   11/2019   12/2019   01/2020   02/2020   03/2020   04/2020   05/2020   06/2020   07/2020   08/2020   09/2020   10/2020   11/2020   12/2020   01/2021   02/2021   03/2021   04/2021   05/2021   06/2021   07/2021   08/2021   09/2021   10/2021   11/2021   12/2021   01/2022   02/2022   03/2022   04/2022   05/2022   06/2022   07/2022   08/2022   09/2022   10/2022   11/2022   12/2022   01/2023   02/2023   03/2023   04/2023   05/2023   06/2023   07/2023   08/2023   09/2023   10/2023   11/2023   12/2023   01/2024   02/2024   03/2024   04/2024   05/2024   06/2024   07/2024   08/2024   09/2024   10/2024   11/2024   12/2024   01/2025   02/2025   03/2025   04/2025   05/2025   06/2025   07/2025   08/2025   09/2025   10/2025   11/2025   12/2025   01/2026   02/2026   03/2026   04/2026   05/2026   06/2026   07/2026   08/2026   09/2026  

This page is powered by Blogger. Isn't yours?

Site Meter