alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

28.2.10

 
Mensagem aos jornalistas na Comissão de Ética
.
Antigamente, se após ser espancada por um colega de escola uma criança fazia queixinhas aos mais velhos, essa criança era tecnicamente mariconça. Felizmente, na maioria das vezes a queixa resultava em espancamento em casa (por não se ter defendido), depois em novo espancamento na escola (por se ter queixado) e por aí fora, numa espiral de violência pedagógica que iniciava o petiz nas agruras da vida. Essa fase formativa deixou de existir. Hoje, a criança agredida é uma pobre vítima de bullying e, ao invés de uma lição, suscita alarme e mimos. Não admira que, legitimada na sua mariquice, nunca chegue a crescer excepto no tamanho e atinja a idade adulta tão indefesa quanto no dia em que levou o tabefe inaugural do rufia da turma. Alberto Gonçalves

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Ensino especial

1. Pais e docentes reclamam mais apoios para ensino especial.
2. Cada vez mais homens têm aulas para aprender a ser pais.

Não são só as grávidas que se preparam para o nascimento do filho; os futuros pais aprendem a mudar fraldas ou a limpar os ouvidos.
* Para ensinar a limpar ouvidos sãos não há recursos para ajudar os que precisam.

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respigo
Não aconteceu nada

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Falso alarme de maremoto e de gripA

Chile/Sismo: Levantado alerta de tsunami emitido ontem para todos os países banhados pelo Oceano Pacífico na sequência do sismo de magnitude 8,8 ocorrido ao largo do Chile.

Presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa lança
duras críticas à OMS.
... fala de um “falso alarme” em relação ao risco de tsunami, aludindo a eventuais pressões exercidas pelas companhias de seguros...

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27.2.10

 
Brecht na Madeira

Do rio que tudo arrasta se diz ser violento
mas ninguém diz violentas as margens que o constrangem.

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Depois da medicalização da saúde, a psicolização do bem estar

Tragédia na Madeira
Familiares de vítimas sem apoio psicológico
Psicólogos à porta
No regresso à escola, há psicólogos a aguardar pelas crianças que viveram a tragédia provocada pelo aluvião.


Catarse, o fim do ditado
Os professores preferem que elas falem, que materializem as emoções. Os desenhos expostos na sala de aula são o primeiro exemplo da terapia de grupo.
"Vou fazer-te um ditado. Escreve aí. A minha casa não caiu porque está presa. O meu pai apertou-a bem ao chão. O meu pai é militar e está cansado. Anda a ajudar pessoas. Ele salvou uma senhora na água. Foi de barco buscá-la. Estou muito contente com o meu pai e a escola é divertida. Hoje o meu avô veio pôr-nos à escola." Fim do ditado.
Neste drama colectivo, os educadores sabem que têm um papel importante. "Não podemos fraquejar. As aulas já começaram. Vamos criar rotinas e andar para a frente".

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Sociometeorologia atrevida
Uma colisão de massas de ar
Uma massa de ar quente e húmido que vinha do sul encontrou-se com uma massa de ar frio e seco vinda de um sistema frontal que se deslocava para sudeste. "Como a Madeira é uma ilha montanhosa, houve uma intensificação dos movimentos ascendentes". O ar quente elevou-se e favoreceu a formação de nuvens e precipitação.

A tempo de fugir ao temporal
Numa semana, quase 300 médicos do serviço público pediram reforma antecipada. Quase tantos como os registados durante todo o ano de 2009.
Em causa estão as alterações previstas no Orçamento do Estado, que apontam um agravamento dos cortes nas pensões a quem se reformar antes de tempo.

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26.2.10

 
Estreito, Madeira

Até à beira do abismo

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A liberdade de imprensa, pilar do Estado de direito. 2

Os pilares do estado de direito lembram os da gare do Oriente; tão altos que o vento e a chuva entra por todo o lado com total liberdade. São mais cotados pelos arquitectos e feitores de opinião que pelos cidadãos utentes.

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Pilares, ganha-pão, desculpa
A liberdade de imprensa, pilar do Estado de direito

Nosso ganha-pão e nossa desculpa
... cada vez mais, os poderosos têm privilégios para controlar o que os jornalistas dizem acerca deles. Não é só a Internet. É o patronato. São os governos, sejam de que partido forem. As leis do mercado e da força estão do lado deles e contra nós, jornais e jornalistas.
A liberdade não é só o nosso ganha-pão: é o nosso dever e a nossa desculpa.
Miguel Esteves Cardoso

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25.2.10

 
Ribeira Brava

"Toda a velha Baixa tinha desaparecido debaixo de uma torrente de lama, pedras e detritos de toda a ordem. Recordo-me de ver ... no meio daquele turbilhão imenso: ...a torre da" matriz de S. Bento.

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A catástrofe do jornalismo vista do Pico das Pedras

Ao princípio os cumes das serras estavam cobertos de grandes árvores; quando chovia nem toda a água chegava ao chão; de folha em folha, só passava à seguinte depois de passar pela prova da de cima. Só lá chegavam as que passavam pelo crivo, um cuidado processo de depuração.
Com o tempo as árvores maiores morreram ou foram abatidas para prateleiras.
Sem o efeito do filtro e a consequente aprendizagem, agora qualquer chuvada encharca o solo e escorre pela encosta, sem obedecer a outra lei que a da gravidade bruta. Por isso, para estas águas turvas todas as outras leis são vistas como atentados à liberdade de obedecer à única lei que reconhecem – a da gravidade; todos os obstáculos são considerados abusivos mesmo os que pretendem conciliar as forças da natureza com as necessidades das pessoas. Não consideram outros valores que o da liberdade, a sua mais que todas já que se vêem como seu espelho.

Enquanto choveu pouco, este risco passou despercebido; quando choveu muito deu-se o desastre: "De repente, tudo escureceu. Cordas de água desabaram sobre toda a paisagem que desaparecia rapidamente à nossa volta...
"As três ribeiras pareciam agora três grandes rios, monstruosamente caudalosos e arrasadores. A ribeira de Santa Luzia ... galgou para um e outro lado em ondas alterosas vermelho-acastanhadas, arrasando todos os quarteirões..."
"Toda a velha Baixa tinha desaparecido debaixo de uma torrente de lama, pedras e detritos de toda a ordem. Recordo-me de ver três ilhas no meio daquele turbilhão imenso: o Palácio de S. Lourenço, a torre da Sé e a fortaleza de S. Tiago
.”
Nas enxurradas, as ribeiras transbordam os seus leitos naturais, arrastando calhaus enormes, levando tudo à sua frente, inundando todo o espaço livre. Todas as infra-estruturas da cidade ficaram destruídas; a rede de distribuição da água mais que todas, como que querendo vingar-se da sua sociabilização.

O que acontece com o meio líquido, acontece com os media quando tomam o freio nos dentes como os jornalistas na Comissão de Ética da Assembleia da República, arvorando a bandeira da Liberdade como na alegoria de Delacroix mas sem igualdade nem fraternidade. Ou o capital especulador na Bolsas.
A órbita dos astros e a dos electrões são a resultante do jogo de forças divergentes; a tentativa de domínio fudamentalista de qualquer delas – religião, ideologia, lucro, poder, liberdade – leva ao desastre.

É possível que a imagem não seja muito clara mas também não o é a da enxurrada e a que os media dão da realidade; talvez não seja muito lógica a concatenação de eventos mas é difícil encontrar a lógica da catástrofe, no aluvião de diz-que-disse das escutas para quem não domina a geometria fractal.

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Barraca de tiro

Presidente da UE insultado por eurocépticos britânicos
O deputado que lidera o grupo de eurocépticos britânicos no Parlamento Europeu, Nigel Farage, insultou o presidente do Conselho Europeu. Comparou-o a uma “serapilheira”.
* Uma boa imagem para um deputado euroséptico.

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24.2.10

 
Aluviões
... jornalistas de adiantada mediocridade, agigantado ego e gramática fugaz.
Baptista Bastos
* Aluvião. Geol. Matéria qualquer (terras, areia, lodo) que se acumula pela acção das correntes e forma terreno onde existia água.

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Serra d'Água
Madeira

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Córregos

"As ribeiras tinham corgas. Agora taparam-nas para construir casas e estradas, mas a água faz o seu caminho".
Do outro lado da capela corria um ribeiro muito estreito. Já foi mais largo, mas um vizinho roubou-lhe uns metros para construir a estrada alcatroada que lhe passou a permitir levar o carro até casa. Foi nesse ribeiro que surgiu a avalancha.
Paulo Moura

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23.2.10

 
Ribeira Brava
A pia de D. Manuel na igreja de S. Bento.

* A água: salgada, doce, benta e a outra.

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Ribeira Brava
O dinossauro, dragão demónio das enxurradas
Ergueu-se em barreira e lançou a água para cima da Igreja de São Bento, padroeiro da cidade. O povo sempre disse que nunca se devia ter construído ali o templo, diz uma mulher que vem espreitar a loja. "Havia uma capelita no cimo do monte. E já os antigos contavam que, quando decidiram construir a nova igreja, o S. Bento não gostou." Paulo Moura

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22.2.10

 
Nobre acusa
* Começa cedo a cumprir as regras do jogo.

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Bombeiros em greve selectiva

Os bombeiros portugueses estão a preparar uma «pseudo-greve» de 24 horas ao transporte de doentes programados, com excepção aos casos de hemodiálise e oncológicos ... na sequência de alegadas pressões de uma unidade local de saúde sobre os médicos que passem credenciais para transportes em ambulância dos bombeiros.
De acordo com o presidente da Federação Distrital de Coimbra, o que se pretende é que os utentes recorram aos transportes públicos, com ressalva para os casos em que é necessária a maca, perdendo-se o direito ao tratamento «humanizado» dos bombeiros ... reconhecendo que, perdendo os transportes, as corporações terão de proceder ao «despedimento de centenas de bombeiros e encostar muitas ambulâncias".

*Quando se ganhou o hábito de requisitar uma ambulância para ir à consulta é natural que se reaja à tentativa de racionalização dos recursos; invocar o direito ao tratamento «humanizado» dos bombeiros é tão absurdo quanto fazer greve com o argumento do risco de “despedimento de centenas de bombeiros”.

É curioso que excluam da greve o transporte de doentes com consultas programadas.

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Morte súbita mata 27 portugueses por dia
Dados da Associação Portuguesa de Arritmologia

* A morte existe; vagueia pelo mundo para perdição das vidas e mata mais do que um por hora. Para a "Morte" o dia tem 12 horas e a noite 15.

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Anjo da Ribeira Brava

Matriz da Ribeira Brava, Madeira.
*Que teria acontecido sem a intercessão do anjo da legenda?

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Calçada da Matriz
Ribeira Brava, Madeira.

*Como terá ficado esta obra d'artesão?

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21.2.10

 
Curral das Freiras
Uma aberta numa manhã de chuva.
.
Bem no interior da ilha, com acessos difíceis para se protegerem dos corsários; no único patamar possível, bem acima das enxurradas.

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O risco de Boticelli (1445 –1510)

O Funchal recebeu foral em 1452 e em 1508 foi elevada a cidade.
Boticelli fez nascer Vénus no local onde se juntam todas as canadas da concha mas, há 500 anos, era impossível prever todos os desastres.

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20.2.10

 
Mais uns anos de sacrifício?

... há um pequeno país afectado pelo desemprego, endividado ao exterior, esmagado pelo défice do Estado e que vai ter de pedir às pessoas que nele habitam o costume: mais uns anos de sacrifício. João Marcelino

1. A nossa produtividade horária anda 30% abaixo da média da UE, enquanto os custos do trabalho por unidade produzida têm subido em Portugal mais do que em qualquer outro dos 27 países da UE, excepto a Finlândia. Com a inflação negativa, o poder de compra médio dos portugueses que mantiveram o emprego regista este ano - um ano de crise! - a maior subida da zona euro: 5,9%. Não é sustentável. F. Sarsfield Cabral

2. Somos o terceiro país europeu com mais carros por cem habitantes. Nas últimas décadas deu-se uma profunda alteração no consumo das classes médias, sobretudo nas camadas há pouco saídas da pobreza. Por razões de afirmação de status social, despesas que muitas famílias há trinta anos não faziam tornaram-se hoje indispensáveis. No crédito malparado avulta o crédito ao consumo. Agora só nos resta apertar o cinto F. Sarsfield Cabral.

3. Um terço dos portugueses tem peso a mais.

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Línguas de cacto

Mas não se vislumbra a utilidade de prolongar um fogo cruzado de interpretações subjectivas, sem que elas possam ser minimamente confrontadas com elementos materiais de prova, verificáveis com total independência.
O triunfo do diz-que-disse

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19.2.10

 
Face Oculta
Todos à espera de Alegre (Sol)

* Os indígenas da Polinésia não prescindem da dança sagrada durante um eclipse, da qual julgam depender o regresso do Sol.

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17.2.10

 
Opinião
Corso de Castelo Branco cancelado devido ao mau tempo

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Remédios

"As exportações de medicamentos ultrapassaram as de vinho do Porto". Os mercados que mais têm absorvido fármacos são a Alemanha, com 27,1% do total , Reino Unido (10,5%) e Angola (9,3%).
* Exportamos remédios para as doenças dos outros mas ficamos sem remédio para a nossa. Já assim foi com as especiarias.

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16.2.10

 
Entrudo

O Estado de Direito mascarado de estado de directo

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15.2.10

 
Sociobiologia atrevida

Os enzimas
As enzimas têm funções catalisadoras, resultando no aumento da velocidade da reacção química que pode ser da ordem dos milhões de vezes; convertem uma substância, chamada substrato, noutra denominada produto, As enzimas não são consumidos na reacção e não alteram o equilíbrio químico dela.
However, enzymes do differ from most other catalysts by being much more specific.

1. A banca
Este é o elemento essencial: a banca ganha muito porque produz muito. Grande parte do crescimento das últimas décadas deve-se ao melhor acesso ao capital gerado pela globalização financeira. Vimos isso bem em Portugal. Há 25 anos era caro pedir dinheiro ao banco, e isso estava vedado a muita gente. Muito do espantoso desenvolvimento empresarial e social destes anos nasceu de melhorias financeiras.
J César das Neves.



* A banca chama produto não ao resultado mas ao negócio que nos oferece pelo que não me parece adequado chamar produto ao resultado da banca, uma espécie de enzima mutante que não só não se consome no processo como ainda ganha com isso, uma tentadora reacção em cadeia num modelo canceroso.

2. Não vá o sapateiro além da chinela.
A teoria económica dominante conta-se entre os responsáveis pela crise dramática que atingiu as economias capitalistas. O mercado como instrumento de optimização da sociedade foi uma ideia a que não resistiram mesmo alguns dos que se presumem interessados na justiça social.
É indispensável que o mercado se limite ao que é próprio da capacidade de iniciativa - gerar lucros através do exercício da liberdade para criar riqueza e não da submissão à lógica especulativa de todas as esferas da vida em sociedade. José Reis
* Isto é, que se mantenha enzima e deixe de se arrogar a catalisador; não vá o sapateiro além da chinela.

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14.2.10

 
Sociobiologia atrevida

As escutas e a pesquisa do BK
Mas, dito isto, estou de acordo com Ana Gomes: ultrapassado o asco e o nojo, porque assim tem de ser, resta o conteúdo e, esse é inquietante. Miguel Sousa Tavares. Expresso 13.2.2010

Tuberculose
O agente da tuberculose é o M. tuberculosis, o bacilo de Koch (BK). Esse bacilo resiste a desinfectantes fracos e ao ácido gástrico e pode sobreviver semanas em estado latente; apenas consegue desenvolver-se quando se hospeda num organismo.
Para confirmar o diagnóstico sem margem para dúvidas há que provar a presença do BK, para o que é necessário procurá-lo na expectoração do doente, uma operação pouco agradável.
Era assim que há meio século se ensinava:
COLHEITA DA EXPECTORAÇÃO: é sempre aconselhável aproveitar os escarros matinais, no momento em que o doente faz a toilette dos seus brônquios.
Exame directo:

Colher um fragmento purulento da expectoração (não da saliva) e estender em esfregaço fino sobre lâmina.
Secar e corar.
Pesquisar microscópicamente a presença de bacilos ácido-álcool resistentes
, que se assumia serem BK.
Hoje, com a ajuda da PCR, podem evitar-se erros diagnósticos por extrapolações abusivas.
PCR: If the smear is positive, PCR or gene probe tests can
distinguish M. tuberculosis from other mycobacteria.

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12.2.10

 
Cefalópodes e celenterados

Com o polvo armadilhado emerge a pesporrência jornalista; as entrevistas de ontem à noite (SIC e RTP1) são uma amostra da praga de medusas que aí vem.
Os seus tentáculos provocam urticária.

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11.2.10

 
Os gastos na saúde e a coragem que falta

Mas não é possível adiar, por muito mais tempo, medidas racionais que fariam baixar a despesa do Estado e de todos nós.
* Quando em Portugal se consomem duas vezes mais medicamentos que nos países de referência, o que alvitram não são medidas racionais, mas apenas de racionamento.
"... em 1996 consumiam-se uma média de 22,3 fármacos por pessoa enquanto que, em países como o Reino Unido, a Dinamarca e a Suécia, os valores não ultrapassavam os dez medicamentos por pessoa."
António Hipólito Aguiar. Medicamentos, que realidade? - Passado, Presente e Futuro 2002

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Abutre

Abutre são aves necrófagas passando longo tempo a pairar, voando em círculos à procura de cadáveres; não têm penas na cabeça nem pena das vítimas.
O abutre-fusco (Aegypius monachus) é um
abutre que ocorre no sul da Europa.
A espécie é monotípica (não são reconhecidas subespécies).*

* Descobriu-se mais outra: o abutre das bolsas (Aegypius rating)

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Razões de Estado
Afonso III, o Bolonhês
Como segundo filho, Afonso não deveria herdar o trono destinado a seu irmão Sancho e por isso viveu em França, onde casou-se com Matilde condessa de Bolonha, tornando-se assim conde jure uxoris de Bolonha.
Os conflitos entre Sancho II e a Igreja (O agudizar da crise financeira e social e a "degradação acelerada do executivo".) agudizaram-se pelo que o Papa ordenou a substituição do rei Sancho pelo conde de Bolonha.
Para aceder ao trono, Afonso abdicou de Bolonha e repudiou Matilde (“circunstâncias excepcionais e dramáticas" em que a confiança se tem vido a degradar. ) para casar com D. Brites (Beatriz de Castela).

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"O PSD é o partido da ruptura em Portugal"

*Espera-se que, depois, alguém cosa os farrapos.

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Em Espanha
Sol está a ser impresso com título "O Polvo"




Última actualização: 17:07
Gráfica do jornal Sol parada
* Os manda-chuva também podem mandar parar o Sol.

Última actualização: 17:26
Edições do Sol para Angola, Moçambique e Cabo Verde já estão a caminho
* Os manda-chuva só mandaram parar o Sol na Europa.

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10.2.10

 
respigo

"Foi tudo muito rápido. A onda era tão forte que nos deixou debaixo do barco", Depois, o amigo Gil, "o melhor homem de Setúbal", morreu-lhe nos braços. "Ele estava morto, mas eu nunca o larguei, não queria ficar sozinho."

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Taxonomia deputada
Casamento homossexual aprovado na especialidade (SIC)

* Julgava ratar-se de uma questão de género mas os deputados consideram-no um problema de espécie; temo que os envolvidos se sintam ofendidos.

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Fidúcia riscada

Risco da dívida portuguesa é o que mais cai no mundo
Risco da dívida portuguesa dispara para máximos

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Paulo Rangel propõe-se chefiar o PSD

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9.2.10

 
Operação eliminou «base logística» da ETA

Não é exagerado o orgulho nesta descoberta que aconteceu por acaso e por ostensiva impreparação dos suspeitos que abandonam a “base” à pressa deixando portas e janelas abertas, luzes acesas e indícios suficientes para os identificar?
... computadores portáteis e dois documentos de identificação pessoal e vários papéis manuscritos sobre circuitos (impressos com o anagrama da ETA).
... entre o material encontrado numa carrinha abandonada pelos dois suspeitos estava um recibo de compras feitas num supermercado, cujo vídeo permitiu identificá-los

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As queixas à Cúria

"Eu queria denunciar aqui aquilo que se está a passar em Portugal neste momento, onde é claro que a comunicação social trouxe à luz um plano do Governo para controlar os jornais, para controlar estações de televisão, para controlar estações de rádio"
Rangel deu o exemplo do "jornalista muito conhecido, Mário Crespo" que "viu censurada uma crónica sua, também por sugestão, ou aparente sugestão, do primeiro ministro".

A cúria de Bruxelas sucede à cúria de Roma
Longe de aparecer como um rex inutilis, em diversas alturas do seu reinado, Sancho II mostrou ter um braço de ferro para tomar posições difíceis, como retaliações sobre os não-cooperantes e a ofensiva sobre os bens e benefícios eclesiásticos.
Os fidalgos levantam-se contra Sancho (As pilhagens a partir de 1236 são protagonizadas por bandos de fidalgos com os seus homens), e Afonso cede a todas as pretensões do clero no Juramento de Paris, uma assembleia de prelados e nobres portugueses, jurando que guardaria todos os privilégios, foros e costumes dos municípios, cavaleiros, peões, religiosos e clérigos seculares do reino.
A 16 de Agosto de 1234 Sancho II é excomungado. Em 1245 a Bula Grandi non immerito depõe oficialmente Sancho II do governo do reino, e Afonso torna-se regente.

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8.2.10

 
sociobiologia atrevida
A doença da fartura dos novos-ricos, novos pobres

Um terço dos portugueses apresenta síndrome metabólica, um conjunto de factores associados à obesidade que duplica o risco de doenças cardiovasculares e quintuplica o risco de desenvolvimento da diabetes.

*Se comermos demais ficamos empanturrados; como não somos ricos ficamos a dever - a isso se chama "empurrar o problema com a barriga".
O défice externo português foi de 8,2% do PIB em 2009.
O endividamento externo português resultou da decisão dos portugueses

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Droga em Coimbra

1. Reinar às “rusgas”
Nos bairros do Ingote e da Rosa, em Coimbra, a droga faz parte do quotidiano das crianças que ali vivem. Há quem brinque "às rusgas", indo à procura do "produto" em frascos ou no autoclismo.
2. Negócio ameaça a hierarquia
Ou o caso de uma menina que no centro de saúde se virou para a mãe que lhe dera uma palmada para a tentar sossegar e afirmou: "Não me batas mais senão eu digo que vendes droga".
3. Absistentes sociais
"Temos uma capa, mas há dias em que nos vamos abaixo, com situações que nos tocam mais", diz Ana S, que prefere titular-se "insistente social" porque as assistentes sociais "são aquelas que trabalham em gabinetes".
4. Geodinâmica da droga (deslizamento)
No Planalto do Ingote tem-se revelado uma «nova vaga» de consumidores com 17 a 23 anos que “se iniciam com pastilhas - os ecstasy, os ácidos - e depois passam para a cocaína e quando dão por ela já estão a consumir heroína também».
Estes toxicodependentes ainda têm trabalho, alguns deles com profissões de «relevância social», dos quais «ninguém suspeita», e que vão mantendo certos níveis de consumo até atingir a degradação pessoal e física dos toxicodependentes na Baixa da cidade, dos 30 aos 50 anos, «sem-abrigo» e com um longo historial de consumo.

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7.2.10

 
O melhor banco em Portugal

O Barclays Portugal foi escolhido como o melhor banco segundo o estudo 'Cliente Misté­rio' da Multimétrica.
Em ava­liação estiveram os aspectos físi­cos do balcão e da caixa. Expresso 6-2-2010

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4.2.10

 
Não assustem o Almunia
De João Abel Manta, outra vez.

Bolsa
Lisboa afunda 5,7% e volta a níveis da falência da Lehman

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Os putos a “reinar à Assembleia da República”
Do João Abel Manta

Alunos do básico e secundário prometem “dia de luta nacional”
Os alunos pedem aos colegas que "não se baldem"
PS pede adiamento da votação da lei
Adiamento pedido pelo PS chumbado pela oposição
Sigilo fiscal incendeia PS
O Governo quer cair e a Oposição quer segurá-lo.

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3.2.10

 
Riscas nos colchões dos hospitais

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"business as usual"

O que há de verdadeiramente indecoroso nesta história é a forma como as agências de rating regressam à cena como se nada tivesse acontecido, partindo dos mesmos pressupostos e decretando, com a mesmíssima e imperturbável verdade, as regras do jogo económico; as mesmas agências que há dois anos se enganaram clamorosamente na avaliação dos países e das empresas. Teresa de Sousa
*Astúcia ou crença? "Gattopardo" ou Vilar de Pedizes?

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PS quer publicar rendimentos dos cidadãos

Os rendimentos declarados por qualquer cidadão do País vão ficar à vista de todos os que quiserem ver.

Artº 1º Todos são suspeitos de fuga ao fisco enquanto se não provar o contrário

Artº 2º Quando tal se não provar, aplica-se o artº 1º

...

Artº 10º O fisco considera-se extinto por justa causa.

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2.2.10

 
"Benjamin Spock" do trabalho

A avaliação individual é uma técnica extremamente poderosa que modificou totalmente o mundo do trabalho, porque pôs em concorrência os serviços, as empresas, as sucursais - e também os indivíduos. E se estiver associada quer a prémios ou promoções, quer a ameaças em relação à manutenção do emprego, isso gera o medo. E como as pessoas estão agora a competir entre elas, o êxito dos colegas constitui uma ameaça, altera profundamente as relações no trabalho:"O que quero é que os outros não consigam fazer bem o seu trabalho."
Psiquiatra, psicanalista e professor no Conservatoire National des Arts et Métiers, em Paris, Christophe Dejours dirige ali o Laboratório de Psicologia do Trabalho e da Acção - uma das raras equipas no mundo que estuda a relação entre trabalho e doença mental.
Esteve há dias em Lisboa, onde, de gravata amarela, cabeleira "à Beethoven" e olhos risonhos a espreitar por detrás de pequenos óculos de massa redondos, falou do sofrimento no trabalho.

* A avaliação individual não é o que diariamente fazemos uns aos outros?

A emulação não é um processo de melhoria pessoal?
Outra coisa é a perversão da avaliação, tal como aconteceu com a roda, o TNT, o átomo, a psicologia.

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1.2.10

 
Lei da Igualdade será apresentada no início de 2011

Artº 1º Todos os portugueses/as/os serão iguais.
Artº 2º Quando tal se não verificar, aplica-se o artº 1º

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Restaurante Gato por Lebre

O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se no restaurante. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor.
Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”).
...o executivo de TV ... os ouviu sem contraditar. ............
O Fim da Linha de Mário Crespo


*Um louco nem sempre é mentalmente débil mas acho que o executivo foi sensato ao não contraditar de forma “claramente ouvida nas mesas em redor”; convém manter o sangue-frio durante um acesso de cólera.
Hoje já se não manda ninguém para o manicómio; é ele que nos entra pela casa dentro, todas as noites.

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