alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

31.8.13

 

Legenda

Travessa do Arco. Tomar
Que legenda no parapeito?

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30.8.13

 

Sombras

Sombras que as flores fazem
Travessa do Arco, Tomar

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29.8.13

 

Sombras

Travessa do Arco. Tomar
Sombras que os fios fazem

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A sina da Gauss

IGUALDADE
Obama tem um sonho: igualdade económica para todos os americanos
*Não deu ouvidos ao assessor Gauss nem a Manon Roland.

“Não somos reféns dos erros da história”, afirmou.
* Para tal não convém ignorar a história ou a natureza.


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28.8.13

 

Privatização do trânsito

Travessa do Arco
Tomar

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O aguardador da gota


Nos últimos 52 anos, o físico John Mainstone zelou por uma experiência que nos faz sorrir de ternura quando a descrevemos: um pedaço de betume, ou alcatrão natural, que parece sólido à temperatura ambiente mas é na realidade um fluido, foi deixado dentro de um funil de vidro. O que acontece nos anos seguintes — sim, anos — é a formação de uma gota, que cai ao ritmo médio de uma vez por década.
Um débito ainda mais moroso que os dos golos do futebol. 

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27.8.13

 

Clave de Sol

Travessa do Arco. Tomar
Fragmento de partitura a secar

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24.8.13

 

A Natureza tem horror aos ângulos

Xisto abespinhado
Geometria ideológica

Trocar o curvo pelo recto não é só uma questão estética - é ideológica. A natureza não tem ângulos rectos, só curvas. O ângulo recto é racional, construído, imposto."


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21.8.13

 

Racismo como classismo apigmentado

O lugar do Arouca
Primeiro de uma série de textos em que reflectimos sobre a natureza do colonialismo e do racismo em Portugal. Nuno Domingos 
Tomar, 1952.
Domingos Arouca foi eleito presidente da Comissão de finalistas do CNA
Os habitantes dos bairros periféricos da cidade, onde nasceu Eusébio em 1942, trabalhavam nas indústrias locais, nos portos e nos caminhos-de-ferro, nos serviços domésticos, em actividades ditas informais, dependendo de pequenas lavras, ou faziam parte da forte emigração para o país vizinho, controlada e taxada pelo estado colonial. Esta estrutura laboral era fortemente racializada, pertencia a um sistema onde a cor da pele mostrava os contornos da organização social. Na grande sociedade portuguesa de 60, o lugar dessa maioria africana, mesmo depois do fim do indigenato, continuava a revelar a herança de um colonialismo predador e racista, não muito diferente dos outros colonialismos nos seus propósitos e objectivos, nos meios e nas estratégias, e absolutamente nada excepcional.
*Será indispensável comparar o que se passava, na mesma época nos bairros periféricos das grandes cidades portuguesas metropolitanas.

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20.8.13

 

Tristeza

Utilizar o Facebook provoca tristeza

Estudo da Universidade do Michigan concluiu que quantas mais vezes uma pessoa utiliza o Facebook, maior é a probabilidade de ficar deprimida.
Pela mesma razão, ir ao centro de desemprego prolonga-o; quanto mais vezes se vai, mais tempo se fica desempregado.
O melhor é não ir, não vos faça mal.

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19.8.13

 

Audiência

Correio da Manhã aos bichos



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O fim de Os Maias

Hoje, o último livro.

O que levou ao fim dos Maias
Ao contrário das civilizações do Mediterrâneo ou da Ásia, os Maias dependiam completamente das plantações de milho e de outras culturas, porque não tinham animais domésticos de grande porte e, por isso, os carros nunca foram inventados, tal como a roda, só encontrada pelos arqueólogos em brinquedos.
 Não havendo rodas nunca foram também inventadas roldanas, engrenagens, moinhos de água e outros instrumentos de engenharia “concebidos para tornar o mundo menos vulnerável às imprevisíveis forças da Natureza”. 
Tinham metais macios em abundância, como ouro, prata e cobre, usados apenas para fins ornamentais e religiosos, mas nunca aprenderam a fundir ferro. Por isso, os seus magníficos templos e pirâmides foram construídos com a tecnologia da idade da Pedra.
 “O seu ambiente, embora apresentasse alguns problemas relacionados com as características do solo e uma precipitação com flutuações imprevisíveis, não se pode classificar como particularmente frágil”, reconhece Jared Diamond. Assim, a civilização Maia durou mais de mil anos, mas entrou em declínio por volta do ano (1)900. “Os Maias constituem um aviso de que os colapsos também acontecem às sociedades mais avançadas e criativas”, sublinha o investigador. 
Eles prejudicaram o ambiente, sobretudo através da desflorestação e da erosão dos solos provocadas pelas suas práticas agrícolas e pelo excesso de população: as alterações climáticas (secas) contribuíram também para o colapso, provavelmente de forma repetida; e a competição entre reis e nobres conduziu a uma ênfase crónica na guerra, na opulência e na construção de monumentos. Revista Expresso 10-8-2013

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16.8.13

 

Os novos Mais refinados

O restauro do Ramalhete
S. Ex. mandava: — e, como esse inverno ia seco, as obras começaram logo, sob a direcção dum Esteves, arquitecto, político, e compadre de Vilaça. Este artista entusiasmara o procurador com um projecto de escada aparatosa, flanqueada por duas figuras simbolizando as conquistas da Guiné e da Índia. E estava ideando também uma cascata de louça na sala de jantar — quando, inesperadamente, Carlos apareceu em Lisboa com um arquitecto-decorador de Londres e, depois de estudar com ele à pressa algumas ornamentações e alguns tons de estofos, entregou-lhe as quatro paredes do Ramalhete, para ele ali criar, exercendo o seu gosto, um interior confortável, de luxo inteligente e sóbrio.
Vilaça ressentiu amargamente esta desconsideração pelo artista nacional: Esteves foi berrar ao seu Centro político que isto era um país perdido. E Afonso lamentou também que se tivesse despedido o Esteves, exigiu mesmo que o encarregassem da construção das cocheiras. O artista ia aceitar - quando foi nomeado governador civil..
Eça de Queirós. Os Maias. 

Mais refinada
A maior preocupação dos dois amantes fora sempre Rosa, a filha que Maria tivera, anos antes, resultado da efémera ligação a um jovem irlandês, morto em combate contra os alemães, na batalha de Saint Privat.
...
Aos dezasseis, era já uma mulher belíssima, alta e elegante, com uma cabeleira longa, de um loiro puro, como uma versão mais nórdica, e mais refinada, de Maria.
José Eduardo Agualusa. Os Novos Maias.

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15.8.13

 

Temos que ir ao conserto


Portugal sai da recessão
Prince dá concerto em Lisboa
Foram colocados à venda três mil bilhetes, com preço único de 50 euros. 

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13.8.13

 

Aos domingos



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MinhÍndia

"Vá à Índia cá dentro"
Amanhã, dia 14 de Agosto, a mágica procissão da Srª Aparecida (Aparecida, Lousada).
Não perca se nunca participou.

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12.8.13

 

Autárquicas

A lixta

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11.8.13

 

Auto da Barca do Algarve A gosto

É o que seria de esperar acontecesse quando todos querem usar a mesma sanita ao mesmo tempo.

PARVO Hou daquesta!
DIABO Quem é?

PARVO Eu soo.
 É esta a naviarra nossa?
DIABO De quem?
PARVO Dos tolos.
DIABO Vossa.
 Entra!
PARVO De pulo ou de voo?
 Hou! Pesar de meu avô!
 Soma, vim adoecer
 e fui má-hora morrer,
 e nela, pera mi só.
DIABO De que morreste?
PARVO De quê?
 Samicas de caganeira.
DIABO De quê?
PARVO De caga merdeira!
 Má rabugem que te dê!

DIABO Entra! Põe aqui o pé!
PARVO Houlá! Nom tombe o zambuco!
DIABO Entra, tolaço eunuco,
 que se nos vai a maré!
PARVO Aguardai, aguardai, houlá!
 E onde havemos nós d'ir ter?
DIABO Ao porto de Lucifer.
PARVO Ha-á-a...
DIABO Ó Inferno! Entra cá!
PARVO Ò Inferno?... Eramá
Hiu! Hiu! Barca do cornudo.
 Pêro Vinagre, beiçudo,
 rachador d'Alverca, huhá!
 Sapateiro da Candosa!
 Antrecosto de carrapato!
 Hiu! Hiu! Caga no sapato,
 filho da grande aleivosa!
 Tua mulher é tinhosa
 e há-de parir um sapo
 chantado no guardanapo!
 Neto de cagarrinhosa!
 Furta cebolas! Hiu! Hiu!
 Excomungado nas erguejas!
 Burrela, cornudo sejas!
 Toma o pão que te caiu!
 A mulher que te fugiu
 per'a Ilha da Madeira!
 Cornudo atá mangueira,
 toma o pão que te caiu!
 Hiu! Hiu! Lanço-te üa pulha!
 Dê-dê! Pica nàquela!
 Hump! Hump! Caga na vela!
 Hio, cabeça de grulha!
 Perna de cigarra velha,
 caganita de coelha,
 pelourinho da Pampulha!
 Mija n'agulha, mija n'agulha!



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10.8.13

 

Bem-aventurados os que crêem

"Um cravo vermelho e a bandeira do meu Partido hão-de acompanhar-me e tudo será luz."

"Bem-aventurados os que crêem sem ver”
"Disseram-lhe, pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor.
Mas ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei.
E oito dias depois estavam outra vez os seus discípulos dentro, e com eles Tomé. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz seja convosco.
Depois disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente.
E Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu!
Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram."
João, 20

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9.8.13

 

Desleixíadas

O equivalente banal do tráfico dos swaps.

no rosto do Diário de Coimbra desta semana.
O camião tombou
O atrelado solta-se
Tudo na forma passiva. Mesmo a peregrina foi atropelada e morreu.
Na forma activa só o condutor que atropelou e fugiu e o que evitou o pior.

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Transcrição fonética

 “Não há dúvida. Somos indestrutíveis  Porque a providência assim o destina e na Terra assim o quereis”. Salazar, após o atentado a que sobreviveu ileso (4-VII-1937):
Revista Expresso 3-8-2013
Errata: onde se lê “quereis” deveria perceber-se “creis” (por credes).

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8.8.13

 

Moimento 400 anos

Moimento da Rainha Santa, em Stª Clara a Velha tem 400 anos


Em 1613 reinava Filipe II; Filipe de Brito conquistou o Pegu (Actual Birmânia). No ano anterior foi decretada uma Reforma da Universidade. No ano seguinte foi editada a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, que morrera em 1583. (História de Portugal em Datas, de Antº Rodrigues Simões).

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7.8.13

 

Excepções que resistem à crise

Nos deploráveis retratos que as organizações internacionais traçam sobre Portugal há uma excepção que resiste à crise: a avaliação do desempenho das universidades e do sistema científico. 

* Só haverá uma excepção que resiste à crise? 
E que diz respeito a todas as crianças portuguesas e, destas, às que mais necessitam
E cujos resultados ombreiam com os melhores do mundo e assim se mantêm apesar da crise.




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Rainha Santa 1613

Fará amanhã 400 anos que foi colocada a primeira pedra do moimento para o túmulo da Rainha Santa em Stª Clara -a-Velha.

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6.8.13

 

Caniços

Os caniços de Vilarinho do Souto (entre Arcos de Vale de Vez e Lindoso).
Os precursores dos espigueiros /canastros, para conservar o milho ao abrigo da chuva, dos ratos e dos pássaros. Espero que ainda existam.














A mesa de pedra para armar a parede cilíndrica; apoiada numa base de menor diâmetro, os ratos não conseguem trepar.

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4.8.13

 

Deformação profissional

 Contradição?
Mas nunca esquecer que os acionistas do Estado são os portugueses e que o Estado não é uma empresa.
  Ricardo Costa Expresso 3-8-2013

accionista (àç) 
2. Pessoa que é possuidora de acções de alguma empresa.

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Títulos e contas


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3.8.13

 

ameaça global

Interpol faz alerta global de segurança 
aconselhando seus membros a aumentar a vigilância contra ataques dos Al Caidas.


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1.8.13

 

Auto de Floripes

Auto de Floripes

A 5 de Agosto em Neves, Viana.

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Loa ao grãozinho na asa

 O poder pode
Álcool até pode melhorar produtividade, dizem juízes
1. “Não há nenhuma exigência especial que faça com que o trabalho não possa ser realizado com o trabalhador (escolher o tipo de trabalho)  a pensar no que quiser, com ar mais satisfeito ou carrancudo, mais lúcido ou, pelo contrário, um pouco tonto”.
“... o público servido até pode achar que aquele trabalhador (escolher o tipo de trabalho) alegre é muito produtivo e um excelente e rápido removedor de electrodomésticos (escolher o tipo de trabalho)”.
* É por isso que Portugal é o mais consumidor de tranquilizantes.


2. Não há qualquer indício de que o homem estivesse a recolher o lixo “aos tombos e aos pontapés aos resíduos, murmurando palavras em língua incompreensível”.
 * E mesmo assim, seria de ter em conta que seria eslava a sua língua materna.



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Meteorologia

Probabilidade vs possibilidade

"Temos situações como tivemos no início de Julho com a vaga de calor que é uma possibilidade
temos as situações de nortada com a brisa na costa ocidental (...),
 as situações de neblina ou nevoeiro na faixa costeira ocidental que depois durante a manhã vai dissipando 
e também os episódios de trovoada que muitas vezes ocorrem durante o verão e são fenómenos mais prováveis nas regiões do interior", 
disse.
* A franqueza é a característica que distingue as previsões meteorológicas das económicas; a que as aproxima é a fiabilidade.

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