alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

29.3.14

 

Digitalina

Fisiopatologia
Governo quer reduzir a burocracia em 30%
e digitalizar toda a Administração Pública

* Se reduzir os processos ao essencial, nem será necessária a digitalina.






A Digitalina é extraída das folhas da dedaleira (Digitalis purpurea). Faz parte do arsenal terapêutico para tratamento de insuficiência cardíaca.  Wikipedia

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27.3.14

 

Consumo sobre rolling stones

diz que retoma é sustentável

Banco de Portugal reviu em alta as previsões de crescimento da economia para este ano. A aceleração do consumo privado é a principal razão.

* Num dia foram vendidos 65 mil bilhetes (69 euros) para o concerto dos Rolling Stones. 

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24.3.14

 

Para inglês ler

Carta de um soldado romano de há dezoito séculos.

Carta à família. “Não paro de vos escrever, mas vocês não se lembram de mim. ... Mas vocês nunca escreveram de volta, falando da vossa saúde, de como estão. Estou preocupado convosco porque, apesar de receberem frequentemente cartas minhas, nunca escrevem de volta para que saiba de vocês.”
Aurelius Polion terá pertencido a uma família de classe baixa com alguns privilégios, mas não escreveria bem: “Ele até escrevia algumas letras do alfabeto latino em vez do grego, e usava alguma pontuação latina.”

* Não escreveria bem mas já redigia à maneira inglesa com sotaque brasileiro.

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23.3.14

 

Espírito Santo que lhes valha


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22.3.14

 

A mosquita presa na web

...talvez o pior desta tendência tenham sido os momentos da viagem que fez ao Brasil e que não aproveitou, para ficar nos sítios com wi-fi a consultar a internet através do iPhone. “Estava nos centros comerciais e nem as lojas via”.

REVISTA Expresso 15-Mai-2014

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21.3.14

 

Toda a gente deve

Os mandamentos dos feitores da cultura 

Não admira que a dívida atinja 130% do PIB.





Presumo que cada júri teria 50 membros.

PS. Nenhuma obra de agricultura porque ali já há feitores.

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19.3.14

 

Bullyingossauros?

Sociobiologia atrevida

1/8 diz-se vítima; metade que assiste ou colabora.



Extrapolossauros

A percentagem poderia ser maior se todos os alunos soubessem identificar o problema. 
“Ainda há a tendência para os alunos identificarem como normais situações de violência, coisas como empurrar alguém na escola ...
Andreia Ferreira, da Associação EPIS — Empresários pela Inclusão Social.

*A pupa das dispraxias académicas
e das extrapolações alarmistas.

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18.3.14

 

ArqueoEcologia

Astrónomos descobrem eco do Big Bang

Universo de Bartolomeu Velho  1568
* Afinal a abóbada celeste existe; um eco implica uma parede.

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17.3.14

 

À bisca

EDITORIAL

Uma cartada astuta no jogo da dívida


substantivo feminino
1. Manha ardilosa e subtil.
2. Estratagema.

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16.3.14

 

A queda


Um ex-senhor da banca a ter de pedir que lhe passem uma receita.

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15.3.14

 

Expresso embrulhado

Expresso embrulhado em publicidade

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Escalões

As progressões na função pública estão congeladas desde Agosto de 2005
pelo que os
Trabalhadores da função pública tentaram subir degraus da Assembleia da República

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13.3.14

 

Rotura de conduta

Municípios abandonaram Águas do Mondego
Autarcas criticam “postura centralista” e “ditatorial” da Águas de Portugal

Porque... actualmente se verifica “uma conduta de rotura”.

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12.3.14

 

Rapina fiscal

São pombos pensionistas nas garras do fisco (Accipiter albugularis).

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10.3.14

 

O roble da praxe

Praxe e preconceito

“Nos anos sessenta o Conselho das Republicas utilizava a praxe para se movimentar melhor na luta por eleições livres na AAC e pelos direitos essenciais que a ditadura negava, reprimindo-os.
Diga-se para mostrar as contradições dos tempos que os estudantes e os dirigentes estudantis de Lisboa, com um certo preconceito, não encaravam bem o uso da capa e batina pelos colegas de Coimbra, sobretudo em reuniões do movimento associativo. Olhavam a capa e a batina como símbolo de um certo provincianismo.
Porém, quer no processo eleitoral para AAC em 1968, dominada pela Comissão Administrativa imposta pelo governo, quer na crise de 1969 a capa valia como um símbolo de união contra a ditadura. Quem não se lembra das capas e batinas na final da Taça de Portugal entre a Académica e o Benfica?”
Domingos Lopes


O roble de Guernica
A célebre “árvore de Guernica” morreu. Considerada o símbolo tradicional da identidade e da autonomia basca, foi debaixo dela que em 1936, com o reconhecimento da autonomia basca pela II República espanhola, o primeiro “lehendakari” (chefe do governo autónomo) tomou posse, tradição retomada com o novo estatuto da autonomia basca, de 1979 (“Estatuto de Guernica”), em consequência da transição democrática espanhola. 
Terceiro exemplar de uma série de robles centenários, desde o século XIV, a velha árvore, com quase150 anos de idade (
à sombra da qual os bascos realizavam as suas assembleias), tinha escapado ao destruidor bombardeamento alemão em 1937, durante a guerra civil, mas não resistiu agora a uma doença de vários anos. Já tinha sucessor designado, pronto a ocupar o seu lugar....

 *Os republicanos de 1936 teriam olhado a praxe de Guernica “com um certo preconceito, não encarariam bem a sombra do carvalho como local de reunião”. “Olhavam essas rituais como símbolo de um certo provincianismo” que toleravam enquanto lhes fosse útil mas a “corrigir” oportunamente.
Franco e a Legião Condor anteciparam-se - aboliram aquelas praxes autonómicas e eliminaram os praxistas; o triste roble sobreviveu para vir morrer mais tarde, de doença prolongada, tal como a praxe académica, também corroída pela actual praga endémica.
Uma sinistra justificação retrospectiva da Legião Condor.

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Praxe restabelecida

Não deixa de ser curioso constatar que a cidade onde a praxe nasceu e se desenvolveu, Coimbra, à sombra da vetusta Universidade, tenha sido a cidade a dar-lhe uma machadada tão grande que a fez desaparecer em 1969 com o desencadear da crise académica que levou os estudantes a fazerem greve às aulas e aos exames. Ironia das ironias: foi já no período da revolução de Abril que a praxe ressuscitou em Coimbra.
Domingos Lopes

a)     Não foi “a cidade a dar-lhe uma machadada” foi a academia a decretar luto académico e, por isso, a suspensão da praxe, símbolo da sua autonomia que a entrevada ditadura entrevava.
b)     Por isso, era natural que, restabelecida e consolidada a democracia, se restabelecesse a praxe.

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Rasguem ou

read aloud the excellent essay by Dr Pritchard on "Understanding Poetry”
* Rasguem ou, melhor, não leiam ou, ainda melhor, leiam e "julgareis qual é maior tormento".

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8.3.14

 

Estado Crimeu

O novo exército russo da Crimeia


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Relações de género


Nos grandes museus de arte, as mulheres ainda estão atrás dos homens
Pátio das mamudas
Desde há muito que em Coimbra essa relação é dinâmica, como as estátuas mostram.
À entrada eram dois atrás de cada uma; depois de formados, era o contrário.

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Um cronista entediado prestou-se a ir ao Coliseu

1. Vamos lá começar com a analogia da praxe: ir a um congresso do PSD para um camarote de imprensa, ficar ali três dias, meio isolado do mundo, é como ir a um jogo de futebol e não estar a ouvir o relato.

*O futebol como analogia da praxe

2. Atualmente, não há condições para fazer a cobertura de um congresso num congresso se não se for do "meio”.
É preciso estar dentro do circuito de informação que anda por ali em SMS e mensagens e sei lá que mais. Senão parece só gente da província e arredores a sentar-se e levantar-se de cadeiras.

*Isto é: reflectir como as lantejoulas.
Num congresso do partido do centro, gente da província não é “do meio”.

3. É difícil manter a atenção nos discursos, lá de cima, dos camarotes do Coliseu.
Do meu camarote, e sem grande mobilidade, prestei-me a ouvir discursos.

*O cronista lá se prestou a ouvir discursos.

4. Olha-se para baixo e tem-se uma visão de anjo de Wim Wenders sobre os congressistas, com a desvantagem de não se ouvir o que eles pensam. Vê-se-lhes o cocuruto da careca, a alegria do reencontro, os abraços largos, e as sonoras palmadas nas costas soam até cá acima, pressente-se por vezes muito cinismo deste e daquele, muito homem de mãos nos bolsos, umas senhoras com ar de ter vindo à cidade.
Mas olham-nos desconfiados, esticando o pescoço como cães de pradaria. Faz algum sentido, suponho. Estamos a falar de autarcas e militantes de base que têm ali o
seu momentinho de tranquilidade, após dois anos a levarem pancada por causa do Gaspar & Cia.
"Uma merda, é o que disse, isto não vai dar nada”               
                                                                         * A piolheira

5. E na sexta-feira Passos Coelho começou com a mais imbecil da retórica suicida, que foi repetindo ao longo de um discurso errático que parecia um saco de plástico ao vento: "Estaremos melhor ou pior? Ninguém tem dúvidas de que estamos melhor" Não sei o que passou na TV.
"Estamos pior ou melhor?" Que pergunta mais idiota. Estamos pior. Eu estou. "Eu também” dizia outro jornalista.

*Se eu estou pior, estamos pior, o que outro jornalista corroborou.
 O cronista do Expresso é a única pessoa “do meio” que não vê TV.

6. Nesse momento irritei-me que esta abjeção ilógica fosse ignorada.
Um buraco negro engoliu-me e fui para o Gambrinus comer um croquete ao balcão.
O croquete é excelente. Os congressistas evitaram os restaurantes de luxo.
         
*Sem comentários.

7. Marcelo é em si um congresso.
O príncipe fez o momento perfeito no timing.
     
*Final e felizmente.
A corte muito se divertiu com o chiste do cronista.

Luis Pedro Nunes. Revista Expresso 1/Mar/14

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7.3.14

 

Nas prisões


Números sob tortura 
“Aumento da sobrelotação para 150%, degradação das condições materiais de instalações, alegações de maus tratos a reclusos mal investigadas, segurança da população juvenil em risco” eram algumas das situações prisionais em Portugal que o Comité Europeu contra a Tortura (CPT) criticava no seu relatório, publicado em Outubro do ano passado.
Segundo declarações de um dos membros do CPT, havia nas prisões portuguesas 14 mil presos para uma capacidade de 12.077 (116%). Em meados de Fevereiro do corrente ano, os dados oficiais referiam 14.394 presos para uma lotação prisional de 12.167. (118%)

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Colonização e migração

Investigadores portugueses descobrem evolução e mutações de bactérias na colonização intestinal.

                          The First Steps of Adaptation of E coli 

Os desequilíbrios entre os milhares de espécies existentes podem resultar em doença, mas as transformações de cada espécie podem contribuir para que uma dada espécie inócua se torne prejudicial para o hospedeiro.... desvendaram pela primeira vez de que forma a bactéria Escherichia coli (E. coli) se adapta e evolui no intestino do rato.
Os investigadores mostraram que rapidamente surgem E. coli com diferentes mutações e, consequentemente, uma grande variação genética é gerada ao longo do tempo nesta espécie.
Os resultados do estudo revelam um grau de complexidade na macrobiótica intestinal desconhecido até agora, ...., e será fundamental no desenvolvimento de novas estratégias para combater doenças através da manipulação de micróbios do intestino.
Durante vários anos a evolução das bactérias tem sido estudada em ambientes altamente artificiais, mas os investigadores do IGC propuseram-se estudar a evolução da E. coli no seu ambiente natural: o intestino.
Assim, os investigadores colonizaram ratos com E. coli e analisaram as fezes para as mutações que entretanto surgiram no interior do intestino.
Os resultados indicam a ocorrência de muitas mutações, sendo que as bactérias que transportam mutações diferentes competem para se fixarem no intestino.
Os investigadores descobriram ainda que, apesar da alta complexidade do ambiente natural estudado (intestino), o processo evolutivo é altamente reprodutível, pois as mesmas mutações verificaram-se em populações de E. coli em diferentes ratos.

Lusotropicalismo
* Estas descobertas também poderão ser importantes para atenuar os conflitos inerentes às grandes migrações populacionais para ambientes diferentes onde já vivem outras espécies. Adaptation to novel environments involves the accumulation of beneficial mutations. If these are rare the process will proceed slowly with each one sweeping to fixation on its own. On the contrary if  ...
Dado que o “processo evolutivo é altamente reprodutível” quem sabe se assim se poderia evitar que se repitam os genocídios se África e dos Balcãs ou os conflitos étnicos que se temem na Ucrânia e na Europa mas com recurso a métodos que não envolvam “manipulação de micróbios”.


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6.3.14

 

Janízaros

«Eles podem estar no poder, mas nós somos o poder»

Quatro polícias explicam na primeira pessoa por que motivo vão à manifestação de hoje. Milhares de agentes das forças de segurança vão protestar contra os cortes orçamentais.


... jamais vi muçulmanos mais fanaticamente dedicados à fé do que aqueles antigos cris­tãozinhos que haviam sido brutalmente forçados a uma camaradagem viril, casta, orgulhosa e rica.
De espírito temperado a fogo, eram capazes de morrer pelo sultão ou de o derrubar fomentando a revolta; a força do Impé­rio estava neles. Neles residia também a sua fraqueza. Os janízaros podiam fazer e desfazer sultões como os soldados romanos faziam com os imperadores…

Como por acaso, a partir do dia seguinte ressoou o sinistro barulho do bater das colheres contra os caldeirões virados ao contrário pelos janízaros. Nada é mais medonho para um sultão do que ouvir esse sinal da revolta do seu exército. E aquilo batia como um coração a palpitar, cada vez com mais força...
- As normas a respeitar quando se acede ao trono não deviam ser ignoradas, Vossa Senhoria... - disse Sokolli calmamente.
- O dinheiro, Sokolli! Depressa! - gritou Selim transtornado.
- Oh! não, agora já, não. Deixai-os esfalfarem-se um pouco, depois cedereis.  
C. Clément. A Senhora. ASA 2002

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5.3.14

 

Distinguo

Estamos a comunicar?
Acabou também um certo sentido universal, comungado, sobre o significado das palavras, que nos permitia uma base de sustentabilidade comunicacional mínima. Já não partilhamos significados ....
Neste aumento do desfasamento de competências entre a emissão e a recepção, estamos a duas velocidades distintas, com a particularidade de nos encontramos embebidos numa voracidade predadora, dada a dureza dos tempos que atravessamos. Voracidade que nubla o pensamento e dificulta a cooperação, a compreensão. Mudou muita coisa na comunicação e nós – temos de o confessar – não conseguimos ainda perceber o quê.
E aqui, ou nos juntamos num redesenho da comunicação ou isto torna-se muito estranho.
Acima de tudo porque penso que não reflecte algo que nos caracteriza como espécie e que nos permitiu – entre outras características – sobreviver e evoluir. Que é a nossa capacidade de genuinamente entender o que nos diferencia e de fazer disso uma força, cooperando. GUTA MOURA GUEDES 
* É o equivalente social da nebulosa perturbação imunitária que leva a confundir o que é “nosso” com o que é “alheio”, que explica a susceptibilidade ao cancro, às infecções por gemes oportunistas e às doenças auto-imunes.

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4.3.14

 

Pangloss ATUAL

Uma estada de oito dias num hotel do Dubai.
Atual Expresso 1 de março de 2014

Para acabar um livro na sombra de Leibniz ... Precisava de se afastar, de se isolar... longe de tudo, sem distrações.
Viver uma semana fechada numa imitação do "melhor dos mundos possíveis”,
"Fiquei numa espécie de cápsula, em suites de luxo."Ou seja, a milhares de quilómetros e no extremo oposto da sua existência normal.”

* Voltaire não imaginaria melhor alegoria. 

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3.3.14

 

Espelhos nos painéis frontais da Sala das Sessões.

Reflex
Para mais reflectidas deliberações da Assembleia da República.

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Tão gordo título para tão magro vestígio

... vestígios de pequenas quantidades...

Autópsia revela álcool e droga no corpo de uma das vítimas do Meco

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2.3.14

 

Executive master


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Se a ria encrespar

Embarque d'água pela borda devido à mudança brusca nas condições de tempo.

Ah, pois é...
"o problema é o que acontecerá se mudar a política global de taxas de juro", que estão muito próximo do zero. Ora, o nosso serviço da dívida já é muito pesado e a nossa dívida elevadíssima. Se as taxas de juro subirem, a coisa irá fìcar preta..
Nicolau Santos Expresso 1.3.2014

* A ria ou o Mar Negro.

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SHOES  &  ACCESSORIES
A mulher como acessório da mercadoria

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Manchete dos jornais


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1.3.14

 

A praxe p.c. da AR

“Para que tudo não fique na mesma – Pôr fim à violência da praxe”.
BE quer universidades a fazer recepções lúdicas aos caloiros

  *  Convinha aproveitar o ensejo para apelar também ao fim do MRSA e outras estirpes virulentas resistentes aos antibióticos. E aos andaimes perigosos.
·         Queda de andaime faz sete feridos 

Praxe: o que têm proposto e chumbado os deputados ao longo dos anos?
Para que tudo fique na mesma e posta em sossego a consciência p.c. 

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Breve análise dos resultados PISA 2012

Comparei os resultados dos alunos portugueses com os macaenses com base nos  gráficos da OCDE (PISA 2012) 

Relativamente aos macaenses, os filhos dos portugueses mais qualificados têm resultados semelhantes em Matemática mas piores em Ciência e muito piores na Leitura.
Os filhos dos “doutores” portugueses têm melhores resultados em Matemática e Ciência mas piores na Leitura.
Os filhos dos portugueses menos qualificados são piores nas três áreas avaliadas.

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