alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

31.7.06

 

Eterna felicidade em Macau. (Prima para ampliar ... a imagem)

 
Alarmismo

O alarmismo sempre foi das armas mais poderosas, lucrativas e eficazes, valendo-se da ignorância, ingenuidade e atracção pelo fantástico da maioria do público para lhe incutir os mais absurdos conceitos, normalmente com o fito de dirigir consumos, obter votos, vender movimentos políticos ditos humanitários, arregimentar marchas de protesto, publicar lucrativos artigos noticiosos e conquistar tempos de antena. F. Gomes da Costa

 
Remédio ou medicamento?

O Estado gasta 20 milhões de euros por dia com o SNS. A pergunta é: é possível gastá-los com mais eficiência? Pergunta retórica, para a qual ainda falta o medicamento certo.

Não é de medicamento que se precisa mas de remédio.

 
Caro SNS
Estado gasta 20 milhões de euros por dia com o SNS

Dois euros diários para a saúde é demasiado. Será preferível cortar uma fatia ou a franja supérflua e manter o núcleo d’oiro?

30.7.06

 

Macau antigo. Rua da Felicidade (prima para ampliar)

 


O pombo vem comer à mão de quem lhe paga e borra tudo onde poisa.

 
A trindade segundo S. Bazar

A banca, o centro comercial e o pombo publicitário.

29.7.06

 
KELLOGG'S

Para que serve um aviso titulado desta forma e publicado desta maneira? (Expresso 29-7-2006)
Para que se acautelem (… o produto contido no saco não deve ser consumido) ou para se acautelar?

 

Beco da Felicidade. Macau (prima para ampliar)

 
embrulhada

Saber-se-á algum dia quem compilou os dados do "envelope 9" e com que critério o fez? E por indicação de quem? Amílcar Correia. Um envelope inexplicável

“... é fácil ver conspirações onde só existe má-vontade, estratégia onde só existe negligência e corrupção onde só existe desleixo.” J. Vítor Malheiros

28.7.06

 
Montra de automóveis em Macau

O nicho religioso na loja da China comunista.
O mercado abençoado pelo odor dos pivetes de Buda e de Deng Tsiao Ping.
Um país, três sistemas.

 
O Evangelho segundo S. Bazar

Compro, logo existo
O Dolce Vita como visão do Paraíso

O consumo como via para o êxtase
O dinheiro como passaporte
A mercadoria como ópio
O lucro como bênção

 
Job incréu

Job teria sofrido inúmeros revezes que o levaram à extrema miséria; tudo sofreu, resignado, crendo serem provas a que Deus o submetera.
Quem não acredita não pode esperar auxílio sobrenatural; terá que resistir estoicamente, procurando resolver os problemas que lhe desabam em catadupa, alguns por erros seus, muitos por má fortuna. Conta só consigo e com os seus e espera pela mudança da roda do acaso.
O doente, incurável, sente-se melhor e a manhã está fresca e luminosa.

 

rodado (para ampliar, prima a imagem)

27.7.06

 

Catedral de S. Consumo

 
A idolatria do mercado

…uma religião onde o culto é permanente, deixando de haver distinção entre os dias santos e os dias de trabalho, já que o trabalho é a celebração do culto. O culto da religião capitalista é naturalmente o culto da mercadoria. W. Benjamim. O Capitalismo como Religião 1921. (A. Guerreiro. Actual 22-VII-2006)
O trabalho como forma de oração.
P. Teixeira Pinto. (OD) BCP

 

Beata Cola

 
O feitiço da mercadoria

Um objecto do trabalho humano, para se tornar em mercadoria tem de sofrer uma transfiguração que lhe dá feitiço … O Carácter de fetiche da Mercadoria. Marx (A. Guerreiro. Actual 22-VII-2006)

 

S. Amaro por Frei Cipriano da Cruz

 
Idolatria

“Foi um homem ao mato. Levava o seu machado às costas, e o seu intento era ir buscar um madeiro para fazer um ídolo… Partido o tronco … em dous cepos, a um destes … fendeu-o em achas, fez fogo com elas, e aquentou-se, e cozinhou o que havia de comer. O outro cepo … desbastou-o, e tomando já o maço e o escopro, já a goiva e o buril, foi-o afeiçoando em forma humana. Alisou-lhe uma testa, rasgou-lhe uns olhos, afilou-lhe um nariz, abriu-lhe uma boca, ondeou-lhe uns cabelos ao rosto, foi-lhe seguindo os ombros, os braços, as mãos, o peito e o resto do corpo até os pés. E feito em tudo uma figura de homem, pô-lo sobre o altar e adorou-o.
Pasma Isaías da cegueira deste escultor; e eu também me admiro dos que fazem o que ele fez. Um cepo, conhecido por cepo, feito homem, e posto em lugar onde há de ser adorado
!”
António Vieira. SERMÃO DA TERCEIRA DOMINGA DA QUARESMA. Pregado na capela Real no Ano 1655. Porto: Lello & Irmão, 1993

25.7.06

 

Hospital medieval

 
Purgatório III

É também por isso que os hospitais não devem impedir que os doentes entrem acompanhados. Não podemos deixar as “almas” nem os doentes a eles mesmos justamente quando mais precisam.
Lutero discordava desta perspectiva, mas foi há 500 anos e num contexto muito diferente.

 

Alminhas II

 
Purgatório II

Muitos acidentes são resultado de imprudência; muitas doenças são resultado de maus hábitos --seriam a pena de pecados pessoais. Algumas são hereditárias, fruto de faltas dos pais de que os filhos vêm a sofrer; faltas pessoais ou meros erros de cálculo -um azar conjugal. Também outros, muitos, sofrem sem culpa própria; a causa é de outros – fumo passivo, radiação, desleixo, pressões sociais, acidentes, guerras…
Todos acorrem aos SU; o mesmo ocorreria no Purgatório – por isso a Contra-Reforma cria que era possível ajudar as “almas do Purgatório” aliviando penas alheias, “dos que penando ali estão” pela “esmola ou oração”, tal com se faz nos SU.
Tal como muitas causas não são da responsabilidade dos doentes, também parte da culpa dos penitentes não teria sido sua; é isto que as “alminhas” evocam. Com “Vossa esmola ou oração” ou com a recordação para que os não esqueçam, tal com os doentes nas macas do SU.

 

Alminhas I

 
Purgatório I

O Serviço de Urgência hospitalar português é o modelo terreno do que seria o Purgatório: um lugar de espera, onde o tempo parece não correr, em sofrimento que se espera redentor.
No Purgatório cada um estaria a expiar as suas culpas; ali contava mais o peso dos pecados que o pobre pecador. Também no SU cada um é atendido em função da gravidade da sua situação mais do que em função do seu sofrimento.
As doenças mais graves têm prioridade – os acidentes graves e os infartes de miocárdio são o equivalente dos “pecados capitais”. O acidentado arrisca-se a morrer sem ter tempo de se arrepender do erro grosseiro; a extrema-unção pode não chegar a horas.
O infarte é o castigo resultante de muito repetidos pecados mortais da gula e da preguiça.
Nos SU predominam os velhos; todos expiarão os múltiplos pecadilhos que terão acumulado ao longo da vida.

 
Lugares ao Sul

Uma portuguesa média vive até aos 81 anos. Mas aos 62 anos tem algum problema de saúde incapacitante, vivendo 76,4% da sua vida sem problemas de saúde, apenas em melhor posição do que cinco dos 14 países analisados: Holanda, Finlândia, Reino Unido, Dinamarca e Suécia.
Já um português médio vive menos, até aos 75 anos: 81% das suas vidas de boa saúde. Só têm pior desempenho a Finlândia, a Suécia e a França.
Os finlandeses são os que podem contar com maior número de anos com algum tipo de incapacidade. No extremo oposto, como o país europeu onde se tem saúde até mais tarde, está a Itália.
Observatório Europeu das Esperanças de Saúde 1991-2003.

* É preocupante que os cidadãos dos países de referência tenham menos anos de vida saudável que nós. Neste aspecto, nem a Finlândia serve de exemplo; ao observar os estilos de vida dos adultos e das crianças portuguesas actuais – sedentarismo, obesidade e preocupação – em breve a ultrapassaremos.

 
Pé de talião

Para tratar uma grave infecção do pé, o exército e o movimento israelita pela paz não confiam em antibióticos mas numa amputação preventiva, “tentando esmagar o micróbio onde quer que ele se esconda Amos Oz
Uma táctica desajustada compromete um objectivo correcto.

 
"Público é de todos; privado é de alguns"
a principal diferença é que, enquanto a cobiça das empresas é disfarçada, a dos funcionários (públicos) vem apregoada nas manifestações por mais salários e reivindicações públicas de regalias. O desprendimento anda muito omisso.
… o PCP deixou de ser um partido de utentes, que sabem bem que o público não é de todos, para passar a ser dominado pelos interesses das corporações que vivem de manter essa ilusão.
J. César das Neves

23.7.06

 
delírio rigorista
... o delírio rigorista só complica a nossa vida e acaba a preconizar que se combatam males subtis com a alarvidade da cirurgia de guerra. Legislar é arte de canhão, não de florete. Não se legisla sobre aquilo que um fiscal ou uma rusga podem resolver. Porque o excesso de zelo na protecção das mentes frágeis e das imaginações sugestionáveis não tarda a saltar da saúde pública para os costumes recomendáveis. E se o ser de Estado não absolve o terrorismo, o estar na lei também não absolve a censura.
Simpático mesmo era que fosse levado a sério o já legislado sobre publicidade enganosa. N. Brederode Santos

21.7.06

 

em obras

20.7.06

 

Ratoeiras

À consideração da Autoridade da Concorrência

Na estação de Serviço da Aveiras não há alternativa: uma laranja - dois euros.
O pinhal da Azambuja não é longe.


 
Civismo condicionado

O ar condicionado pinga para o passeio, molhando o transeunte descuidado.
É o equivalente do “lá vai água” medieval.

19.7.06

 
A oeste da Europa, a leste do paraíso

Portugal é um dos países da UE onde os acidentes matam mais jovens de menos de 20 anos, mas é onde a taxa de suicídio é mais baixa. Eurostat 2001 – 2003.

Os acidentes não matam; os jovens é que morrem no acidente. Muitos destes serão suicídios involuntários “na forma tentada”.

 
Personalidade

Preocupados com a personalidade dos magistrados, os juízes querem os futuros colegas submetidos a exames psicológicos de selecção antes do curso de acesso à profissão.
* Para além (ou em vez) de “exames psicológicos”, sugiro um processo simples e económico: perguntas adequadas aos seus colegas de Faculdade.

Dentro de dez anos teremos maneira de avaliar a sensatez dos novos juízes e a validade dos “exames psicológicos” e da opinião dos colegas.

18.7.06

 
Belas ratoeiras

As agências bancárias portuguesas são as melhores da Europa em termos de instalações, equipamento, atendimento, localização.
Os
bancos portugueses são os segundos mais caros da Europa em termos de comissões cobradas sobre os empréstimos concedidos.

15.7.06

 
Apesar dos ultravioletas

Apesar do calor intenso e dos redobrados avisos para as pessoas se protegerem dos malefícios dos raios ultravioletas, uma forte chuvada abateu-se sobre a Covilhã.

14.7.06

 
O isco e o anzol

Há meio século, a “pílula” desligou o prazer sexual do “risco” reprodutivo (o isco do anzol); a mesma lógica levará à generalização da “drageia” da gula sem risco de obesidade.
São dois dos
sete pecados mortais; a cobiça já tinha sido absolvida por Lutero e elevada a virtude pública pelo capitalismo.


 
Obesity Reaches Epidemic Levels
Outrora um problema dos ricos, a obesidade atinge hoje 300 milhões de pessoas em todo o mundo.
Provavelmente porque a acumulação gorda permitiu a sobrevivência nos ocasionais períodos de fome nas ilhas do Pacífico, quase metade dos adultos da Samoa é obesa tal como 80 % dos adultos de Nauru.

* O mesmo processo selectivo que permitiu sobreviver à fome cíclica, levou agora à obesidade nas sociedades satisfeitas, opulentas ou não.
Portugal não é excepção. Se não tivermos juízo, não serão necessários milhões de anos para que os genes sóbrios desapareçam com a extinção da população actual.

 
Malthusianos ou sóbrios

Se toda a gente consumisse como a média dos países desenvolvidos, o mundo só poderia sustentar prolongadamente mil e oitocentos milhões de pessoas, quando actualmente conta três vezes mais e se prevêem cinco vezes mais em 2050. E. Assadourian, Vital Signs 2006–2007

12.7.06

 
"Paris vaut bien une messe"

Zapatero não foi à missa
Henrique IV foi: "Paris vaut bien une messe" .

Zapatero terá quebrado uma tradição recente
que não começou com Henrique IV.

 
respigo
mais altos, mais louros, e mais ricos

No dia em que os portugueses jogassem xadrez em vez de dar pontapés numa bola, ouvissem Chostakovich em vez de Amália, e lessem Voltaire em vez de ir a pé a Fátima, todos ficaríamos subitamente mais altos, mais louros, e mais ricos. Rui Ramos

11.7.06

 

Jóias

Os brincos como finta, passe de prestigiditação que leva a não ver o que se quer ocultar -- alguma imperfeição ou aleijão; terá começado por ser uma prótese pela falta de uma orelha ou de um lóbulo, perdidos nalguma refrega?
As pulseiras e as escravas, inicialmente protectores (ou algemas?) e, depois, estratagemas para distrair de algum dedo torto, a menos ou a mais?
E os colares, imaginem a origem?

 
Os lucros da banca subiram 30 % no ano passado e os impostos pagos ao Estado cresceram 15 %.
As 47 instituições de crédito que actuam em Portugal obtiveram um resultado líquido de 1598 milhões de euros no ano passado. (160 € por português)

Eu esperava o contrário; o imposto, progressivo, a crescer mais que o lucro.
Para onde terá ido o resultado líquido? Investido ou entornado?

10.7.06

 
Órfãos asilados já há 50 anos

Coimbra, 3 de Maio de 1956 - Dir-se-ia que quanto mais os sistemas agregam os homens no redil social, mais sozinho e desamparado deixam cada indivíduoo. Com todas as protecções do Estado, o pobre do cidadão fica sem o afecto de ninguém. Embora não usemos ainda uniforme, somos já todos órfãos asilados. Miguel Torga, Diário VIII.

 

desterradas do mundo

 
Imunes à solidão (há 50 anos)

Salgueiral, Coja, 23 de Dezembro de 1958 -São muito pobres estas nossas aldeias sertanejas, onde a graça de Deus só chega por alturas da côngrua e a de César por alturas da décima. Mas gozam dum bem que nenhuma riqueza compra: a de serem imunes à solidão. Apesar de viverem desterradas do mundo e fazerem parte de uma pátria de desterrados, dentro dos seus muros reina o con­vívio. A vida articula-se nelas de tal maneira, que a lepra do ensimesmamento não as pode contaminar. A velha que espreita à janela, o homem que sai de enxada às costas e a criança que solta o gado da loja são pedras indispensá­veis dum jogo de muitas figuras essenciais do mesmo retábulo que nem separadas ficam sozinhas. Miguel Torga, Diário VIII.

 
"Somos maus, bastante maus..." e ignorantes

Como tem sido dito e repetido, em nenhuma outra área de actividade somos capazes de nos posicionar numa honrosa quarta posição a nível internacional.
No que é verdadeiramente essencial, não somos dos melhores do mundo nem dos melhores da Europa... Nos sectores que realmente interessam...saímos sem honra nem glória no campo das comparações. Somos maus, bastante maus.... Editorial. Expresso 8 Julho

Será assim mesmo no que se refere a índices da saúde das crianças? Em Portugal a mortalidade infantil baixou cerca de 75% entre 1980 e 1998 (INE) e é agora, tal como a perinatal, a 5ª melhor da Europa.

Em 2004 conquistámos o 3º lugar do podium (ex aequo com onze outros países) nas olimpíadas do estado de saúde das crianças nos primeiros 5 anos de vida, (UNICEF 2006).
Em 2003, Portugal foi o 6º Melhor País para Crianças.
Não é isso "verdadeiramente essencial"? Acontece que estes índices excelentes foram concretizados por todos os portugueses e não apenas um punhado de excelentes escolhidos.
Cabe aos jornalistas e aos jornais de referência divulgar estes dados, para que os portugueses não sejam levados a julgar que só a equipa nacional de futebol é motivo de orgulho.

7.7.06

 
Impunidade arqueológica

Quem aposta que o responsável pelo “lapso burocrático” terá uma pena superior à de quem não teve a coragem do o reparar a tempo?

 
Negligência arqueológica

O pedido ao IPPAR feito em Março de 2005 foi respondido há duas semanas.
Menos tempo demorou a chegar a carta de El-Rei autorizando Afonso de Albuquerque a conquistar Malaca.

 
Prepotência arqueológica

Confrontada com o facto, a Direcção Nacional do IPPAR decidiu de imediato cancelar o referido acto e diligenciar no sentido de apurar os antecedentes relativos a todo este processo.”

Em vez de resolver o imbróglio com a urgência que se impunha, vão procurar os culpados.

 
Burocracia arqueológica

Geraldo Geraldes estava prestes a entrar em Silves, já tinha aberto a ponte levadiça, quando Afonso Henriques mandou suspender a conquista por não lhe ter sido solicitado beneplácito.

6.7.06

 

a fingir

 
O dia seguinte

Coimbra amanheceu serena, sem uma brisa; das janelas pendia a roupa e as bandeiras, quietas, resignadas. O Sol ia secando as últimas gotas.

5.7.06

 
just for fun

O modelo seria o do isco no anzol; o “divertimento” sem o que a espécie se extinguiria.
A pílula eliminou o anzol; ficou apenas o isco na ponta do cordel.
Precavendo um desaire, não se dizia ir à pesca mas “ir dar banho à minhoca”.

 
direitos conquistados e deveres herdados

… só em estando a completar uma década de entrega à profissão é que vislumbro a possibilidade de conseguir estabilidade. Percorri o país, somando contratos, contando tempo de serviço, abdicando e adiando para o incerto a vida pessoal e familiar. Como pode a senhora ministra dizer a um colega que diariamente percorre mais de 200 km de distância, entregando-se de corpo e alma à educação no espaço da escola como desejaria, em chegando ao lar, dedicar-se aos seus filhos, pergunto, como pode dizer-lhe "não faz mais do que a sua obrigação"?

1. Direitos conquistados a quem?
2. 200Km é o dobro da distância da escola que esse professor aceitou à residência que decidiu manter; não é a mesma distância que os alunos dessa escola teriam que percorrer se aceitassem ir estudar no local da residência do professor, mantendo a sua?

 
o mais antigo Hospital Pediátrico do mundo

Data na verga duma das portas dos quartéis para os romeiros que acorriam ao Convento de Celas; por essa época ter-se-á construído também o Dormitório Novo das monjas, actual Hospital Pediátrico.

 

A final

Um siamês pronto a defender as cores do seu país.

 
Os quatro

Itália, Alemanha, França e Portugal. Franco não teria gostado de ser deixado de fora.

4.7.06

 


Santos pés

A sola dos chapins da Rainha Isabel e a planta do pé de Buda.

A perspectiva que nos oferecem dos gautamas.

 

A alma da Rainha Santa evola-se.

 
Um fraco PIB faz forte um médio consumo
"Dizem que isto aconteceu porque o PIB português não cresceu suficientemente", mas "é com estes meios que temos que saber viver". Ministro Correia de Campos

Um fraco PIB não explica um consumo disparatado
Em 2004, cada português gastou 329 € com medicamentos, contra 307 da média da OCDE.

3.7.06

 

Coimbra, capital europeia da cultura

Duas legendas no portal do convento de Celas.
A da direita é clara -1530; quem consegue decifrar a da esquerda ?
Não seria de esperar que todas as legendas significativas de qualquer monumento estivessem transcritas de modo legível e, melhor ainda, interpretadas ?

2.7.06

 

civilidade

Até um burro respeita as prioridades - não fala antes de tempo.

Não foi esta cavalgadura a responsável pelo estacionamento na curva e fora de mão.

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