alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

27.2.18

 

Desnorte


Até o Polo fica desnorteado com este clima

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25.2.18

 

Gruffiti


Noto racismo

Qu'é dos anti-racistas do meu país estranho?
Onde estão eles que não vêm protestar?

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Novos-inovadores

Uma magnífica análise.
Seria difícil subestimar o valor central da Inovação em qualquer sociedade, economia, instituição ou empresa do séc. XXI. Trata-se de algo absolutamente crucial para manter a liderança, a competitividade e a eficiência. É mesmo essencial para assegurar a sobrevivência de modelos de negócio, tecnologias, nações, produtos ou sistemas políticos. Contudo, o empolgado reconhecimento dessa relevância tem transformado a palavra Inovação numa moda retórica, algo que “fica bem” em qualquer discurso de um político, um académico ou um empresário. Induz um ar de frescura e modernidade. Todavia, a ritualização do conceito de Inovação enquanto moda, marketing de imagem ou exercício pseudo-intelectual, frequentemente parece contaminá-la com abordagens excessivamente simplistas, fáceis, amadoras e redundantes. Talvez a genuína Inovação seja prejudicada pela ligeireza com que é invocada.
Mencionar a Inovação um milhão de vezes não transforma ninguém num inovador. Frequentar mediaticamente eventos como a Web Summit ou cerimónias de apresentação de “programas” sem fim, “fundos” e dinheiro, muito dinheiro, pode capitalizar visibilidade simpática. Mas talvez o que sobra em fácil imagem possa faltar em substância.

O que limita a competitividade da economia portuguesa não é um atraso tecnológico mas um atraso de mentalidades, uma cultura de trapalhice, uma fraca gestão, uma compulsiva regulamentação tão exagerada que se torna terceiro-mundista e que gera uma burocracia que asfixia os cidadãos, as empresas e os verdadeiros inovadores. E, lamentavelmente, talvez nada em Portugal necessite de mais inovação do que a decrépita política.
As empresas estão, em média, razoavelmente equipadas com tecnologia. O que falta inovar é a inteligência criativa da sua gestão, que é desorganizada e fraca no plano corrente e péssima no fundamental âmbito da gestão estratégica.
Como aqui não existe essa inteligente humidade e essa lucidez estratégica, vivemos em constante negação das realidades e tentamos todos acreditar que a solução é uma qualquer nova chuva de dinheiro, fundos, programas.
A facilidade com que se assimilam simplismos é impressionante. Criancinhas exibem os seus telemóveis e os seus tablets perante pais que se julgam muito modernos mas que, na verdade, podem estar a revelar tiques de provincianismo. De facto, muitas dessas criancinhas gerarão jovens e adultos que, com um ar tecnologicamente deslumbrado, não terão desenvolvido capacidades de simples cálculo mental ou de real criatividade pessoal. No passado, crianças brincavam com peças básicas da LEGO (cana e arame) para imaginarem e construírem com criatividade pessoal a partir do abstrato. Agora as criancinhas recebem módulos da LEGO já “pré-pensados” e digeridos. Montam o que alguém pensou por si e seguem o desenho das instruções. Subtilmente, criam-se de gerações de executores, em lugar de gerações de inovadores e criadores. As exceções são aqueles que resistirem a esta normalização. A China é agora o maior mercado da LEGO e aí as crianças são incentivadas a imaginar. 
Pedro Jordão         
                       
*São descendentes mentais dos teutões que, no sec XIII, julgaram ir dominar o mundo pelo poder mágico dos seus elmos reluzentes e da bênção dos seus bispos. 




Não se deram conta da fragilidade do terreno em que se moviam, o gelo cedeu e afogaram-se arrastados justamente pelas armaduras - a inovação que julgavam bastar. (Alexandre Nevski. Eisenstein)

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21.2.18

 

Seca severa a extrema


Perdida a esperança na natural


O fumo é do público.

19.2.18

 

À banca, à banca

BANCA

Supervisor preocupado com efeito da euforia do crédito nos bancos
A concorrência desenfreada entre bancos na concessão de empréstimos aos particulares obrigou o Banco de Portugal a impor vários limites, de forma a evitar o aumento do crédito malparado.

* Diabo
À barca, à barca, houlá! Que temos gentil maré
"Ó glória de comprar! Ó vã cobiça 
desta vaidade, a quem chamamos Fama!
Sec XVI

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18.2.18

 

Con sumo interno


Três séculos depois, Portugal tornou-se o principal mercado do vinho do Porto

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Ínsua dos Bentos



Prima para ampliar
Nos saudosos campos do Mondego
de teus fermosos olhos nunca enxuto.


A montante do Parque Verde, o campo amarelo da Ínsua dos Bentos, visto da Ladeira do Batista.

16.2.18

 

O continente produz conteúdos


Para quando a descolonização das mentalidades?

O continente africano produz conhecimentos e reflexões...



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14.2.18

 

Árbitros proibidos de usar publicidade na frente das camisolas

* Não seria mais fácil tirar os espelhos dos balneários?

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Quarta-feira de cinzas



13.2.18

 

Entrudo

Rates

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12.2.18

 

O preço da fome


Um objectivo que nos é caro

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9.2.18

 

Globalização - O Oriente é o Ocidente ao espelho


Nos Lusíadas, Camões definiu o Cabo da Roca como o sítio “onde a terra se acaba e o mar começa”. O Cabo da Roca é o extremo ocidental da Eurásia, no extremo oriental temos a aldeia coreana de Tomal (que em coreano significa o fim da terra), onde a Eurásia acaba e começa o Oceano Pacífico. O começo de Portugal é o fim da Coreia e o começo da Coreia é o fim de Portugal. Fico a pensar, com satisfação, se foi também um acaso inevitável António Guterres suceder a Ban Ki-moon na liderança da ONU.
Embaixador da República da Coreia em Portugal

E eu vou buscar ao ópio que consola
Um Oriente ao oriente do Oriente.

Fumo. Canso. Ah uma terra aonde, enfim,
Muito a leste não fosse o oeste já! 
                                                                 Álvaro de Campos. Opiário

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