alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

30.4.11

 














João Abel Manta

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Mito individualista
Tenho conseguido evitar, mais por tédio do que por cortesia, o casamento de William com Catherine. Acho que todos, ... preferiríamos que eles se pudessem casar em paz, sem serem observados.Fala-se muito do espírito moderno do casal mas, hoje em dia, moderno, moderno seria terem-se casado em segredo, convidando apenas as pessoas de quem gostassem (poucas), sem quaisquer convites por dever ou obrigação. MEC
* Uma opinião consequente com o mito individualista de que o casamento é um assunto de dois; mais do que os outros este é também um assunto de família, amigos, comunidade, nação, império. É disso que vivem os media. São os espinhos da coroa duma família real.
Nem a morte é um assunto exclusiva ou predominantemente individual; para morrer em paz exige-se uma certidão de óbito. No caso de suspeita de suicídio, até autópsia médico-legal se impõe.

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Meteoeconomia
Portugal não estava preparado para a crise
A Grande Lisboa não estava preparada para uma “depressão convectiva”.

A Grande Lisboa registou uma queda abrupta da temperatura (oito graus) que deu origem a um fenómeno denominado cúmulo-nimbo.
Trata-se de uma nuvem escura e espessa, que pode ter atingido 14 quilómetros de altura e que descarregou uma
quantidade de granizo inédita. Em alguns locais, atingiu meio metro de altura.
O Instituto de Meteorologia diz ter-se tratado de uma “depressão convectiva”.
"Neste momento em que atravessamos a
mais grave crise financeira desde os Anos 20 do século passado”.

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Romeu e Julieta ressuscitaram em Izeda cinco séculos depois.
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Ermelinda Capuleto tem 68 anos, Daniel Montecchio 65. Ambos são viúvos e, há uns meses, recomeçaram a namorar.
É daquelas histórias antigas: um namoro de juventude, contestado pela família, com Ermelinda e Daniel a acabarem por ceder e a seguir caminhos diferentes.
Reencontraram-se cinquenta anos depois que para eles parecerem cinco séculos mas nada mudara. E para impedir os encontros entre os dois apaixonados uma filha dela e uma irmã dele resolveram amarrar Ermelinda à cama do quarto e assim esteve seis dias.

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29.4.11

 


Cheira bem, cheira a Lisboa,
cantava Amália.
Sócrates promete tirar o
mau cheiro de Lisboa.

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Outra alternativa
A medida alternativa (à redução dos salários públicos e privados) seria aumentar o horário de trabalho, sem remuneração extra. Luís Campos e Cunha
* Melhor ainda: cumprir horários e trabalhar bem durante o horário; trabalhadores e gestores. Qualidade em vez de quantidade.

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Realeza britânica
Ao minuto
E as bocas dos bobos: Susana Almeida Ribeiro, Ana Gomes Ferreira, Miguel Esteves Cardoso, Ana Brasil, Filomena Silvano, Francisca de Souto Moura, Alexandre Bros

MEC: Começou a fase do tédio.


11h28: A tiara de Kate foi-lhe emprestada pela Rainha Isabel que a recebeu de presente da sua mãe quando completou 18 anos. É uma tiara Cartier, de 1936.

MEC: Mau sinal: o Elton John está a sorrir.

MEC: Que casal tão caprichoso - ela recusa-se a dizer que obedece e ele, para se vingar, não usa aliança.

MEC: Não filmam a cara da Rainha Isabel. Deve estar a chorar, com certeza. Not.

FS: Ainda a noiva ... demasiado maquilhada. Parece arranjada por um cabeleireiro de bairro.
NB: A maquilhagem escolhida por Kate é também discreta.

MEC: Que bom ser chapeleiro em Inglaterra!


MEC: Achtung! O chapéu da princesa Maria Eugénia é tóxico!


MEC: Chegou a aeromoça. Atenção às instruções de segurança.


*Londres é ventosa mas haveria outras maneiras de manter o penteado.

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A magia do regresso
A metamorfose da Gata Borralheira: veio plebeia de automóvel e saiu duquesa de carruagem.

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A bUrKa britânica


Naquele tempo as moscas importunavam toda a gente; as noivas protegiam-se com um mosquiteiro.

Com tanta gente na catedral, as noivas recorriam ao cheiro de flores.

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Gata Borralheira I


Os três Estados medievais - Clero, Nobreza e Povo – no casamento da Gata Borralheira
Por vezes é necessário estrumar o sangue”: S. Menezes dixit.

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28.4.11

 
Erros próprios e má fortuna colocam o país nas mãos do FMI

PE: “Vamos ter saudades do Sócrates

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Cofre meio vazio

Títulos de jornais para a mesma notícia

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Sociobiologia atrevida
Contas e sonetos

1.“É crucial que os decisores de política e os gestores públicos prestem contas e sejam responsabilizados pela utilização que fazem dos recursos postos à sua disposição pelos contribuintes”, afirmou o Governador do Banco de Portugal, à margem de uma conferência sobre os 35 anos da Constituição da República Portuguesa. Carlos Costa diz que nos últimos 12 anos os Estados e os Governos à frente dos destinos do país não foram prudentes. Endividaram-se e não quiseram cumprir regras europeias, de manter o défice abaixo dos 3%, ou de simples bom senso.
2. O presidente do Partido Socialista Europeu, o dinamarquês Poul Rasmussen, afirma que os
especuladores e a maioria conservadora na Europa e nas instituições europeias são responsáveis pela actual situação económica em Portugal.

Como se, em caso de tuberculose, uns acentuassem o papel do terreno – má nutrição - alguns o contágio, enquanto outros preferissem sublinhar a virulência do BK.

A interpretação de Luis Vaz é mais integral - não inimputa ninguém:
Erros meus, má fortuna, consumo ardente
em minha perdição se conjuraram;
....
Dei causa a que a Fortuna castigasse

as minhas mal fundadas esperanças.

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27.4.11

 
O consumo privado está a recuar desde Abril do ano passado.
Diz-se que Sócrates, o grego, gostava de passear pelos mercados de Atenas; quando os vendedores o assediavam, ele explicava:
- "Estou apenas a reparar quanta coisa existe de que não preciso"

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26.4.11

 
Sem conserto
Portugal teria evitado muita coisa se houvesse espírito de concertaçãoSócrates.

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É o que acontece quando se transforma o oiro em rosas

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23.4.11

 
Páscoa e Quaresma
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"E se me tivesse enganado e na morte entrasse não na vida eterna de Deus, mas no nada? Se assim fosse - já o disse muitas vezes e estou convencido disso -, de qualquer modo teria vivido uma vida melhor e com mais sentido do que sem esta esperança." Hans Küng.
*Terminado o curso, um grupo de amigos decidiu ir à "Europa"; muitos desistiram pelo que só foi o Antero e eu. Atravessámos a Espanha em Agosto num comboio quase vazio; às tantas entraram duas freiras para o nosso compartimento e a conversa esmoreceu. Pouco depois entraram dois jovens mineiros espanhóis que iam passar as férias com a família. Bem dispostos, faladores, tudo os extasiava – a beleza do dia, a perspectiva do regresso a casa e à família.
A freira mais velha tentou refrear a euforia: Não esqueçam que depois desta há outra vida...
O silêncio constrangido foi quebrado pelo mineiro mais extrovertido: Mas olhe que se não houver, as “irmãs” nem sabem o que perderam.

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Resíduos sólidos

Foi encontrado um feto humano entre os resíduos sólidos retidos no filtro da ETAR (Estação de Tratamento de Águas Residuais) de Bobadela. Diário de Coimbra 22-4-2011
* É o risco dos ralos complacentes.

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LEIA NO DN
Miguel Bombarda vai ficar vazio nas próximas semanas
PS prepara programa eleitoral em passo acelerado

Extrema-direita cresce de norte a sul

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22.4.11

 
Parecer fiável

As agências de rating alegam que não podem ser processadas porque o que fazem é pegar em informação que é pública e redigir um relatório de classificação equiparável a uma página de opinião ou a um editorial de jornal.
Os profissionais das agências de rating não são considerados peritos; “Se fossem tidos como tal, não estariam protegidos pela liberdade de imprensa” Laiman advogado.

Os contabilistas também emitem opinião mas, como são peritos, já não estão protegidos pela liberdade de expressão”. White, da Universidade de NY.
As opiniões das agências são influenciadas pelo dinheiro que recebem. Ajudam a criar falsos cenários”. Smolla, da Lee University School of Law, Washington. Expresso 16-4-2011
* Quer dizer, dados sensíveis são coligidos por criativos que emitem palpites a parecer pareceres, transmitidos como previsões empoladas como boatos pelos media financiados pelos mesmos interessados de que dependem as agências.
Assim se explica o seu fraco índice preditivo, a grande volatilidade das notações e, apesar de tudo, a sua aceitação pelas partes. Uma espécie de sondagem de opiniões, um barómetro para usar a analogia meteorológica com a respectiva fiabilidade mas sem a sua isenção.

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As regras do jogo

Normalizámo-nos. As regras do jogo são claras e simples: seguir, obedientemente, o jogo e as regras.

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*Os feitores de opinião semeiam-nas no terreno mediático que os ganhões regam, sacham, mondam, adubam (alguns estrumam); por fim, avaliam a eficácia da colheita em amostras de conveniência (telefones fixos); com uma taxa de resposta de 5,5%. (Marktest) AOCM.


Publicam-nas já podadas e assim se encerra o primeiro ciclo vicioso.
Quando os resultados não corroboram o esperado, ignoram-se os factos: os socialistas que sabem que não podem ganhar em circunstâncias normais, tudo estão a fazer e tudo farão para que a 5 de Junho a abstenção seja a mais elevada possível.
JMF

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Os refegos dos mercados (SIC)
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O mercado é levado da breca; aproveita tudo – nisso é que está o ganho.
Antes que esgote o filão das formas perfeitas (IMC ideal) – e amaldiçoado o das magras - tenta o nicho emergente dos gordos, agora politicamente corrigidos (são os novos heróis), absolvidos do pecado da gula que assim fica também normalizado – abençoado por S. Bazar. O negócio não podia menosprezar 30% da freguesia. .


Obviamente
Com a ajuda de crédito barato deslocámos recursos maciçamente do sector transaccionável para o sector não-transaccionável, em que imperam indústrias pouco expostas à concorrência e onde foi mais fácil passar os custos de produção para os consumidores. Obviamente o capital e o talento fluíram para estas indústrias. Pedro Santa Clara, Nova School of Business.

Para garantir a celebrada “liberdade de escolha” aos que podem, promove a 1ª “lipoaspiração” realmente não-invasiva.
Lucro a dobrar – na acumulação e na aspiração. Tudo na mesma revista com uma ÚNICA página a separá-los, onde se fala de bancarrota.

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21.4.11

 


Prosopopeia expiatória


Medicamento para a diabetes matou 500 pessoas em França
Neve já matou 20 pessoas na Europa
Facebook responsável por um terço dos divórcios

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Hidra de Lerna *

Santander e BPI vão fechar 71 balcões em Portugal
Redução da rede de agências pela forte crise de liquidez.


* Essa hidra era um animal fantástico que vivia num pântano. Tinha corpo de dragão e nove cabeças de serpente cujo hálito era venenoso e que podiam se regenerar.

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Da pobreza ao sobre endividamento
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Le Monde, um dos me­lhores diários do mundo, consa­grava uma página a Portugal. Lembrando que o país passou em trinta anos "da pobreza ao sobre endividamento", o jornal francês notava "a ausência de um plano global e coerente de desenvolvimento da economia, a promiscuidade entre pessoal político e chefes de empresa, a porosidade entre dinheiro pú­blico e interesses privados".
Le Monde evocava a megalo­mania das auto-estradas. Mas poderia também, mais perti­nentemente, ter frisado o desva­rio consumista para procurar explicar a crise actual. Ultra consumismo que salta aos olhos de quem, vivendo no Centro ­Norte da Europa, vem regularmente a Portugal desde o 25 de Abril. E que se nota logo à chega­da ao aeroporto. Com homens e sobretudo mulheres trajados com os melhores requintes da moda e os inevitáveis adereços de marca caríssimos. Com mon­tes de gente pendurada em te1e­móveis dos últimos modelos, em conversas espantosamente intermináveis.
Sai-se do aeroporto e o desfi­le de carros de grandes marcas é absolutamente assombroso. Chega-se a um comboio da li­nha do Norte ou da Beira Bai­xa e assiste-se ao incrível es­pectáculo exibicionista de Ipods e outros MP 3. de Ipho­nes e Blackberrys, de computa­dores portáteis e, evidentemen­te, dos recentíssimos Ipads. Um verdadeiro desfraldar de vai­dades, sem comparação algu­ma com a discreta modéstia que se vê na "capital da Euro­pa", por exemplo, num país de velha tradição industrial e com um nível de vida assaz superior.
Só que em Portugal, de há trinta anos a esta parte, assis­tiu-se a um total desvario consumista. Os portugueses passaram de uma sociedade pou­co mais do que subdesenvolvi­da, onde os bens de consumo corrente eram restritos e os essenciais muitas vezes faltavam, para uma sociedade ul­tra-consumista que está aliás a destruir o tecido económico e social do país. ...

A ânsia consumista e a irre­primível vontade de ostentação fez também expandir uma con­duta simples mas significativa: muita gente, de praticamente todos os meios sociais (com excepção dos excluídos do siste­ma e dos que nele reinam dei­xou de tomar o pequeno almoço em casa e vai tomá-lo em paste­larias e cafés! Mas alguém pensa que nos países do Centro-Norte há tempo e dinheiro para fazer isso? A crise actua1 obrigará tal­vez os portugueses a um pouco mais de bom senso... !
J.M. Nobre-Correia. Professor na Université Libre de Bruxelles
Diário de Coimbra, 21-4-2011

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FP25
O que faz falta.....
Zeca Afonso
Falta-nos quem saiba orientar o povo...”
Otelo Saraiva de Carvalho.

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20.4.11

 

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19.4.11

 
Não podemos parecer pelintras lá fora
Portugueses ocupam o quarto lugar no ranking das despesas realizadas com alojamento no estrangeiro. Mas são dos que menos gastam quando fazem férias em Portugal.

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18.4.11

 

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17.4.11

 

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16.4.11

 

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15.4.11

 

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14.4.11

 

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13.4.11

 

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12.4.11

 

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11.4.11

 

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Última cena

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10.4.11

 

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9.4.11

 

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7.4.11

 
Portugal e o Futuro 3

A pretexto de discutir o futuro do país, a RTP reservou o convento do Beato, iluminado a roxo e doirado, dada a época.

Os convidados mal enchiam metade do claustro; a outra metade estava reservada para os intervenientes, os “pivots” e os painéis.

As câmaras mostravam o resto do convento – átrios, corredores, escadórios – frios e vazios também.

Tudo preparado, iluminado, (aquecido?) para que uma centena de figurantes fizessem de ouvintes de meia dúzia de intervenientes, para efeitos cénicos; media oblige.

Tudo durou hora e meia, se tanto - a duração prevista para um espectáculo. Portugal.Beato.com

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O país que se segue
Roubini: "Olvidemos a Portugal y centrémonos en España"

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6.4.11

 

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Portugal e o Futuro 1
RTP1

Na semana em que Portugal declarou bancarrota este casal comemorou o 90º aniversário com apoio domiciliário de uma instituição; à jornalista, lamentou quanto gasta em medicamentos, entre outros, "para o colesterol"...

Profilaxia primária; discussão pública oscila entre a obrigação de prescrição por princípio activo ou de genérico.

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FEEF


Portugal vai pedir ajuda financeira à União Europeia.



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5.4.11

 

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Medidas de apoio aos camionistas

As medidas foram acordadas entre o Governo e as associações que representam os transportadores rodoviários de mercadorias - associações Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP) e dos Transportadores de Terras Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e puseram fim à paralisação dos camionistas.


* Para o DE apoiar as “associações de transportadores rodoviários” é apoiar os camionistas. Agora sabemos que iremos ser nós a pagar as portagens - o resgate pago pelo governo aos Transportadores de Terras Inertes e Afins que nos tomaram como reféns.

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