alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

30.7.18

 

Ferroviários peripatéticos



Há docentes do Politécnico de Lisboa a trabalhar a tempo inteiro na CP

Moram em Faro; quando chegam a Lisboa já são horas de voltar. Investigam durante a viagem.

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29.7.18

 

A ministra e o sobeta


A ministra da Defesa da República Centro-Africana atribui "grande importância" à presença do contingente militar português no país, que considerou "trabalhar com o coração", para segurança e protecção da população.

"É com o coração que estes militares portugueses estão a trabalhar na República Centro-Africana", sublinhou Koyara, que integra o Governo do Presidente Faustin-Archange Touadera, eleito em 2016.
"Esta força de Portugal assegura a segurança e a protecção da nossa população e isso é muito importante para o país. Os portugueses são reconhecidos pela população da República Centro-Africana, porque fazem um trabalho que é fundamental para a segurança e protecção da população", frisou Marie Noelle Koyara.

Damba (Angola) 1962
Do Quibeca, sobeta do povo Quingungo--"Agora que já está tropa e é bom, já vai melhor; mas primeiro era ruim tempo. O chefe de posto costumava mandar apanhar cabras e galinhas pelos cipaios e quando o dono ia no posto pedir dinheiro pagava 15$00 por cabra e 2$50 por galinha. Se o dono recusava preço então toca de levar porrada no focinho e puta que pariu todos os chefes de posto. Eles costumavam vir pedir gente para ir trabalhar no contrato e quando não aparecia ninguém, o sobeta levava palmatoada, e tinha de ir. Era no Uige e no Songo e noutras partes onde tem café. E lá, quando não tinha forças para trabalhar levava com pau nas costas e com chicote. Muitas pessoas morreram no contrato e gente ficar com medo por causa disso. Nos primeiros tempos ganhava 20$00 por ano e no fim já pagava 800$00 por ano e para vestir, sacos e comiam funge, feijão e peixe seco e se ficava com fome não comia mais; mesmo peixe podre tinha que comer para matar a fome. E se fugiam ao contrato nem sequer ligando ao tempo que já tinham trabalhado, vinham prender no povo e mandar para a terra donde fugiram..."
Quingena, sobeta do povo Lemba, estando presente declarou que "o maneira porque falou o outro é mesmo igual" E as mulheres disseram que "também era igual maneira"

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28.7.18

 

O Vesúvio como alegoria da gentrificação


Sociogeologia atrevida


O Vesúvio como modelo de gentrificação (baronização); a actividade vulcânica centrífuga como especulação imobiliária e os despejos como material piroclástico.

1. … responsabilizar esta insaciável especulação por uma profunda e quase sempre indesejada transformação urbana que substitui moradores permanentes por “moradores temporários”.
… mais do que o número de casos de despejos, o que aqui há de mais chocante é o carácter predatório dessa especulação.
Paradoxalmente, as cidades repletas serão cada vez mais cidades esvaziadas.

* Os elementos do fluxo piroclástico do vulcão activo distribuem-se segundo a sua massa – os de menor massa vão parar mais longe … mas o que era o cume da montanha é agora uma vazia cratera fumegante.

2. Os amanhãs que cantam e os mexilhões que sofrem. Pancros ML.
Já estávamos condenados à periferia pela ocupação inatacável dos inquilinos existentes e intocáveis e pela degradação dos imóveis devolutos, que ninguém renovava porque não valia a pena e muitas vezes nem sequer havia recursos para o fazer. A diferença é que agora há recursos para essa renovação, e quando a moda do turismo passar, porque passa sempre mais tarde ou mais cedo, teremos os centros urbanos habitáveis e disponíveis para quem quiser e puder morar neles. Teremos apenas que assegurar que o mercado do arrendamento funciona normalmente, e não cometer o erro crasso do congelamento das rendas, como no passado. Old Vic

Os solos vulcânicos são muito férteis, tornando-se bons para a agricultura.

* A alternativa é esperar pelos resultados previsíveis da dialética das forças da natureza ou bolinar, usando-as a nosso favor.
Tolice é lutar contra elas.

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Respeito


 Também nós, senhores professores, também nós, os avós, os pais e os vossos alunos, exigimos respeito.
Também nós, os doentes cuja doença não faz greve, esperamos  ser respeitados e tratados com dignidade, sempre. O SNS exige-o.

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27.7.18

 

Viagem a ilhas gregas


Castelo Svevo
Bari (que não é ilha grega) é a porta da Europa para a península balcânica e o Próximo Oriente; era o caminho dos Cruzados que se dirigiam à Terra Santa. 

Bari Vecchia, o centro histórico, permite conhecer a verdadeira essência da cidade. Ali se vêm pessoas alegres, risonhas e que vivem de maneira simples e autêntica. 

É onde se pode ouvir o incompreensível dialeto barese que soa alto nas ruas.
A rua de estar
Nessa pitoresca parte da cidade, que mais parece um labirinto de becos e ruelas estreitas, as portas das casas abrem-se diretamente para a rua; apenas uma cortina separa a rua da cozinha e sala da casa. Nas ruas as pessoas conversam e cantam; a rua (de estar) é extensão das casas. É onde as crianças brincam e os adultos colocam suas cadeiras para descansar.



Em cada esquina há a imagem de um santo com flores. Os balcões floridos são verdadeiros jardins suspensos.







* Ao saber que éramos portugueses, uns velhos vendedores de mexilhão logo evocaram o inevitável nome de Ronaldo, anunciando o confronto com Messi. Nesse dia jogavam Portugal e a Argentina, em jogos diferentes que ambos perderam.
Em Bari Vecchia sentimo-nos em casa; nos bairros antigos antes do tsunami turístico.



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Semiótica do despejo


Quem proclama que não sai? Quem ali vive desde que nasceu ou a cerveja que, apesar de despejada, continua a ocupar a Festa?
A prega do lençol tende a fazer um V do N.

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26.7.18

 

Viagem a ilhas gregas


Ducado de Naxos


Santorini é uma ilha seca, chove pouco, mas sempre viveu da agricultura, graças à maresia nocturna.
Até há 40 anos, 90% da população era agrícola; agora 90% vive do turismo, pelo que importa tudo. As vinhas quase desapareceram.
Eram produtores independentes, melhor, dependiam de si, do tempo e do acaso, agora são serviçais, dependem sobretudo de outros. Qualquer outro tremor – se o turismo fenecer - pode causar um tsunami social.

Como seria de esperar, a face interna da cratera (W) é escarpada – não há ali povoados – ao contrário da face externa: a costa Oriental tem grande superfície plana (fajãs) cultiváveis e cultivadas em tempos.

Mykonos e Santorini faziam parte do ducado de Naxos (outra ilha vizinha), ducado que um Sultão otomano (Sec XVI) ofereceu ao seu amigo e conselheiro, o português José Nasi. Este nascera em Lisboa da poderosa família Mendes, banqueiros judeus que foram obrigados a exilar-se e acabaram refugiados em Istambul. Naxos era uma “formosa ilha de onde vinham o sal e o vinho”, vinho que José Nasi fornecia ao sultão maometano…  
C. Clément. A Senhora. ASA 2002


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25.7.18

 

Viagem a ilhas gregas



Santorini 
Uma crista de casario branco no cimo duma escarpa seca.
… um seco, fero e estéril monte,
inútil e despido, calvo, informe,
da natureza em tudo aborrecido,
onde nem ave voa, ou fera dorme,
nem rio claro corre, ou ferve fonte,
nem verde ramo faz doce ruído…”
CANÇÃO IX

Belíssimo de manhã cedo e, sobretudo, à tardinha. Visitámos duas cidadezinhas – Tira (Tsira ou Fira), a capital e Oia, no cabo Norte que, tal como as outras de Santorini, ocupam a crista de um atol - a cratera de um vulcão extinto (Tera). O mar ocupa a caldeira donde emerge uma ilhota no meio – a antiga chaminé do vulcão.


Oia é belíssima, casas de muitas cores e formas a escorrer da crista da encosta. Ruelas irregulares, muito turistas e ainda era cedo. 





O comércio e o turismo ameaçam esta galinha de ovos de oiro; andar nas ruas de Tsira torna-se desagradável – que fará em Agosto.

 Tsira está irremediavelmente tomada por dentro pelo cancro do comércio para turista consumista. As tendas das lojas, na tentativa de proteger do sol as montras e os turistas, ocultam tudo – mal se vê o céu azul.

Santorini foi repetidamente destruída por erupções vulcânicas, terramotos e consequentes tsunamis. O que não era destruído pelo calor seria arrasado pelos tsunamis; donde as cidades ocuparem as cristas.
O nosso guia, bom historiador, chama à actual vaga turística, um tsunami - destrói quando chega de repente e quando recua.

Ninhos de andorinhas de barreira
Os frequentes terramotos desmoronavam as casas; salvavam-se os pobres que viviam em grutas escavadas na rocha mole.
Casas-grutas, a salvo dos terramotos e do calor; na crista do atol, a salvo dos tsunamis e dos piratas.
Com o tempo, essas habitações grotescas foram-se ampliando com varandas salientes que foram caiando e pintando – o que faz hoje o encanto de quem chega por mar e as vê de fora.
Há agora hotéis-boutiques também escavados na rocha; os ricos gostam de brincar aos pobrezinhos. Pela mesma razão os filhos usam calças de ganga rotas, como o operariado … E os espertos empreendedores aproveitam a onda.
Para descer de Tsira para o Porto Velho (ou subir de) há duas opções – funicular (quando não há vento) ou escadório (600 degraus) a pé ou de burro. Descemos a pé e foi óptimo.

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O desleixo sueco



O fogo arde onde há desleixo: ardeu a pobreza de Pedrógão, ardeu a riqueza de Mati... (E arderá todos os sítios onde o desleixo e a incúria reinarem”)
Para título desta newsletter com a apresentação dos temas do Expresso Diário desta terça-feira fui buscar de empréstimo o próprio título do artigo de abertura da edição, escrito por Nádia Piazza, presidente da Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande. Como ler e ver a tragédia de Mati, que matou pelo menos 74 pessoas, sem passar novamente pela mágoa profunda que silenciou Portugal há pouco mais de um ano?

Na Suécia, os incêndios florestais levaram as autoridades a pedir ajuda internacional para combater os fogos que se espalharam por todo o país nos últimos dias. Mas outros países conhecidos pelo frio e neve têm-se visto incapazes de lidar com estas ondas de calor intensas e prolongadas.

*O fogo arde onde há desleixo? Só não arde onde não há nada, Nádia. Nada, Expresso Diário.

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24.7.18

 

Viagem a ilhas gregas



Mykonos
Seca como todas as ilhas do Mar Egeu. Vale-se do clima e da água do mar, tépida e límpida, azul e verde… mas a areia da praia (Ornos) era gravilha de pedra-pomes. 

Era ilha de marinheiros cujas casas são agora lojas, restaurantes ou hotéis. Todas caiadas de branco, com escadas exteriores de cores vivas como as janelas; predomina o azul.

Chaminés estreitas e rendilhadas como as algarvias; casas de arestas boleadas de bonito efeito. Muitas casas com arbustos, videiras e flores. Bastantes 
árvores para uma ilha seca. 


Ruelas estreitas, num dédalo intrincado, cheias de turistas e ainda não era época alta. Calor sofrível pela brisa e pela sombra das ruelas.







Não havia igrejas mas muitas capelas, quase todas ortodoxas, abertas, com belos ícones bizantinos.

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Meteorologia


A causa são os anticiclones

Verão quente na Escandinávia e chuva em Portugal. 

Na Suécia, as autoridades pediram ajuda internacional para combater os incêndios florestais. No Japão, depois de um período de chuvas intensas, o calor já provocou 44 mortos.

GRÉCIA

Incêndios matam pelo menos 50 pessoas. Estado 

de emergência declarado.


* Portugal já ofereceu os préstimos da Comissão  Técnica Independente; a Assembleia da República quer ouvir os responsáveis pelos anticiclones.

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23.7.18

 

Viagem a ilhas gregas



Corfu
A ilha grega mais a norte (Mar Jónio) e a mais verde. Grega pela geografia – mas na costa albanesa – e a política mas veneziana pela história e arquitectura. Nem Corfu é nome grego – Kerkira soa muito melhor.
Arquitectura mista de veneziano e centro-europeu num emaranhado de ruelas estreitas já contaminadas pelo turismo; pouco interessante.
A maior praça (Esplanada) resultou da destruição de um bairro com cujas pedras se construiu um novo forte. Salazar em Coimbra, Ceauscesco em Belgrado…
Era domingo e assistimos a uma missa ortodoxa de deslumbrante liturgia e coros.

Paleokastritsa, a norte, tem belíssimas praias de límpida água azul-verde (é a ilha Esmeralda) com grutas na rocha vulcânica de cores variadas. Peixes e corais ou algas vermelhas como na Fonte doa Amores da Quinta das Lágrimas.
Bela paisagem, muito arborizada; oliveiras e ciprestes. Estradas estreitas de montanha com bermas pouco bem tratadas; lixo transborda dos contentores (era domingo).
A brisa marinha tempera o calor.

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à nossa saúde!


92 anos. Viva.
Algodres

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19.7.18

 

O Cruzeiro


Criados filipinos, indonésios e ameríndios; de escravos forçados a serviçais voluntários obrigados; neo-escravatura a termo certo.
Os oficiais de marinha italianos, impecáveis na sua farda branca, comandam navios de prazer. Make pleasure, not war.
Os passageiros passam o tempo ociosos – servidos de sol, piscina, bebidas, música …
Preguiça; mesmo a água (salgada) da piscina do navio é activada – repuxos, cascatas, jactos – para a actividade passiva os passageiros. A piscina era pequena mas a música fortíssima.
A única actividade vigorosa é a dança e mesmo essa era comandada por animadores.
Nas multidões emerge o primitivo, sem peias (le naturel revient au galop…); nas refeições self-service do paquete – havia também restaurantes – onde ia a maioria que podia ver e escolher sem intermédio de empregados e das ementas com nomes de pratos e peixes incompreensíveis (sward fish traduzido por peixe espada quando era espadarte) – desaparecia a civilidade superficial.
Muita gente, muitos encontrões (evitar a sopa), não por hostilidade mas porque todos procuravam o que queriam, sem olhar a meios. Velhos, grandes e gordos movimentam-se com a lentidão de porta-contentores. Ao contrário destes, param de repente e voltam para trás como se estivessem sozinhos, abalroando os veleiros; claro que nem pedem desculpa.
Os mais novos fazem o mesmo mas mais depressa; demais.
Uma boa escola para o/as filha/os famílias ricas aprenderem a singrar. Ai dos fracos.
Todos falam alto (espanhóis e italianos, a maioria). Raros sorrisos a desconhecidos; poderiam ser adversários.
Se havia que partilhar mesa, sentíamo-nos mal aceites – mal nos olhavam; os emergentes mais aptos nesta luta pela vida capitalista/consumista

“E la nave va”
Segurança à entrada e saída do navio em cada porto de escala.
 Nas portas do navio e dos restaurantes há líquido para desinfectar as mãos que quase toda a gente usa com a unção com que outrora se usava água benta nas igrejas.
A água do navio era a do mar dessalinizada.

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Trump ao minuto



É mais um volte-face: depois de ter negado que tinha negado que Putin interferiu nas eleições americanas de 2016, Trump veio agora afirmar que sim, o homólogo russo interferiu – e fê-lo pessoalmente.

Assim é difícil analisar a opinião do Presidente dos USA. Era disso que também se queixava Acácio Barreiros, (então deputado da UDP, 1976-78) das posições do PS na Assembleia da República. Mais tarde, Acácio Barreiros veio a aderir ao PS.

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Da ectoderme primordial


Cela 1964
Uma notável entrevista

Nasci em Angola e o meu pai era um representante da opressão colonial, era do quadro administrativo e circulávamos pelo interior de Angola de acordo com os postos que ele ocupava. 
E tinha então consciência de que o seu pai — para seguir a sua linguagem — estava do lado dos maus?
Tive consciência de que se exercia opressão sobre os negros. Nas roças de café havia, no fundo, trabalho escravo, pessoas que vinham do Sul de Angola e eram exploradas. Eu percebia que havia uma população pobre, que era oprimida e isso causava-me infelicidade. 
O meu pai era uma pessoa justa dentro da missão dele. Quando chegava construía uma escola e uma igreja, por exemplo, mas representava a administração colonial e para ele isso não tinha problema, era a profissão dele e não cometia barbaridades. Só que aquele mundo era deprimente. Havia os miúdos ricos, com grandes casas, e os meninos que andavam descalços e não tinham bonecos.
...
Quando vim para Portugal, fui para Trás-os-Montes e lá era a mesma coisa. Antes do 25 de Abril as crianças andavam descalças, havia uma taxa de mortalidade infantil horrível. A ideia de pobreza permaneceu, continuava à minha frente. 
Mª José Morgado  

* O racismo é o classismo colorido, é a desigualdade colada à pele. 
À pele e à retina, ambas derivadas da ectoderme, a camada exterior do embrião.

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16.7.18

 

Chico esperto a valer


Dâmaso de Salcede a ensinar "o país a aprender com os estrangeiros a amar o luxo".



















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Sociologia de aeroporto


Aeroporto de Lisboa
a)    Balcão da TAAG.
Muitas malas enormes; número e volume inversamente proporcional à idade, cor e directamente proporcional ao peso dos donos.
Da exploração colonial portuguesa à do MPLA.
b)    Balcão da Ibéria.
Abriu com 20 minutos de atraso; as empregadas arranjavam o cabelo enquanto o computador abria (?), servindo-se do painel como espelho. Nem um olhar pelos passageiros na fila de espera; como os grevistas para as vítimas.
c)     Casas de banho
Depois de lavar as mãos, servem-se de três ou quatro toalhas de papel de cada vez. 

Aeroporto de Madrid
(ou seria latino-americana?)
Eram dois irmãos e uma irmã mais velha; os calções do pequenito pelo meio da perna, os do outro a meio da coxa e os da irmã a meio da prega inguinal. 

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15.7.18

 

Taça do mundo de futebol


À fase final chegaram equipas de três impérios coloniais e a de uma província da Jugoslávia; esta ficou em segundo lugar - merece parabéns.

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8.7.18

 

Fogo em Portugal, chuva no Japão


Um ano depois no outro extremo da Ásia


As chuvas intensas que se abateram nos últimos dias sobre no Japão já provocaram a morte de pelo menos 81 pessoas e deixaram outras 58 desaparecidas. 
“Nunca experienciámos esta quantidade de chuva. É uma situação de perigo extremo”, admitiu um representante da Agência Meteorológica do Japão

A junção de vários factores meteorológico constituiu “o maior fenómeno piro-convectivo registado na Europa até ao momento e o maior do mundo em 2017”
(Relatório da Comissão Técnica Independente)

Embora o Japão seja um dos países mais desenvolvidos da Ásia, as zonas rurais são fortemente atingidas durante a estação das chuvas, registando diversas vítimas e elevados danos materiais.
P.S. 
Aumenta a tragédia no Japão: chuva faz mais de 100 mortos
É um dos piores episódios de que há memória no Japão

* À consideração da CTI, da justiça portuguesa, do governo, dos media.




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7.7.18

 

Luxo por lixo por lapso


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5.7.18

 

O novo disco do Tuna



SevenMuses
Tinha para mim que o saxofone era o instrumento musical que mais se aproximava da voz humana – a actual guitarra do Tuna equipara-se-lhe.
 A voz e o canto humanos resultam do sopro tangendo as cordas vocais – como o saxe de Coltrane ou a guitarra do Tuna. Por vezes dir-se-ia que dedilha com a polpa dos dedos; que diferença da do Paredes que “Curvando os dedos em garra/ Despedaçava a guitarra/ Punha os bordões a estalar".
Soberba a dilalética da viola do Durval com a guitarra do Tuna; dir-se-ia o talento à solta de um jovem genial acompanhado pelo avô que, tolerante, assegura o ritmo e o rumo.
Bela homenagem ao Durval Moreirinhas.

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