alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

31.12.04

 

SNS. Resultados comparativos

Portugal é
1. o país da Europa com maior percentagem de presos. Expresso 18-1-2003
2. Secreta portuguesa é a pior da UE . Daniel Sanches, ex-director do SIS. DN 19-5-2004
3. o país com os telefones relativamente mais caros. Organização de Consumidores e Utentes
4. tem as tarifas do gás natural mais elevadas. Deco 2002. DN 7-11-2002
5. o último em eficácia dos sistemas educativos em 24 países industrializados. UNICEF. DN 27-11-2002
6. Portugal e Espanha são os países da União Europeia (UE) onde é mais baixa a percentagem de pessoas que afirmam estar interessadas na aprendizagem. Eurobarómetro. Público 6-5-2003
7. o mais baixo nível de produtividade da Europa Comunitária. DN 17-11-2002
8. a mais baixa qualificação da mão-de-obra da Europa Comunitária. DN 17-11-2002
9. os adultos menos qualificados da OCDE. "Education at a Glance" 2001
10. Lisboa ocupa o 51º lugar em qualidade de vida, entre 215 cidades. Mercer Consulting (2004). Público 3-3- 2004
11. o 39º país mais competitivo do mundo. Inst. Intern para o Desenvolvimento de Gestão. Público 5-5-2004
12. o 26º entre os 29 países da OCDE, quanto à consolidação de conhecimentos científicos. DN 7-12-2004
13. o 24º - 26º ... desde 1975. ONU "Relatório sobre o Desenvolvimento Humano 2004" Público 29-7-2004
14. o 25º de 133 países no índice mundial de corrupção.
http://www.transparency.org/. DN 7-10-2003
15. o 24º dos 146 países estudados, na “pegada ecológica”. Relatório Planeta Vivo 2002. World Wildlife Fund.
16. o 23º lugar no Índice da Competitividade Microeconómica. «The Global Competitiveness Report 2002-2003». Expresso 23-11-2002
17. (a selecção portuguesa de futebol) ocupa o 20º lugar mundial. FIFA Maio 2004
18. o 19º país com melhor qualidade de vida entre os 111 do estudo. Intelligence Unit. The Economist
19. o 18º país do mundo com mais liberdade de imprensa (Freedom House). Expresso 1-5-2004
20. o 16º país mais globalizado do mundo. AT Kearney Consultora 2004
21. o 16º destino turístico mundial. RDP 10-12-2003
22. o desempenho do sistema de saúde português – a capacidade do transformar os recursos existentes em resultados -- foi classificado no 12º lugar mundial (1999). The World Health Report 2000 Health Systems. http://www.who.int/whr/2000/index.htm
23. o 11.º entre 122 países com melhor qualidade e capacidade para melhorar as condições das águas. Fórum Mundial da Água. DN 5-3-2003

O SNS foi (é?) um sistema eficaz, sujeito a criar mazelas com a idade.

Recomenda-se que, aos 25 anos, seja tratado com o cuidado indispensável para o não estragar

 

Sião, há vinte anos
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o mundo é só um

Assistência Médica Internacional (AMI)
CGD 0001 030 003 830, com o NIB: 0035 0001 0003 0003 8306 2
UNICEF SOS Crianças da Ásia
CGD 0127 028 241230, com o NIB 0035 0127 0002 8241 2305 4
Saúde em Português
Sede: Avenida Elísio de Moura, n.º 417 – 1º E, 3030- 183 Coimbra
Telefone: 23 970 27 23 Fax: 23 971 83 13
E-mail: asp@saudeportugues.pt Homepage: www.saudeportugues.pt

Cada uma dos nossos cachopitos poderia levar para a escola um dos muitos presentes do Natal, para partilhar com os miúdos do Índico (donde muitos terão vindo) e com os do Atlântico (que não têm culpa de ali ter nascido).
Os poucos que os receberem e todos os que os levarem sentirão que o mundo é só um. Pelo menos aprenderão Geografia: Sri Lanka (Ceilão / Taprobana), Mianmar (Birmânia), Tailândia (Sião), Samatra (ou Çamatra mas não Sumatra), Pedreira dos Húngaros, Curraleira...
Poderiam também arriar as bandeiras ou, pelo menos, pô-las a meia haste.

30.12.04

 

Bebé saciado (Stº Antº Lagos)
Posted by Hello

 

ciência e arte

Cecília Costa (A visão na ciência e na arte) fotografou faces de frente e verificou que as duas metadas eram ligeiramente diferentes; por cada fotografia reconstituiu duas faces virtuais, cada uma com duas hemifaces (direita ou esquerda) da mesma fotografia. (PLI)Verificou que as "faces direitas" tinham expressões diferentes das "esquerdas"; aquelas eram mais duras, mais vincadas; estas eram mais ternas. Independentemente de conotações políticas (optimismo vs pessimismo antropológico. JPP. Público 21-10-2004), pergunto se tal se não deverá à posição durante a mama. No início da mamada, o bebé esfomeado, chora zangado com a hemiface livre; a expressão da outra fica almofadada pelo seio materno. Por fim, a mãe muda de seio e o bebé termina a mamada, apaziguado, fruindo mais que sugando. Porque a maioria é dextra, a mama começará à direita o que explica que seja a hemiface esquerda que pareça mais zangada.
Quando essa bebé for mãe, é a sua face direita que o seu filho verá no início da mamada...

Um ensaio sobre a analogia entre ciência e agricultura ("O processo científico e o sucesso da agricultura. Um ensaio sobre a cultura científica") poderá ser lido no CiênciaHoje, do Jorge Massada (antigo aluno do CNA) http://www.cienciahoje.pt/1589&op=all?sid=b95c75d7e568ff0664d6596519df4fd6

29.12.04

 

A República suspensa em fundo escuro
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Universidade e partidos

Uma das muitas críticas que se faz à Universidade é a sua endogamia. Os alunos seriam avaliados por um padrão -- a imagem do lente. Os mais se aproximarem desse padrão chegarão a professores depois de uma carreira académica realizada de acordo com os cânones universitários e, quase sempre, dentro dos seus muros; numa torre de marfim, ironizam.
Terão pouca experiência para além dos limites da sua estrita especialidade; e o sistema tende a reproduzir-se.
Com os partidos políticos está a acontecer o mesmo. "Os partidos estão fechados sobre si próprios, as suas elites estão reduzidas a um núcleo duro profissionalizado". RUI VALADA. Público, 23-12-004 "políticos-proveta", saídos directamente dos bancos da escola, das associações de estudantes e das sibilinas juventudes partidárias para o poder. ... pseudopolíticos que nunca sobreviveram na vida civil, fora da protecção partidária e do abrigo do Estado, que nunca souberam o que era terem de ganhar a vida por si mesmos, terem de pagar a casa, o carro e o sustento dos filhos sem os dinheiros públicos". MIGUEL SOUSA TAVARES. Público, 24-12-2004
A cooptação por analogia, o carreirismo e o predomínio da lógica do aparelho não é tanto um nefando oportunismo mafioso mas o resultado inevitável da dinâmica do sistema.
Criticam a Universidade (e a Igreja) mas depois, correm a imitar-lhe a liturgia e a copiar-lhe os defeitos; com isso borram a pintura e desacreditam-se -- o pior que pode acontecer ao crítico e ao criticado.

28.12.04

 

Listas de espera: na saúde, na justiça, na administração, nas reformas, na política...
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UM SNS de vales e recibos

1. Caso os hospitais públicos não respondam dentro do tempo admissível, o utente receberá um "vale cirurgia" e poderá escolher uma clínica privada. O Ministério assumirá o custo da operação. Dos jornais
* O MS reconhece-se incapaz de melhorar a eficácia cirúrgica do SNS e vai-o substituindo por um sistemas de "vales e recibos".

É o princípio do mau gestor - pagador?

2. A despesa com medicamentos tem sido enorme -- porque se consumem muito e porque são muito caros. Que se consumam genéricos que são mais baratos, ordena o MS.
* Uma atitude de quem está mais preocupado com a factura do que com as suas razões, no que o MS conta com o beneplácito de todos os partidos (2002).
O consumo "per capita" de medicamentos em Portugal é duplo do dos países europeus de referência. Enquanto os utentes e os médicos estiverem tão obcecados com a necessidade de fármacos, o seu consumo não diminuirá. Por isso o sucesso do ano passado já se desvaneceu.

3. Mais de um ano depois de tomar posse, o ministro da Saúde declarou que os sistemas informáticos (IGIF) do seu ministério "nunca funcionaram", apesar dos milhões investidos nos últimos anos. Em vez de resolver esse problema, reformulando os serviços e "...antes mesmo de avançar com mudanças na direcção do IGIF", o ministro decidiu "contratualizar" idênticos serviços "com os privados". (Expresso, 2003).
* Uma vez mais, o MS reconheceu-se incapaz de bem gerir o SNS. O que aconteceria se os médicos, de cada vez que verificassem que um órgão funcionava mal, em vez de o tratarem "contratualizassem" um novo ?(O
P@pel do Médico)

Justamente preocupado com o défice do SNS, o MS tenta resolver o mal à maneira dum contabilista míope: equilibrar o deve com o haver sem curar dos efeitos colaterais. Por isso privilegia gestores e economistas e exclui os administradores hospitalares, demasiado contaminados com uma lógica de SNS; exclui ainda os médicos e as enfermeiras, considerados apenas como mão de obra que não merece confiança como interlocutora (é verdade que lhe temos dado muitas razões).
Para já, os efeitos colaterais são mal conhecidos mas os resultados financeiros desanimadores (Descalabro nas contas do SNS. J. Negócios 22-10-2004)
* É indispensável escolher se se quer defender o SNS, corrigindo-o, ou se se considera que há que substituí-lo. Tudo se passa como se já se tivesse optado por um sistema de vales e recibos, um $NS.


27.12.04

 

telefone fixo

"1.Há dias avariou-se o telefone PT. Era sexta feira à tarde; não havia piquete, salvo para calamidades. Azar. Só na segunda feira seguinte; informaram então que a reparação ficaria agendada para quarta! Para reclamar foi mais meia hora ao telefone.
Vieram reparar-- era um fio que se terá soltado quando alguém fechou a caixa da PT depois de reparar uma outra avaria .... naquela malfadada sexta feira.

2. Há dias recebi uma promoção PT; telefonei para mais informações. Depois de explicar o que desejava saber a 4 pessoas diferentes, fui aconselhada a dirigir-me a um balcão PT. Muito simpáticos mas ninguém me soube informar...só um novo telefone de Lisboa. Desisti; reclamar?

3. Pedido de informação sobre o número de telefone da CGD de Seia.

-- A CGD de Seia não existe.
-- Não existe?! Mas eu até sei onde fica!
-- Ai sim, então não tem telefone, só fax.
A uma segunda tentativa, lá me deram o número correcto.

4. Seguros Fidelidade. Impossível comunicar: "não podemos atender o telefone porque não há telefonista e, enquanto atendemos os clientes de balcão, o telefone toca e não o podemos atender... Se quiser reclamar, tem de o fazer por escrito".

Estou a pedir socorro. Que país temos?
Carolina M."

 

sociedade medicinada

Na mesma noite, a TV noticia que os pais portugueses são os que menos tempo passam com os filhos e promove uma empresa privada de apoio médico a crianças hipercinéticas com falta de atenção.
A sociedade actual procura uma solução médica para problemas que ela mesmo amplia e não tolera. A empresa anuncia apoios a famílias desvalidas com o patrocínio de dois bancos, de várias empresas farmacêuticas e alimentares, de automóveis, de viagens e até dum semanário de referência. Um por cada mês; uma cadeia de pronto-a-vestir patrocina o do Natal. (q.e.d.)
O modelo alternativo de SNS adequado à sociedade emergente? A Medicina como remédio ou como remendo?

26.12.04

 

A causa e a culpa

À lareira, aproveitando o espírito da quadra, PSL apelou a que perdoássemos aos nossos inimigos. Embora o não considere e não me lembre de o ter ouvido pedir perdão, estou disposto a conceder-lho desde que manifeste "propósitos firmes de emenda".
Perdoo mas não esqueço. No exercício político não é a causa que julgo mas a responsabilidade que avalio.

25.12.04

 

Páscoa no Natal

Com três anos, Maria, os quatro irmãos, pais e avô foram passar as festas à aldeia, onde chegaram já de noite. Uns copos depois deram pela falta da criança; procuraram mas só encontraram o chapéu, sinal de que a não tinham perdido na viagem. Passaram quatro noites; na manhã seguinte, uns pastores encontraram-na numa moita, a cerca de dois quilómetros.Tinha a cara e as mãos arranhadas e a cabeça coroada de espinhos do tojo sobre que dormira; vestia ainda o casacão com capuz que ajudou a protegê-la do frio mas os membros estavam gelados, duros e inchados.
Ignora-se o que terá acontecido. Como é habitual cada um diz sua coisa; há quem se interrogue como foi possível sobreviver ao frio relento de quatro noites de Dezembro -- e imagine que a moita seria a cama de algum coelho ou raposa que terão aceitado partilha-la com a criança perdida; outros afirmam que os pastores foram guiados por uma força misteriosa ou mesmo por uma estrela.
O povo é assim ... quando não sabe põe-se a imaginar; na verdade, estava um Sol magnífico, nesse dia de Natal.

24.12.04

 

alvíssaras

alvíssaras a quem souber onde encontrar esta tábua de Natal com Stº António em vez de S. José

 

Tábua de Natal
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Exijam sempre mais

1. Lema de uma lista candidata à Associação Académica de Coimbra:
EXIGE SEMPRE MAIS

Não se exige (nem se propõem fazer)
melhor
Apenas exigem (de quem?) mais
Como se tudo se resolvesse com mais ...

2. A actual campanha de promoção de genéricos na TV afina pelo mesmo diapasão:

-- Como vai a saúde?
-- Bem, que eu confio nos genéricos...
ou
-- Tem passado bem?
-- Sim, que eu confio nos genéricos...

Sugere-se que a saúde e o bem estar dependem de medicamentos ... Quanto mais, melhor. Por isso se fornecem a preço de saldo.

Será sensata esta promoção de medicamentos em Portugal onde o consumo é duplo do dos países europeus de referência ?

3. Num país que exige sempre mais e pouco faz por isso, não admira que a obesidade seja um problema de saúde pública.

Em breve se exigirá que o SNS pratique a lipoaspiração sem direito a objecção de consciência; se exigirão "vales cirurgia" para a "cinta" gástrica.

Exijam sempre mais...


23.12.04

 

Uma prenda

O novo Programa Nacional de Vacinação custará 15 Milhões de euros, 1,5€ a cada português. A vacina anti-pneumocócica, que não está incluída, custa mais de 60 € aos utentes -- uma sugestão de prenda dentro do orçamento médio.
Os pais agradecem a ideia; os pequenitos brincarão com a caixa de cartão.

22.12.04

 

Boas Festas

Em cada hora que passa no terceiro do nosso mundo, nascem 3000 crianças malnutridas e morrem 600 pela mesma razão. (FAO). Público 9-12-2004. Das cerca de 2,2 mil milhões de crianças, 1,9 mil milhões vivem no terceiro mundo; aqui, mil milhões subsistem na pobreza e 180 milhões trabalham. "A Situação Mundial da Infância", 10º relatório anual da UNICEF.
Isto é, no Sec XXI, uma em cada duas crianças sobrevive sem alimentação adequada, sem acesso à educação e a água potável - em suma, privado de viver a infância como a outra metade que mora ao lado, muitas vezes na mesma rua. DN Dez 2004. Mesmo na União Europeia, uma em cada cinco crianças vive em famílias muito pobres. Rede Europeia para as Crianças (Euronet) e Fórum Europeu para a Protecção da Infância. DN 23-1-2002.
Entretanto, uma em cada três crianças portuguesas dos 7 a 9 anos tem excesso de peso. (PADEZ C et al. Am J Hum. Biol 2004;16:670-678) e, no Natal, uma criança portuguesa recebe dos pais entre 4 a 5 brinquedos, com um valor total de 88 euros. Toy Survey 2004. Público, 26-11-2004.
Os portugueses movimentaram mais de um milhão de contos por hora na semana do Natal. Expresso 23-12-2000. Cada português gastou, numa hora de compras de Natal, o que uma africana ganha em três dias de trabalho. SARSFIELD CABRAL DN 14-7-2001.
Enquanto cada português gastava 20 escudos em "prendas de Natal", morriam 120 crianças à fome.

Muito Boas Festas com muitos mimos para os meninos e para as meninas
... que mais tarde exigirão propinas gratuitas e SCUTs para não gastarem a mesada.
"Exijam sempre mais"



 

Nora (engenho) EN110.Areias, Tomar
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19.12.04

 

alto risco

O gabinete do primeiro ministro dispõe de equipamento de reanimação, habitualmente utilizado em cuidados intensivos para situações de alto risco.
Foi útil que o Expresso tivesse dado esta informação; espero que o civismo dos portugueses poupe PSL aos riscos a que o cargo o expõe.

 

alquimia absolvida


1. A Rainha Santa transformou moedas em rosas.
* A Igreja ganhou uma santa rainha.
2. O Pai Natal transformou o 13º mês em prendas.
* O mercado mascarou S. Nicolau de Pai Natal para bonacheirar as vendas.

No primeiro caso beatificou-se a alquimia; no segundo abençoou-se o consumo.

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