alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

30.4.20

 

Epidemias em Portugal, agora e outrora. Porto


Mortal CoVi-19


A cólera chegou a Portugal em 1833. Terá sido trazida para o Porto por um contingente de tropas estrangeiras que veio auxiliar os liberais portugueses na guerra civil.





A bandeirinha da saúde, junto à alfândega. 
Em tempo de peste, uma bandeirinha amarela, avisava os navios para não atracar sem inpecção sanitária.


As epidemias nas notícias em Portugal: cólera, peste, tifo, gripe e varíola, 1854-1918
Em períodos de crises sanitárias graves como as de 1855, 1899 e 1918, especialmente no Porto, percentagens elevadas da população foram vítimas fatais de cólera-morbo, peste bubónica, tifo exantemático e gripe pneumónica.

O maior problema era a falta de higiene,... especialmente nas cidades. Os rios para onde se atirava tudo eram lugares propícios ao desenvolvimento das epidemias.... E se a natureza exalava “miasmas”, as cidades, com as suas habitações pequenas e mal arejadas, tinham sua “atmosfera corrompida” (O Comércio do Porto, 1855). 
O Porto, em particular, apresentava condições especiais para o desenvolvimento das doenças por ser uma cidade industrial com uma população de grande mobilidade a viver nas piores condições de salubridade.
“O Porto tem falta de um bom sistema de canalização e a imundice nos bairros baixos da cidade é indescritível e suficiente para provocar qualquer epidemia. … É agora necessário tomar medidas muito enérgicas, construir novos esgotos ou sem isso o Porto continuará a ser das cidades mais insalubres da Europa” (Diário de Notícias 1899).
Essa situação não melhorou muito: em 1950, as estatísticas de higiene, das comodidades domésticas e das condições sanitárias das casas em Portugal ainda podiam ser consideradas “calamitosas”.

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25.4.20

 

Murcharam tua festa, pá

                                                                                                                                                
                                                                        Do João Abel Manta, claro.

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O maior jornal português



Ó Expresso amargo, quanto do teu fel
Serão lágrimas de Portugal!
Para te lermos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar
Quantos cancros ficaram por tratar
Para que fosses o maior jornal.

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Para que a tiragem não seja pequena.

 (Mensagem treslida)


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24.4.20

 

"Vida boa" e a vã cobiça



O tempo da “vida boa”
O grande objectivo de Hartmut Rosa é elaborar uma sociologia da “vida boa”, no sentido aristotélico do termo.
* De bicicleta é sabido que, sem velocidade, se cai. O que se critica não é tanto a aceleração enquanto tal (a Terra roda a velocidade constante mas a história humana não) mas a aceleração pela aceleração que não nos deixa ver mais que a ambição de ultrapassar.
No passeio de bicicleta fruímos a dupla vantagem da brisa ligeira e a da paisagem (a “ressonância” Rosa?); na ponta final de uma etapa da Volta, nada mais se vê e sente que a ânsia. A vã cobiça.

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22.4.20

 

Pandemia mortalidade


Mortes por milhão de habitantes (21 Abril)           DG Alerts
                                                                              COVID-19

Portugal        75
E o SNS aguentou
E a abóbada não caiu
Áustria           55
Alemanha       58
Suécia          175
UK                243
França          310
Esp e Itália > 400

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Pandemia hoje




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21.4.20

 

Pandemia russa



Em directo.                                                                         Os jokers são: Quarentena, Confinamento, Lay-off, Testes e Máscaras.  O prémio pode ir às 50000 coronas.




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20.4.20

 

Mortalidade global em Portugal e na Europa (semana passada)


E julgareis qual é mais excelente...


euromomo.eu












Os países com grande mortalidade no Inverno de 2017 são os mais poupados agora.




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17.4.20

 

Os dois portugais


covid19.min-saude.pt
Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico. 
Orlando Ribeiro
Coimbra : Coimbra Editora, 1945

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15.4.20

 

Densidade pandémica


Pandemia 
Mortos p.M. habit 
versus
Infectados p.M. habit.

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13.4.20

 

Quem deve usar máscara? Todos!


Contra o mau olhado
E quando? Sempre!

Sindicato e Ordem dos médicos pedem uso generalizado de máscara de proteção.



Uso obrigatório de máscaras por toda a população para reduzir a transmissão do vírus, pedem personalidades.



*Foi por isso que os peixes dos mercados de Macau não foram atingidos pela pandemia; tinham morrido sufocados.


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11.4.20

 

Miasmas


A recomendação para o uso de máscara prende-se com o facto de ela servir de barreira quando uma pessoa espirra ou tosse, reduzindo a propagação de gotículas. Isso pode ser importante se a pessoa estiver infectada com covid-19 mas sem sintomas. 
Em doenças transmitidas pelo ar, como o sarampo, o vírus pode propagar-se através de aerossóis, pequenas partículas em suspensão no ar várias horas. Essa é uma das razões pelas quais o vírus do sarampo é tão contagioso, sendo capaz de infectar alguém que entra numa sala horas depois de alguém infectado lá ter estado.

* A malária (do italiano mala, mau e aria, ar) ou paludismo, endemia agora confinada a zonas tropicais, era frequente no sul da Europa. A doença teve esse nome por pensar-se que provinha de emanações doentias dos pântanos (donde paludismo); eram os miasmas, invisíveis “agentes malignos que vagueiam pelos charcos para perdição das gentes” (216 milhões de casos, 731 000 mortes em 2016).
É causada por um parasita (plasmódio) transmitido pela picada de mosquitos que vivem nos charcos ou águas estagnadas.
As gotículas expelidas pela tosse ou espirro (“perdigotos”) são o equivalente dos mosquitos; os aerosóis serão o dos miasmas.

Também para a malária ainda não há vacina pelo que só o afastamento evita e a drenagem dos charcos erradica a doença, tratada pela cloroquina cuja eficácia na CoVid-19 está a ser ensaiada. 

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Um em sete


Um em sete
Resultados preliminares de um estudo mostram que 15% dos habitantes (duma cidade alemã) foram infectados pelo coronavírus.

Um em oito
Em Portugal, tem sido confirmado um em cada oito suspeitos de infecção por coronavírus.

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Não há festa nem festança onde o vírus não seja uma Constança



 A maioria das infecções não ocorreu em supermercados ou restaurantes, mas em aglomerações maiores de pessoas. Não só em Heinsberg, mas noutros locais do mundo, o padrão que estão a ver é “onde há música e dança, o vírus espalha-se mais rapidamente”.

Casamento de comunidade cigana


A Polícia  teve de intervir, no início da semana, para travar uma festa de casamento que estava a decorrer no bairro social Margens do Arunca (Pombal). Tratou-se de um ajuntamento com cerca de centena e meia de pessoas, em plena via pública, sem respeitar as orientações de recolhimento e distanciamento social no âmbito do estado de emergência face à pandemia da Covid-19.

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10.4.20

 

80ptimismo


Tudo vai Benficar?


De João Abel Manta, claro.

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Exactidão condicional


A Direção-Geral da Saúde está a equacionar um cordão sanitário em Castro Daire. 





Analysis of infection risk values must always be complemented by the interpretation of uncertainty values. A high risk of infection in a municipality with a small population is always associated with high uncertainty. Hence, the risk value at that location has little relevance.

* Se tem little relevance não seria melhor abster-se de o indicar?


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9.4.20

 

Mapa cor de risco


Mapa de manchas de risco



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Pandemia Hospitalar


o planalto
Até ao sótão do hospital  

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Pandemia 9 abril


E julgareis qual é mais paralaxe.

prima por ampliar
prima por ampliar
                                                       
a) Crescimento regular diário de casos suspeitos; boa correlação entre suspeitos e confirmados (1 em 8).
b) Quanto mais cavamos, mais minhocas; mas só cavamos onde supomos elas estarem.

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Pandemia

.
Dados e momentos.
Portugal entre os países europeus.

 

Em casa


Páscoa em casa; pasco-a em casa.

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8.4.20

 

Surfar a clausura



Sobre as brutas forças das ondas
o instável equilíbrio da pesquisa
com os pés bem assentes na tábua.

Permitam-me surfar as curvas epidémicas que “A um velho nada se recusa” sobretudo se estiver confinado.
Imaginem uma comprida mangueira ligada à torneira; se a puxarmos ela distende-se em dobras assimétricas, menos arqueada a do lado do esguicho.
Nas epidemias também será assim; por muito que as esmaguemos já não se lhe altera o passado. As curvas nunca serão de Gauss mas de Poisson*; o modelo não é um sino mas uma onda.
Por isso o sábio Prof Vaz Serra nos aconselhavam, na endemia daquele tempo: Quando a onda vem, a gente agacha-se e só se levanta quando ele passar.  Era claro que não era prudente levantarmo-nos cedo demais.
Por isso, melhor seria, em vez do passivo “agachar”, que mergulhássemos, assim oferecendo a menor área possível de exposição ao contacto (contágio) e só emergir mais tarde. Tanto mais que quando mergulhamos nos afastamos uns dos outros e só levamos as mãos à cara depois de bem lavadas.
Pensem nisso.

  • Perdoem-me a deriva estatística que aproveito para interrogar se, sendo a distribuição dos valores raramente simétrica, não seria de usar a mediana em vez da média?
  • Perdoem-me os autores cujos textos tresli e a Dr.ª Gabriela Gomes cujos claros gráficos no Público distorci.


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5.4.20

 

Guerrilha mascarada



Guerra das máscaras cria tensão entre aliadoscom acusações de “pirataria”
Alemanha acusa os Estados Unidos de desviarem um carregamento com máscaras destinado à polícia de Berlim.

São as Guerras do AleTest e da Mascarona

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4.4.20

 

Causa vs associação



Se não virmos o relâmpago não haverá trovoada.

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Responso


No princípio era o Test, test, test...

Agora é Másc, másc, máscara...

Se milagre desejais
recorrei a Stª Máscara.
Vereis fugir o Covírus
E as pandemias mortais
....
Digam-no aqueles que o viram
digam-no os coreanos.



São as Guerras do AleTest e da Mascarona














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3.4.20

 

Sensibilidade


Em cada 8 (oito) suspeitos confirmou-se 1 (um); dada a situação parece-me uma boa sensibilidade que se mantém desde o início.

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2.4.20

 

Navio ao fundo



Se o Sul se afundar, o Norte opulento deixará de existir”, 
disse o antigo governador do Banco Central dos Países Baixos.

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1.4.20

 

Paralaxe





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