alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

31.7.14

 

Actos dos Apóstolos

A descida do Espírito Santo

Factores de natureza excepcional... a exposição ao universo Espírito Santo.

site da CMVM


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30.7.14

 

Desejar, folgar, valer

Respigos
O “exorcista de Lamego” divide-se entre as paróquias de Desejosa, Folgosa e Valença (do Douro). Revista Expresso 26-7-2014

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Pobreza definida

Respigos
A mais notável definição de pobreza que alguma vez vi provém da literatura - e embora se encontre num livro publicado já em 2004 ("Bocas do Tempo", de Eduardo Galeano), encontrei-a pela primeira vez apenas há dias: "Pobres são os que têm a porta fechada".

* As casas pobres costumavam ter a chave na porta.

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29.7.14

 

Percepção colonizada

Segundo os dados do Human Development Report 2014 menos de ¼ (23%) dos portugueses revelam confiar no governo, valor semelhante (ao dos que dizem confiar em povos estranhos (27%).

Tudo se passa como se nos sentíssemos governados por estrangeiros.
O que explica as características da colonização portuguesa:



O fenómeno português da “colonização” aparece mais do que outros com um carácter de “organicidade”, que o torna resistente à análise comum pelo simples facto de ser uma colonização levada acabo por uma Nação cuja estrutura económica arcaica e a profunda passividade tecnológica que a exprime são por sua vez de natureza quase colonial.
O que torna o nosso caso único nos anais humanos é a harmonia inegável entre a nossa situação histórica e económica, enquanto metropolitanos e a nossa situação enquanto colonizadores.
Eduardo Lourenço. Situação africana e consciência nacional. Cadernos Critério 2, 1976. Em Do Colonialismo como Nosso Impensado. Gradiva 2014.

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27.7.14

 

Dia ganho

Ele também foi emigrante, em França, onde andou a “ganhar a vida” como conta. Agora fica feliz com menos: “Só preciso de me levantar vivo que o dia já está ganho.”


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Outro mandarim

China disponível para enviar professores para apoiar Portugal a ter Mandarim nas escolas

* Outro?

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Qual crescimento? Qual economia?

No mundo que a dor povoa
só há uma coisa boa
que é dormir, dormir, dormir.
Tudo vais sem se sentir.
          Dizia o Carlos Vidal.

Se há coisa que tende a ser considerada boa, de quase todos os pontes de vista, é o crescimento económico. Resolve ou ajuda a resolver muitos problemas.
E todos estaremos de acordo...
Daniel Bessa. Expresso 26-7-2014

A Guiné Equatorial é um paraíso para os investidores. O país com o maior PIB per capita de África (perto de 20 mil dólares), graças ao petróleo, tem tudo, ou quase tudo, por fazer: casas, estradas, portos e palácios. Nos últimos anos, o Governo tem gasto milhões em obras, dezenas de palácios, milhares de prédios de habitação social, milhares de quilómetros de alcatrão e muitos metros de portos.
Em 2011, por ocasião da cimeira da União Africana, foram construídos 52 palácios, um para cada um dos chefes de Estado africano que esteve em Malabo. “Vão construindo infra-estruturas que não servem a população” e “aqui, em Malabo, não há água potável”, tal como em Bata, acusa. E critica o investimento nas forças de segurança. “Só em Malabo, nos últimos seis anos construíram-se oito quartéis militares modernos, mas o Governo não construiu nenhuma escola pública em 35 anos de poder”.

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26.7.14

 

O reverso do mesmo cartão de crédito

Espírito Santo - A grande falência aparece agora e é muito maior: o Grupo Espírito Santo. Inteiro. Uma derrocada, de cima para baixo. Mas como? Assim: anos e anos de prejuízos não assumidos, operações que não geravam cash flow, investimentos nunca recuperados à custa de dívida sobre dívida nas próprias participadas, que ficavam pendurados nas contas como se estivessem bem. Pura má gestão e algumas ligações perigosas, com Angola à cabeça. 

Os clientes do Espírito Santo: Em média, cada português tem a seu cargo quatro créditos que se dividem por casa, carro, crédito pessoal e cartão de crédito.
“As famílias têm cada vez mais dificuldade em honrar os compromissos, nomeadamente com o crédito a habitação, algo que não se passava há alguns anos em que conseguiam honrar pelo menos o crédito à habitação".

Falta o Estado para completar o quadro da nossa perdição; não vale a pena referir o seu reconhecido papel. Para muitos, bastava ele somente, que a má fortuna e os erros nossos sobejavam

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O reverso da mesma moeda

Psicosociologia em férias na areia de outra praia


“Um retrato “existencial” da situação dos Espírito Santo em férias que eram ricos e agora temem estar a caminho de deixar de o ser.
Vão para férias, mas não vão ter férias. Podem mergulhar no mar, mas quando se encostam à toalha para secar, a sua cabeça não descansa.”  de JPP

1. O Grupo Espírito Santo está falido e sob proteção de credores. Muitos ativos serão vendidos por muito menos do que se esperaria.
Se não houver injeção de capital rápida, muitas empresas não terão dinheiro nem para pagar a funcionários até ao fim do ano, quanto mais a fornecedores.
Outras empresas serão reestruturadas por novos acionistas, serão perdidos milhares de postos de trabalho, os credores perderão grande parte do que lhes é devido, haverá reestruturações de dívidas a fornecedores.

2. Quem vai pagar os 140 milhões € emprestados à Ongoing?
Além disso, o BES terá de repor rácios de créditos sobre depósitos e venderá ativos. A Tranquilidade foi dada como garantia para as provisões de 700 milhões €. Não vale metade.

3 A família: vai perder tudo, ser processada, ... tendo em conta a quebra das receitas da empresa e o desequilíbrio entre ativos e passivos a colocou num estado crítico, sendo necessário "entrar" com o próprio património da família.

A fortuna da família está perdida, a reputação pode estar também.

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Psicosociologia em férias na areia da praia

Um retrato “existencial” da situação dos portugueses em férias (alguns) que não eram pobres e agora temem estar a caminho de o ser.
Cansados de um imenso cansaço, cansados de um desesperante cansaço. Vão para férias, mas não vão ter férias. Podem mergulhar no mar, mas quando se encostam à toalha para secar, a sua cabeça não descansa.
(Como é que vou pagar o carro em Setembro?
Como é que vou pagar a prestação da casa?
Já não posso mais receber aqueles avisos da Autoridade Tributária a explicar por um número infindo de artigos que o meu salário vai ser penhorado.
Como é que vou sobreviver com a conta bancária confiscada para pagar o IRS?
Como é que vou dizer à minha mulher que saio todos os dias de manhã como se fosse para o emprego, mas há um mês que fui despedido?
Será que no meu serviço serei passado para a mobilidade especial?
Vou ter de mudar de casa, por que não posso pagar a nova renda que o senhorio me pediu.
A nossa filha entrou na universidade, mas onde é que vou arranjar o dinheiro para as propinas?
Como é que vou de novo abrir o café, quando devo dinheiro a todos os fornecedores?
E como vou continuar a ter o meu empregado de sempre na oficina quando ninguém paga nada?
Apetece-me fugir.

Fugir.)

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Sociologia existencial

Um retrato “existencial” da situação dos portugueses que não eram pobres e agora temem estar a caminho de o serem. Muitos temem, mas muitos já sabem: já têm muitas dívidas, estão em incumprimento nos seus empréstimos, têm ameaças de penhora do fisco sobre os seus bens e o seu salário. JPP

* Os portugueses que “eram pobres” não eram assim; eram os falsos ricos que estavam “em incumprimento nos seus empréstimos, t(inham) ameaças de penhora do fisco sobre os seus bens e o seu salário.”  e “por isso o seu mundo só pod(ia) piorar”.

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25.7.14

 

Sopa de morcego

Sociobiologia atrevida


Na mesma semana em que o GES implodiuRicardo Salgado passou de DDT a detido e arguido em quatro processos e o médico que liderava o combate ao vírus ébola acaba de contrair ele próprio o vírus”.

Não se trata de coincidência acidental mas de um processo semelhante, apesar das óbvias diferenças – um aproveitava-se e promovia a epidemia enquanto o outro procurava combatê-la. Ambos lidavam com germes muito virulentos e extremamente contagiosos; ambos sucumbiram aos vírus que pretendiam dominar.
Sendo “o ébola uma das doenças mais mortais que se conhecem (fatal em 90% dos casos), e não existindo ainda uma vacina ou uma cura”, a única medida é evitá-la.
“Uma das medidas preventivas de emergência adoptadas foi a proibição do consumo da tradicional sopa de morcego. Rato e macaco também são alimentos desaconselhados.”      

O vírus do consumismo compulsivo (cuja réplica é o crédito bancário) é hoje global, disseminada pela publicidade DDT; na fonte desses germes também estão morcegos, mamíferos que, tal como os vampiros zecafonsinos, depois de desmamados se alimentam do sangue do rebanho que gostosamente se põem a jeito.
Também aqui só a prevenção é eficaz; infelizmente quase toda e gente, cronistas, media, analistas, partidos incluídos estão já contaminados por esse vírus que, tal como o “ébola transmite-se através do contacto com pessoas infetadas”.

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Muro de Berlim

Marçal Grilo ... veio pela enésima vez comunicar aos papalvos que o maior recurso de Portugal são as pessoas. Evidentemente com a condição de que o Estado as “forme” ou “eduque”.
Esta escola de pensamento não conseguiu até agora perceber (e nunca perceberá) que as dezenas de milhares de emigrantes “qualificados” de hoje são o equivalente aos meninos de 1870, que os pais sensatamente guardavam em casa. 
Esta escola ...  não se rala com o capital, a justiça, a fiscalidade e a reorganização do Estado de que a educação precisa para ser de alguma utilidade aos portugueses. VPV


* Foi por razões destas que Ulbricht mandou erguer o muro de Berlim. 

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24.7.14

 

Impunidade de grupo


Sociobiologia atrevida
"Fica a ideia de que a justiça portuguesa atua rapidamente quando as pessoas deixam de ser poderosas". Ricardo Costa

É o equivalente da imunidade de grupo que protege os não vacinados enquanto estão rodeados por vacinados. Também a imunidade de que gozam os políticos se estenderia aos poderosos com quem convivem, enquanto tal acontece.

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Os negócio sobre todas as coisas

Ajudar os amigos como a nós mesmos e os negócios sobre todas as coisas

Consumo
Trata-se apenas de constatar que durante 40 anos a esquerda protegeu o Estado gargantuesco que patrocinava os negócios privados, e a direita protegeu os negócios privados que eram patrocinados pelo Estado gargantuesco. Vindo de lados aparentemente opostos, sempre se sentaram à mesma mesa.

jogo online 
... não podemos facilitar a vida a interesses obscuros, altamente corruptores, invertendo uma política de combate à fraude e ao crime. Nem podemos franquear o caminho a novos modos de adicção e dependência que atingem duramente os consumidores mais vulneráveis, nomeadamente menores. Não é um bom caminho, por muitos impostos que o vício pudesse render.

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23.7.14

 

Abstinência saudável

A carne de vaca é o alimento de origem animal com mais impacto sobre o ambiente. Requer 28 vezes mais terra, 11 vezes mais água, seis vezes mais fertilizantes e emite cinco vezes mais gases com efeito de estufa do que as carnes de porco e de aves, os lacticínios e os ovos.
“A clara mensagem é a de que a carne de vaca é de longe a categoria animal menos eficiente ambientalmente nas quatro medidas consideradas”, Proceedings of the National Academy of Science.

* Comer metade da carne habitual, reduz - seguramente em metade (Actas Portolagenses) – a pegada ecológica, o risco aterosclerótico, o escusado sofrimento da criação  e a conta.
Mastigar devagar duplica o prazer e facilita a digestão e a conversa.

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Consenso nos antípodas

CPLP integra Guiné Equatorial

Não houve votação, mas um alegado "consenso... 


* Com senso?

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22.7.14

 

DDT

BES contrata instituição internacional para aconselhamento financeiro

* Por não haver peritos nacionais ou para prevenir conflito de interesses?

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Acima das nossas possibilidades

Acima do que seria tolerável e muito acima do necessário

Ao contrário do que se vem afirmando, o paradigma é o mesmo: convencemo-nos que tudo nos era devido sem limites. 
Por arrogância de aprendizes de feiticeiros da alquimia financeira uns, por crença em irreversíveis direitos adquiridos ou para compensar injustiças geracionais * ou meramente  "para não parecer pelintras" ignorava-se Lavoisier.
Só que as consequências de uns são muito mais funestas do que  as de outros; mas uma nuvem de gafanhotos faz mais estragos do que uma manada de elefantes.

*«ao contrário do que comummente é público, a Madeira sempre foi magnânima nos apoios ao Reino e Estado, desde o século XV».

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21.7.14

 

CPLP - P de petróleo

A partir desta semana a Guiné Equatorial será o nono país da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), um grupo que até agora tinha em comum a língua.
* A língua a saber a Pó de petróleo. 

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Salazar nas primárias

Como o Comendador Marques da Correia e Jorge Coelho levaram outro António a votar.

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20.7.14

 

O rosto da REVISTA


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Publicidade subliminar ou acto falhado

Aguarrafa

Publicidade subliminar ou acto falhado, tanto faz. A mensagem que passa é que a Caixa espera que a família modelo beba água engarrafada em plástico. 
Há dias, um telejornal mostrava um bem exemplo de levar cuidados onde fazem falta – a câmara de um concelho do Algarve alentejano (Alcoutim, creio) criou equipas móveis do Centro de saúde que visitam as aldeias envelhecidas da região.
Agora mostravam uma que se propunha ensinar os velhotes a defender-se do calor estival. Jovens técnicas pretendiam ensinar o padre-nosso ao vigário: Evitar as horas de calor etc. 
Por fim, para reforçar a utilidade de beber água, ofereciam uma garrafa de água a cada um.

Espero ter-me enganado, que um dos sucessos das autarquias foi a distribuição de água potável.

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Algoritmo PageRank

... contando as citações ou as ligações [backlinks] que vão dar a uma dada página. ... dá-nos uma ideia aproximada da importância ou da qualidade da página.

**    Onde se lê inteligência deverá ler-se notoriedade*.
      *  ou celebridade, fama, nomeada, reputação, berra.


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18.7.14

 

Sem moderação, sem austeridade

Preocupante é também o facto de  mais de metade (52%) dos portuguesitos de 4 anos (Geração XXI) consumirem refrigerantes e néctares diariamente.
 O refrigerante mais consumido é o ice-tea. “Os pais pensam que estão a dar chá aos filhos”. 
* E "refrigerantes e néctares".
A publicidade, enquanto não consegue manipular os genes, condiciona os memes por via das palavras; tenta imitar o condão da rainha Isabel: "só disse que eram rosas as moedas e foram rosas. O chamar foi produzir;  e o dizer que eram, foi fazer que fossem o que não eram." António Vieira, Sermões
E os pais acreditam, sem moderação nem senso. Depois votam. Amen.


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BES-Madeira

Reflexões da Madeira

O domínio do BES passou das mãos de uma família para as do PSD.

Há anos que o domínio da Madeira também passou das mãos das famílias tradicionais (Madeira Velha) para as do PSD-M.

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17.7.14

 

Aeroporto ao gado

A entrada para o “check-in” lembra as baias para levar o gado à purga ou à ferra.
A funcionária do balcão (ANA? Ground-force?) “oversized” não atendia, ordenava – “as malas têm de estar deitadas”; não tinha aguilhão visível.
No controle fui despido e apalpado por levar um frasco de protector solar. Tendo sobrevivido à prova, outra me esperava - um labirinto de montras cintilantes que impediam que desse com a sala de espera; ali vi-me rodeado de lojas onde as empregadas também esperavam, imóveis e silenciosas, eventuais clientes. A maioria passava distraída; alguns entravam a ver a mercadoria.
Moreia Aquário Funchal
No fundo do mar há predadores que aguardam as presas escondidos nas rochas ou cobertos de areia; alguns exibem iscos atraentes com que as levam ao engano.

Para apanhar moscas, penduravam-se fitas adesivas, que a gravidade desenrolava e a brisa enrolava.
Aeroporto às moscas.

Um aeroporto reflete o Estado e o funcionalismo público - todos somos considerados incómodos e suspeitos enquanto se não provar o contrário; as salas de espera refletem as campanhas dos partidos políticos - diferem entre si como as montras dos vários aeroportos: todas nos acenam com bugigangas de que só tarde damos conta serem supérfluas, iludem-nos com utopias mirabolantes e nenhuma se liberta do paradigma consumista - não seremos bem-vindos sem uma prenda do "free"-shop.

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16.7.14

 

o cêntimo

Gau$$$$$$$$$$

25% da riqueza nacional está nas mãos dos 1% mais ricos 


The results clearly indicates that survey wealth estimates are very likely to underestimates wealth at the top.


* Mais do que a assimetria da distribuição do rendimento, interessa-me saber se o que chega ao extremo direito da curva bastará. 
 Mais do que a assimetria da distribuição do rendimento, preocupa-me a distribuição dos votos que, neste sistema enviesado, acompanha a das notas do banco.

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Ordens unidas

 “Proletários de todas as ordens, uni-vos!


A Ordem dos Advogados apela aos seus membros para envergarem a toga, "num ato simbólico de defesa, na rua, dos direitos de cidadão e de manifestação da força da advocacia portuguesa"




Ordem apoia greve dos médicos




* Advogados de toga, médicos de bata, operários de fato de macaco.


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2.7.14

 

Estilos de vida

Apenas metade dos idosos aproveitaram vacinas gratuitas da gripe
 (e 1/3 dos doentes crónicos)
"A atuação política tem-se pautado por relegar* para a população a responsabilidade pelos seus comportamentos, persistindo em omitir que nem todos têm as mesmas capacidades e os mesmos recursos para optarem por estilos de vida saudáveis". 
Do RELATÓRIO DE PRIMAVERA 2014.
OBSERVATÓRIO PORTUGUÊS DOS SISTEMAS DE SAÚDE

* relegar 
1. Internar numa colónia.
2. Confinar num local determinado.
3. Afastar de um lugar para outro.
4. Banirexpatriarexilardesterrar.
5. Repelirdesprezar.
6. Esquecer.
7. [Figurado]  Afastar com desdém.


** Temo que os coordenadores do relatório do outono próximo responsabilizem a DGS por este fraco resultado.


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