alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

27.2.13

 

Memória virtual

Há 35 freguesias portuguesas que já têm o seu cemitério virtu@l


Numão
Numão (prè-hist)











As pessoas poderão deixar de fazer uma grande deslocação para prestar homenagem aos seus defuntos sepultados num cemitério distante. 

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Habemus sarilho

 Sem se imaginar, ainda, o que quer isto dizer, de uma coisa ninguém duvida: há um sarilho de fardas no horizonte. 
*Sarilho de fardas também não sei o que quer dizer, mas ensarilhar armas era a maneira de as arrumar nas pausas de combate.

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História

Sociobiologia atrevida
Um economista e comentador ... afirmou recentemente que os historiadores são inúteis para a economia.
(Discordo)
O que interessa na visão histórica é a forma como ela combina elementos de profundidade (temporal) com outros de amplitude (temática), para produzir interpretações que nunca estão dependentes de apenas um fator.
E isso é algo que estes economistas mais estreitos, convencidos de que conseguem abrir as portas do entendimento com apenas uma chave (os custos unitários do trabalho, a dívida pública, a confiança dos mercados, etc.) nunca conseguirão entender. Por isso eles têm sido uma tragédia em toda esta crise, falhando previsões atrás de previsões ...   Rui Tavares 

* Também EM MEDICINA NÃO HÁ PROGNÓSTICO POR PHOTOMATON 
Tentar avaliar o prognóstico de um processo dinâmico como o de uma infecção grave na criança pela resultante de dados que o doente manifesta no momento da consulta é um absurdo metodológico. Menospreza-se a cronologia e a evolução, factores cruciais de uma história clínica. Não surpreende que um dos estudos recentes tenha verificado que a preocupação dos pais e o sentimento do médico eram os mais seguros sinais de alarme. 

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26.2.13

 

Equidade

Carne de cavalo em alimentos portugueses
*Carne de cavalo é o sucedâneo mercantil de equidade.

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A sublime porta do bazar

Afinal os mercados, ainda que torçam o nariz, sempre se moldam à política.

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25.2.13

 

Democracia


Viver em democracia é viver em tenção.
 A tenção entre os representantes eleitos e os cidadãos que os elegem, entre as leis que aprovam e a aceitação social que permite que elas sejam aplicadas.
 Daniel Oliveira. Expresso 23-2-2013
* Afinal o que me parecia ser uma gralha pode não o ser; tenção também significa (Priberan) : 
8. [Antigo]  Rixa, briga.
9. Debate poético entre dois ou mais trovadores.
Na verdade, a tensão é inerente à vida, democrática ou não.

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'Grândo­la Vila Morena'


Zeca Afonso cantou-a pela primeira vez em público em San­tiago de Compostela mais de 100 anos depois da sua morte.
Martim Avillez Figueiredo Expresso 23-2-2013

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Branqueamento é crime

Apartheid subliminar

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23.2.13

 

A última ceia dos generais

"Jantares dos generais mostram o falhanço do ministro das Finanças"
La Cène
Il sont à table 
Ils ne mangent pas 
Ils ne sont pas dans leur assiette 
Et leur assiette se tient toute droite 
Verticalement derrière leur tête.
      "Paroles", Jacques Prévert

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maiores fricc fracc ficc

1.  José Sócrates desempenha, desde o início do ano, o cargo de presidente do conselho consultivo da farmacêutica suíça Octapharma AG para a América Latina.
A  empresa é uma “das maiores friccionadoras de plasma humano do mundo” e distribui derivados do plasma humano “para todos os hospitais nacionais”.

2. Sócrates deitou fora milhões e milhões mal gastos e perdulários, 
Passos Coelho deita fora milhões e milhões para um vazio de arrogância, ignorância e vaidade, sem melhorar o défice, aumentando a dívida, sem se ver qualquer utilidade. 
Mas o dinheiro, antes como agora, foi para algum sítio.

 * A importância de uma letrinha apenas.
fraccionar v. tr.
Dividir em partes ou fracções.
friccionar -  v. tr.
1. Fazer fricção em.
2. Esfregar.
ficcionar v. tr.
1. Dar carácter de ficção a.
2. Construir uma obra de ficção   


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Com uma letrinha apenas


Dar valor às palavras
Ao menos, vamos hoje usar o esplendor das belas palavras do português contra o abastardamento da língua como maneira de falarmos uns com os outros, de nos entendermos na simplicidade do povo comum, ou na riqueza criativa de uma velha fala, capaz de tudo se a deixarmos à solta, mas magoada e ferida pelo seu uso para esconder vilezas e malfeitorias, e acima de tudo para esconder arrogâncias ignorantes, que é a moeda falsa que para aí circula. JPP.
* Pode ser porque eu dou valor às palavras - uma sinistra manifestação da condição suspeita de intelectual -... que sou mal visto pelos que dão maior valor às letras.
tanto às comerciais, sacadas, endossadas ou protestadas como às que mudam o sentido às leis.
Não admira que tenha sido a Casa da Moeda a alterar a letra da lei de limitação de mandatos autárquicos; já foi uma vírgula.


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Crónicas de há meio século


Em 1962 cumpri uma comissão militar de dois anos como médico em Angola. De lá ia escrevendo para casa; minha mãe guardou-as e encontrei-as no seu espólio. Isto me permitiu reconstituir esta crónica que aqui deixo, aqui e ali retocada. Os factos que vivi e os que outros me relataram estão descritos com então os interpretei. 
Assim, não.
O terrorismo em Angola começou em 15 de Março de 1961 e a nossa "viagem de curso" a 25; em Itália íamos confirmando as terríveis notícias da chacina. Eu, como a grande maioria, considerávamos que urgia ir "Para Angola, rapidamente e em força!" como Salazar comandaria em 13 de Abril de 1961, no dia do regresso da nossa viagem. Por muito que o regime nos desagradasse e por muito que o regime colonial nos indignasse o que acontecera era intolerável; assim, não. 
Naquele tempo havia muitos vizinhos e parentes em Angola o que mais justificava a opção. As dúvidas que então ainda tinha foram removidas pelos meus furriéis, angolanos negros, na Muxima. Que será feito deles?

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20.2.13

 

Exclusividade dos médicos e o bei de Tunes


A proposta de segregação de médicos entre público e privado é equivalente à da separação entre fumadores e não fumadores e à da obrigação de pedir factura pelo jornal.
Entende-se que o director de um Serviço tem de ter autonomia e ser responsabilizado pela sua gestão mas impede-se que contrate um médico que tenha clínica privada.
 Adalberto Campos Fernandes: "O problema do sector público é a rigidez na gestão estratégica dos recursos humanos, em que todos são tratados por igual e sem qualquer meritocracia e com a produção limitada." 
Um director dum hospital, "Para contratar um porteiro têm de pedir autorização ao ministério."
Para Isabel Vaz, a exclusividade "pode fazer sentido em alguns cargos e em algumas especialidades" mas não certamente de "forma generalizada".
"O problema da eficiência não está na exclusividade mas na desorganização e desmotivação no sector público... A exclusividade é um tema politicamente correcto, mas na verdade há um falso consenso e por isso não vai avançar."
* A segregação de médicos é
 uma medida mediaticamente aplaudida proposta por quem não é capaz de resolver o problema fundamental.


Sabe você o que eu fiz numa destas agonias,...., e não podendo arrancar uma só ideia útil do crânio, do peito, ou do ventre? Agarrei ferozmente da pena e dei, meio louco, uma tunda desesperada no bei de Tunes...
No bei de Tunes? 
Sim, meu caro Chagas, nesse venerável chefe de Estado, que eu nunca vira, que nunca me fizera mal algum, e que creio mesmo a esse tempo tinha morrido. Não me importei. Em Tunes há sempre um bei: arrasei-o.
Eça de Queirós, Brasil e Portugal, Notas Contemporâneas

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19.2.13

 

“Bolsas sim, propinas não!”




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O que fizemos de errado?


Prematuridade
“O nosso filho nasceu antes do tempo... O que fizemos de errado?”
Sofia Nunes Silva é psicóloga clínica e terapeuta familiar. Escreve segundo o Acordo Ortográfico.

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Concretizar

Mais betão para cima das artes!
Portugal deve ser o país do mundo que tem proporcionalmente o maior número de auditórios, cineteatros e centros culturais, etc., e o mais baixo volume comparativo de emprego artístico local. Mário Vieira de Carvalho
* Era o que dizem que os gangsters faziam ao cadáver do inimigo; para que não fosse encontrado enterravam-no nos caboucos das obras públicas que açambarcavam.

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18.2.13

 

O número de contribuinte tatuado no braço

... mas a sanha contra eles, que face ao fisco não tem direitos, nem defesa, nem advogados, contrasta com a complacência afrontosa com a fraude fiscal com os poderosos. É que também nisso, na perseguição aos pequenos, se revela o mundo totalitário de 1984 e do Triunfo dos Porcos, em que alguns são mais iguais do que outros. E pelo caminho, para garantir que os pequenos sejam apanhados na malha, ... JPP

 * O fisco lembra o pescador que, frustrado pela impotência contra o peixe graúdo que salta da rede, adoptasse uma rede de malha apertada.
O número de contribuinte, “marcado no braço dos portugueses” é a imagem oferecida ao fisco do “número de consumidor” entalhado nas meninges de cada cliente português.

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500 anos dos forais

O foral novo - registos que contam histórias está na Torre do Tombo.

É o modelo territorial que perdurará até  ao decreto de extinção dos forais por Mouzinho da Silveira, em 1832: "Fundado sobre tudo no quadro de horror, que oferece um Cidadão laborioso, quando cheio de fadigas de um ano inteiro vê levantar a sua colheita a mil agentes da avidez do Clero, e dos Donatários, e fica reduzida ao miserável resto que a avidez deixa à mendicidade laboriosa (...)."
"Os forais novos  não prevaleciam pêra sempre, conforme preconizara D. Manuel." É a História.
* A história de um "Cidadão laborioso", que continua pêra sempre "reduzida ao miserável resto que a avidez deixa à mendicidade laboriosa". 

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17.2.13

 

Médicos em apartheid


 Exclusividade dos médicos
Era interessante ouvir o parecer de Mandela; afinal trata-se de colocar médicos em apartheid .
Hoje não tenho tempo para comentar e argumentar; só lembro que se este regime tivesse sido instituído, Nicolau da Fonseca, mestre de muitos de nós, teria sido forçado a deixar o Hospital Pediátrico e optar pelo consultório, seu reduto de independência sempre que os burocratas dos serviços públicos o constrangiam..
Também ele teria que resignar para se não resignar.

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Resignar sem se resignar

Muito boa gente comentou a renúncia do Papa Bento XVI desde Eduardo Lourenço no Público a Luís Januário no I.
Mas não foi o Papa (o guia dos católicos) que resignou mas Joseph, o rei eleito do Império Vaticano, que abdicou - duas pessoas distintas numa só; Joseph Ratzinger não abjurou.
A comparação não deve fazer-se com o Papa Celestino V de há 600 anos mas com Eduardo VIII há 77 anos; também ele era rei da igreja anglicana mas não o guia dos respectivos crentes. Mas como Eduardo Lourenço não se referiu ao caso, não devo ter razão.
Atitudes semelhantes, num registo mais modesto, sempre aconteceram no Hospital Pediátrico de Coimbra desde a sua inauguração; todos os directores clínicos têm pedido a demissão do cargo sem se demitirem das suas responsabilidades e sem se resignarem.

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16.2.13

 

Máquina do Mundo


Máquina do Hospital Pediátrico de Coimbra 

O Hospital é feito essencialmente de coisa nenhuma
Paredes, corredores, salas, recantos,
Espaço vazio, em suma.
O resto, é a matéria. 
De António Gedeão
Máquina de Fogo (1961)

 

Do Hospital Pediátrico dizem os políticos ser imenso, vazio, monstruoso, desproporcionado, sobredimensionado, dor de cabeça; não falam dos resultados.

Ninguém disse isso dos que o vêm constrangendo ao longo dos anos; cada vez mais.

Brecht ortopédico

 

1. Depois há um hospital pediátrico imenso. E tem lá espaços absolutamente vazios. Correia de Campos. I online

2. ... pena tenho eu de não ter podido iniciar o Hospital de Todos os Santos, o IPO de Lisboa e outros. Pesa-me, sim, o ter deixado avançar a monstruosa instalação do Pediátrico de Coimbra..  A. Correia de Campos. Público
*... o arrependido ministro cujo plano funcional elogiou e de cuja obra foi senhor absoluto.

3. Paulo Macedo ... "pelo facto de ter várias áreas que nunca foram abertas, que continuam encerradas, é claramente um investimento desproporcionado”. JN

4. Martins Nunes, PCA do CHUC:...a grande dor de cabeça é o Hospital Pediá­trico, obra sobredimensionada, "Fez-se no tempo em que se construíram estádios e auto-estradas que agora estão vazios". Expresso 2-2-2013
* O ministro e o administrador que permitem sejam internadas crianças em Hospitais de adultos.

* No Sec XIX teriam criticado a largura excessiva da Av. da Liberdade; no Big-Bang teriam considerado espaços vazios os intervalos entre os astros. Não se teriam importado se a Máquina do Mundo funcionava; nem teriam dado conta da Via Láctea.

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15.2.13

 

tiara papal

Onde muitos vêem o peso da tiara abolido, Eduardo Lourenço vê o peso da tiara abolida.

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Consumo é PIB


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A causa vs a culpa


Queda de meteorito nos Urais
O líder populista Valdimir Kirillov atribuiu o facto aos americanos.
* Anos antes teriam sido os judeus os incriminados, o que desencadearia um pogrom.

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14.2.13

 

A tentação proteccionista-colaboracionista


A iniciativa de criar uma gigantesca área de comércio livre entre as duas margens do Atlântico coube, aliás, à Europa.
Obama acaba de dar-lhe uma nova prioridade na agenda americana.
As negociações não serão fáceis. Terão de contrariar a tentação proteccionista que está instalada no Congresso americano e que atrai algumas capitais europeias. Teresa de Sousa


Sindicatos franceses querem transferir a produção de Cacia

As negociações entre a Renault e quatro sindicatos franceses incluiram a transferência de parte da produção da fábrica de Cacia para a unidade de Cléon, em França.

* Os sindicalistas franceses colaboram na deslocalização centrípeta. Operários Renault de todo o mundo francês, colaborai. 

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Elementos de estatística


Taxa de pobreza em Portugal é mais elevada do que a média europeia

* Metade dos países têm necessariamente valores inferiores à mediana.

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O homem mais sábio

A caixa de entrada de Pandora
SHASHI THAROOR 
Meio século antes da invenção do correio electrónico, T. S. Eliot perguntou: "Onde é que está a sabedoria que perdemos em conhecimento? Onde é que está o conhecimento que perdemos em informação?" Se ele hoje fosse vivo, ao contemplar uma caixa de entrada de correio electrónico num computador cintilante, poderia muito bem acrescentar: "Onde é que está a informação que se perdeu em trivialidades?"



Ao princípio era tudo escuro; não se via nada até que surgiu a luz e com ela as cores. As cores multiplicaram-se e formaram o paraíso; se se misturam todas cai-se no inferno branco.



"O homem mais sábio que conheci em toda a minha vida não sabia ler nem escrever." Saramago

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13.2.13

 

Será necessário reformar o SNS?


O SNS foi, a par da liberdade, o maior êxito da revolução de Abril cujos resultados têm sido elogiados por organismos internacionais isentos, incluindo o último relatório do FMI. Os índices sanitários materno-infantis são dos melhores do mundo e continuam a melhorar apesar da crise; é o melhor serviço público nacional que atingiu estes resultados no país concreto, com médicos, enfermeiras, técnicos, administradores, ministros reais e com o concreto povo português. Não com utopias.
Tem muitos defeitos que urge identificar e corrigir, dentre os quais destaco o custo incomportável e o comportamento pouco humano de demasiados dos seus actores.
Urge corrigi-los mas com o cuidado para não estragar.
Mas, quando o ex-ministro Correia de Campos (pena tenho eu de não ter podido iniciar o Hospital de Todos os Santos, o IPO de Lisboa e outros. Pesa-me, sim, o ter deixado avançar a monstruosa instalação do Pediátrico de Coimbra. Público Dez. 2012),
o actual ministro ("Mas há investimentos do Estado que, em alguns casos, são constrangedores, como o caso do Pediátrico de Coimbra” As Beiras 12-1-2013)
e o actual PCA do CHUC (Na fusão em curso, a grande dor de cabeça é o Hospital Pediá­trico ... que equipara aos estádios e auto-estradas que agora estão vazios. Expresso  2-2-2013) consideram que o maior problema do SNS foi a construção do actual edifício do HP, fico muito mais tranquilo e pergunto se valerá a pena preocuparmo-nos com a reforma do SNS.

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E.manuscrito


Para poder usar assinatura eletrónica fui obrigado a preencher, à mão, um impresso quadriculado; uma letra em cada quadrado ...
Já o não fazia desde a Escola mas é a segunda vez que tal me acontece nesta semana de Entrudo. 

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12.2.13

 

E julgareis qual é mais excelente

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11.2.13

 

"Europa Não, Portugal Nunca!"

"Europa Não, Portugal Nunca!" segundo Mário Viegas.
...são cortados todos os fundos de investimento na tecnologia, no conhecimento, na reindustralização ecológica do continente. 
O que pode a Europa esperar de si no mundo sem estes investimentos? Rui Tavares 
* Chocolates, comei chocolates, segundo Pessoa. Ou "medicamentos ansiolíticos, sedativos e hipnóticos".

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Portugal X

Portugal primeiro, Portugal segundo
a) Primeiro Portugal segundo Portugal.
b) Primeiro Portugal segundo os portugueses.
c) De acordo mas quais portugueses?

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Portugal estupefacto

Os portugueses adquiriram mais fármacos (mais 5,8 milhões de embalagens) e pouparam mais de 190 milhões de euros, em 2012.
Em volume, «o mercado é liderado pelo grupo dos medicamentos ansiolíticos, sedativos e hipnóticos». Infarmed

  • À crise, os portugueses reagem consumindo estupefacientes, com a conivência de médicos que, com a mesma justificação, passam atestados de complacência. Complacência p.c. e prescrições de eficácia “evidence-based”.
  • O status quo agradece; o mercado encara as quebras como investimento.

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10.2.13

 

A flauta de Hamelin Parada

Ora o que é que qua­lifica Parada para ser candidato? A resposta é simples: é um gran­de mobilizador de militantes, traz consigo um verdadeiro sindicato de votos e foi, certamente, um dos grandes angariadores dos tais novos filiados que entraram para os partidos nos últimos tempos
Pedro Adão e Silva Expresso 9-2-2013

* Graças, pois, a estas análogas qualidades, era o Sr. Joãozinho das perdizes uma verdadeira potência eleitoral. 
Júlio Diniz. A Morgadinha dos Canaviais 1920
Do músico que tantos filiados arrasta
se diz ser cacique
Mas ninguém vê ratos 
nos votantes que o seguem.
Brecht representativo

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Carril a mais


Terceiro carril na linha Sines-Badajoz arrisca-se a não ser rentável

* Se com dois foi o que se viu, imagina-se o que seria com mais um.

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Conjunção condicional


Seconjunção condicional 
     ou pronome pessoal reflexo?


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Portulagarta

A lagarta é uma cobra de brandos costumes

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Ano do cobra

Passos Coelho espera que Ano da Serpente traga prosperidade, saúde e bem-aventurança 
Parte dos cortes de 4000 milhões de euros podem ter efeito já este ano.
* Na China este é o ano da serpente, em Portugal será o ano do cobra (Carlixa dixit)

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6.2.13

 

Normalizar custe o que custar

Está a desenhar-se um novo padrão de consumo, mais contido, reflectido e racionalizado, que poderá ser considerado "o novo normal", a vigorar nos próximos anos": Sónia Antunes, directora da Kantar.
Mais de ¼ (27%) dos lares em Portugal - casais com filhos, entre os 35 e os 49 anos, da classe baixa e média baixa - sofrem na pele os efeitos da recessão enquanto 40% das famílias não puseram travão aos gastos não essenciais.

* Pedro IV: "Os portugueses hão de ser livres, quer queiram, quer não".
Pedro PC: "Os portugueses hão de ter novo padrão de consumo, custe o que custar”.
Ambos sustentavam o liberalismo.

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Bolha docimológica


Quatro faculdades públicas e duas instituições privadas sobem notas a quem termina curso dentro do tempo previsto.
* Percebo que se penalize quem não cumpre os prazos, agora que se bonifique quem cumpre parece-me mal. Muito menos empolando as classificações; assim se inflacionam as notas e se criaram as bolhas financeiras  

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Um quiosque no DIAP


O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), liderado por Maria José Morgado, está a investigar o apoio da Câmara de Lisboa à festa do Avante!, através da cedência de, pelo menos, um quiosque e o respectivo transporte para a Quinta da Atalaia, no Seixal, para a Festa do Avante.
* Não terão nada mais importante para fazer?

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4.2.13

 

"sindicatos de voto"

Uma notícia do Sol sugere que entre as razões estarão a "entrada de 17 mil novos militantes", principalmente das "distritais de Braga e Porto", dos quais "há quem fale em "sindicatos de voto" e "militantes que não têm atividade política e entram com cotas pagas". Os partidos, em Portugal, são a praia onde vão morrer as esperanças. RUI TAVARES 


Com certeza que é - insistiu o sr. Joãozinho das perdizes - Então digo-lhe mais: a mim já me falaram. Ha ahi alguem que não desgostaria dos votos de que eu disponho,...
A cena, porém, humilhante como é, não envolve a mínima censura à excelência do sistema; mas apenas aos que nos quarenta anos que ele quase tem de vida entre nós, não souberam ou não quiseram ... 
 Júlio Dinis. A Morgadinha dos Canaviais 1868

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Vespa corsária


Vespa asiática chegou a Portugal
O método de ataque da vespa asiática ou velutina é simples e eficaz: esperam junto das colmeias que as abelhas cheguem carregadas de pólen, capturam-nas, cortam-lhes a cabeça, as patas e o ferrão e transportam-nas para os seus próprios ninhos que constroem no topo das árvores. Aí, comem-nas.
* É o que o fisco (confisco) faz. Era o que os piratas ingleses e franceses faziam às naus portuguesas regressadas da Índia.
Tomaram-nos todos os galeões, galés e armadas, do que resultou ficarem as nossas naus saqueadas e não escapar embarcação nossaAnónimo do séc. XVII. "Arte de Furtar"

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3.2.13

 

Equidade europeia

A votação do bacalhau ficou adiada na Comissão Europeia; como quem diz, ficou em águas de bacalhau ao contrário da dos porcos que, na verdade, bem precisam mais dela.

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2.2.13

 

Revolução cultural


Históricos do Bloco querem renovação

Nova revolução cultural? Salto em frente?  Outro bando dos três?

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Viver acima das possibilidades


72% dos cidadãos portugueses afirmam ter dificuldades em pagar as suas contas no final do mês; a percentagem era de 64% em 2009.
* No período do mais alto PIB português, já 2/3 confessavam que a receita dificilmente chegava para as despesas.

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Publicidade eficaz


 A imprensa foi a causa da baixa literacia portuguesa.
Há que manter a esperança.



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