alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

14.8.17

 

Afinal

.
Afinal estava ali a causa; mantém-se a tarefa de não a agravar.

Etiquetas:


13.8.17

 

perspectiva


Etiquetas:


7.8.17

 

Fruto de ventre livre


Afonso Henriques descendia de portugueses e era neto de escravos africanos
A FLIP homenageou este ano o escritor Lima Barreto, um neto de escravos que, há cem anos, zurzia as elites brasileiras em português de lei.
 O jornalista e romancista carioca Afonso Henriques de Lima Barreto (1882-1922), que descendia de portugueses e era neto de escravos africanos, era crítico impiedoso e mordaz da Primeira República brasileira.
“Todos querem ‘comer’. ‘Comem’ os juristas, ‘comem’ os filósofos, ‘comem’ os médicos (…), ‘comem’ os romancistas, ‘comem’ os engenheiros, ‘comem’ os jornalistas: o Brasil é uma vasta ‘comilança’”.

Etiquetas:


6.8.17

 

Um pedaço de história, hoje


Etiquetas:


3.8.17

 

Acto falhado


Acto falado é quase acto falhado.
Para os erros a lápis, havia borracha; também para a caneta, mas puía o papel.
Recortar e colar a página era demasiado evidente. As fotos podem ser retocadas mas deixam dedadas.
Só com a digitalização se podem corrigir erros originais sem que se note. Como na "edicção genética".

Para os actos falhados (lapsus linguae) ainda não há remédio; pensem bem antes de falar. Somos donos do nosso silêncio e escravo das nossas palavras.

Etiquetas:


 

Apoiado por?

 .

Saiba quem apoia estas mutações do ADN sem crispação com uma técnica de nome sugestivo - CRISPR

Etiquetas:


31.7.17

 

Escola para quê?



Etiquetas:


 

Chegar à Índia



… para chegar à Índia. E foi como chegar a outro mundo,
Hipermítico/hipertímico          J Abel Manta
descobrir outro planeta, e durante praticamente dois séculos a nossa capital era mais fora de nós do que dentro de nós. E sempre nos habituámos a que essa imagem que adquirimos num lá fora hipermítico fosse tão universal que ninguém podia não saber que nós lá tínhamos chegado. A partir daí começámos a ter uma imagem de nós como país visível quando os outros, maiores, não eram visíveis. Eduardo Lourenço

* Passeávamos pelo bairro chinês de Singapura pelo que ali almoçámos, num pequeno restaurante local. Seríamos dos últimos clientes, os únicos ocidentais; era um restaurante familiar, pelo que toda o pessoal rodeava a nossa mesa, ajudando e sorrindo da nossa inépcia no uso dos pauzinhos que fazíamos questão de usar.
Quando souberam que éramos portugueses, gritaram para uma mesa do fundo: Oh Malaca, estão aqui patrícios teus.
Em Singapura, num bairro chinês, sabiam das relações antigas de Portugal com Malaca.

Etiquetas:


 

Ah uma terra aonde, enfim / Muito a leste não fosse o oeste já!


Com um posfácio escrito em letras minúsculas, esse tempo, em fim de estação, prepara-se agora para se despedir de um político que, ao ter-se transformado num "eucalipto", secou tudo o que o rodeava e afirmou-se, numa dimensão quase divina, como senhor absoluto do jogo político em Angola.
Um tempo em que eram distribuídos cargos e benesses a favor da família do ainda casal presidencial, numa voraz apropriação dos bens do Estado.
"Não foi a riqueza que mudou de cor. Foi também a colonização", denuncia Graça Campos, diretor do jornal eletrónico "Correio Angolense".  "Com o tempo, acabou por ser capturado pelos filhos e, para disfarçar a concentração da festança na família, colocou em lugares-chave membros do seu restrito clube de colaboradores, tendo distribuído algumas migalhas a uns tantos serviçais da sua corte de bajulação".
Vergado pela crise petrolífera e com o prestígio profundamente abalado a registar os níveis de popularidade mais baixos de sempre, o ainda Presidente angolano vive os últimos dias do seu reinado dividido entre o secreto desejo de "sair ficando" e a  incapacidade de controlar a corrosão de um sistema que, numa viagem sem retorno, está a empurrá-lo para fora…

* É o 1968 de JE dos Santos. A idade e a doença não perdoam. 
Salazar não tinha família e teve a sorte de morrer a tempo; o petróleo que ele temia potenciasse a cobiça da finança global sobre Angola ditou também a perda do poder e do prestígio de J. Eduardo dos Santos. Na dependência da finança e do petróleo, o sistema manteve-se.

"A maioria das revoluções que se fazem em seu nome", são o tempo dado ao povo para "mudar de ombro para suportar a costumada carga"(Goethe, citado por Eduardo Lourenço. O Labirinto da Saudade. Dom Quixote 1978).

Etiquetas:


30.7.17

 

Três vezes mais conduto que fécula


1. Em 1951 
"Nesta vida de pouca actividade e abundante fécula."
Aquilino Ribeiro. Geografia Sentimental 

    2. Em 2017
a) Os portugueses (dizem que) servem-se demasiado de carnes/peixe/ovos (3 x mais do que o recomendado – superior ao necessário).
Mais de metade dos portugueses (diz que) não faz exercício com regularidade.
b) Algarve tem cinco mil postos de trabalho por preencher.

c) Esperam que o Governo resolva 

d) ou que a ciência crie a Bula dietética que nos permita comprar a indulgência para os pecados da carne.  http://alcatruz.blogspot.pt/search?q=Os+investigadores+a+olhar+para+a+c%C3%A9lula

Etiquetas: ,


 

Ementa entrevista


Entrevistas presenciais
Portugueses (dizem que) 
Fui encher a bilha e trago-a / Vazia como a levei 
comem carne a mais e abusam do sal e do açúcar
O Inquérito Alimentar Nacional e de Actividade Física indica que o país (diz que) não respeita a dieta mediterrânica. O peso das hortaliças à mesa é metade do que devia ser (dizem eles). E (dizem que) ingerimos mais sal do que o organismo tolera.

 Os portugueses (dizem que) andam a trair a dieta mediterrânica. (Dizem que) Exageram na carne e nos lacticínios e tendem a não comer as proporções certas de hortaliças, fruta, tubérculos, cereais e derivados. Um novo estudo indica que também (dizem que)  abusam do sal e que isso não é só por causa do pão e da charcutaria. É também pela quantidade de sopa que (dizem que) se consome no país — demasiado salgada.

Etiquetas:


Archives

12/2004   01/2005   02/2005   03/2005   04/2005   05/2005   06/2005   07/2005   08/2005   09/2005   10/2005   11/2005   12/2005   01/2006   02/2006   03/2006   04/2006   05/2006   06/2006   07/2006   08/2006   09/2006   10/2006   11/2006   12/2006   01/2007   02/2007   03/2007   04/2007   05/2007   06/2007   07/2007   08/2007   09/2007   10/2007   11/2007   12/2007   01/2008   02/2008   03/2008   04/2008   05/2008   06/2008   07/2008   08/2008   09/2008   10/2008   11/2008   12/2008   01/2009   02/2009   03/2009   04/2009   05/2009   06/2009   07/2009   08/2009   09/2009   10/2009   11/2009   12/2009   01/2010   02/2010   03/2010   04/2010   05/2010   06/2010   07/2010   08/2010   09/2010   10/2010   11/2010   12/2010   01/2011   02/2011   03/2011   04/2011   05/2011   06/2011   07/2011   08/2011   09/2011   10/2011   11/2011   12/2011   01/2012   02/2012   03/2012   04/2012   05/2012   06/2012   07/2012   08/2012   09/2012   10/2012   11/2012   12/2012   01/2013   02/2013   03/2013   04/2013   05/2013   06/2013   07/2013   08/2013   09/2013   10/2013   11/2013   12/2013   01/2014   02/2014   03/2014   04/2014   05/2014   06/2014   07/2014   08/2014   09/2014   10/2014   11/2014   12/2014   01/2015   02/2015   03/2015   04/2015   05/2015   06/2015   07/2015   08/2015   09/2015   10/2015   11/2015   12/2015   01/2016   02/2016   03/2016   04/2016   05/2016   06/2016   07/2016   08/2016   09/2016   10/2016   11/2016   12/2016   01/2017   02/2017   03/2017   04/2017   05/2017   06/2017   07/2017   08/2017  

This page is powered by Blogger. Isn't yours?

Site Meter