alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

19.11.17

 

Corporações marimbando-se para todos


Mesmo que o sol seja cialítico
Os anos da troika, a quem pedimos ajuda, não existiram.
Tentem convencer as vítimas dos incêndios que eles, também nunca existiram.

São escandalosas estas reivindicações justamente neste período pós catástrofe, chantageando um governo enfraquecido e ignorando tantos, muito mais agudamente necessitados e a quem ainda não chegou ajuda que baste.
Pensando bem, não admira, se se recordar que são estas mesmas corporações - f.p., médicos, juízes, et al - que não hesitam em fazer reféns toda a população para fazer vingar as suas reivindicações salariais. 
Antena 1 
(7,20 m dos 8,14 do noticiário das 9 foi dedicada a salários; o resto a futebol)

Dizia um ir participar: “pela melhoria das condições de trabalho, essencialmente dos ordenados que é o que é preciso… sem aumentos e com o poder de compra sempre a aumentar .. uma pessoa não tem possibilidades de viver… para cumprir com os seus deveres…

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Mercado da saúde


Pagaria? Na Várzea dos Amarelos há anos que tentam esse processo; Fausto também.
Será essa crença que recobre de oiro as estátuas de Buda?

















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Incêndios Xavier Viegas


Uma reflexão sobre os incêndios florestais de 2017
Perdeu-se muito tempo, pactuando com o desleixo e com a negligência, que conduziu o nosso país a esta situação calamitosa.
Ao comentar esta tragédia, em mais do que uma ocasião, disse que “falhámos todos”… Mas incluo também, de uma forma geral, todos os cidadãos, porque se trata de uma questão que envolve toda a sociedade. Ninguém se pode colocar fora do problema e, menos ainda, julgar os outros, porque terá certamente deixado algo por fazer. Se não, não teríamos sofrido esta tragédia.
... a causa provável dos incêndios principais (terá sido) a falta de manutenção da faixa de proteção da linha elétrica existente nos locais...
Neste relatório é apontada como causa provável dos incêndios principais a falta de manutenção da faixa de proteção de uma linha elétrica existente nos locais de origem dos mesmos.
… para além de todos os fatores ….está a deficiente governação do país, que ao longo de dezenas de anos tem vindo a negligenciar o problema do mundo rural e em particular da sua proteção em relação aos incêndios. o sistema de defesa da floresta contra os incêndios (SNDCIF), assente nos três pilares estatais da ANPC, do ICNF e da GNR, é desadequado. Em minha opinião, falta um quarto pilar, que designo por “População”, que deveria envolver toda a sociedade, para além das entidades estatais.
se o Estado persistir em tentar vencer esta “guerra”, apenas com a força das suas instituições, não o conseguirá. 
Falta um quarto pilar, que designo por “População”, que deveria envolver antes de mais a população, que tem sido marginalizada do problema e das tentativas de solução. Engloba igualmente as autarquias, as empresas, a comunidade científica.
O problema dos incêndios florestais está longe de ser um problema de espécies florestais ou de mera gestão de espaços. No nosso país é, antes de mais, um problema de pessoas. Infelizmente estas estão colocadas, ostensivamente, fora do sistema.



18.11.17

 

Incêndios Ofélia


NASA mostra como a passagem do Ophelia coincidiu com incêndios


Há quem confunda Ophelia com Constança

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17.11.17

 

Sem cidadãos não há democracia


Salvatore Settis (Italia S.A.) pergunta: “Quem visita Brera ou Capodimonte, quem passeia em Siena, na Piazza del Campo, ou em Brecia, na Piazza della Loggia, deve ser entendido como um cidadão ou como um consumidor?”
* Quem opina, trafulha, se manifesta, faz greve e vota, deve ser entendido como um cidadão ou como um consumidor?


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Olho de elefante mineiro


 que arte quer para a aldeia mineira do Lousal


@ Can Stock Photo

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16.11.17

 

Vozes do Silêncio



Ouvir a entrevista audio de Ana Cristina Pereira (conta-nos como é acompanhar as histórias de pessoas em situação de sem-abrigo) ao min 6m 20s  reservado a assinantes do Público.
https://soundcloud.com/publico-980450019

Transcrição:
Temos de ter uma abertura ao outro… uma capacidade de ouvir sem julgar ...
uma curiosidade mínima, uma vontade genuína de saber...
tem de haver aqui uma empatia pura...
sem haver essa empatia a pessoa não se dá e  … a reportagem não acontece na sua plenitude
As pessoas sentem… ou que tu estás a fazer um frete ou que estás a falar com elas porque achas que elas são importantes.
Que queres mesmo saber, estás interessado no que elas têm a dizer… estás a tentar perceber.
Duas coisas importantes - o tempo e a disponibilidade

* Quem diz reportagem diz diálogo, consulta.

15.11.17

 

25 de Abril nunca existiu







Mário Nogueira diz que greve dos professores é decisiva para plano negocial


* Salazar ficaria deliciado com a situação - sindicatos corporativos (o dos professores não hesitam em tornar a fazer os seus alunos reféns das suas remunerações) com a complacência da população estocolmada, receosa da actual PIDE do p.c. (politicamente correcto).


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Abuso e complacência


Renascer Portugal?

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14.11.17

 

Actos falhados criativos


Há que ter cuidado com os cartazes e logotipos que os criativos criam; há dias foi um sem pés nem cabeça; hoje é o do anozero'17.


Curar e reparar o zero? 
Haverá quem não repare no zero mas curá-lo ou repará-lo?


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13.11.17

 

AnoZero em Santa Clara



Excelente a intervenção de Fernanda Fragateiro, muito bem adaptada ao local e ao momento - um espelho no rego que atravessa o refeitório das monjas duplica a imagem da água num ano de seca extrema. 
Um milagre virtual a emular o da rainha.








P.S. Sem mesas e apenas com bancos corridos tão baixos, as monjas seriam obrigadas a comer nos joelhos?



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resiliência


O medronheiro apesar da seca

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Burocracia nosocomial sem máscara


Recém-nascido
De bata e touca mas sem máscara: novo equipamento do Real ou receio nosocomial?

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