Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt
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| Da ecoansiedade ao ecocopânico |
A ecoansiedade é um medo crónico do desastre ambiental.
O discurso catastrofista sobre o clima é uma
máquina massiva de gerar jovens ecoansiosos. Etiquetas: clima, contágio, eco, ecologia, pânico
Pandemedia
O vírus do pânico contaminou a capa do Expresso desde há um mês; já não parece o mesmo.
É contagioso e o perigo persiste uma semana; avisam-se os 87
mil leitores que lhe peguem com pinças e a o leiam com óculos.
" ... ter uma noção sobre os comportamentos humanos em situação
de tensão, travar o pânico, entender as informações que recebe, saber
distinguir o trigo do joio, conhecer minimamente os mecanismos sensacionalistas
da comunicação social... Não é remédio
absoluto, mas ajuda". JPP
Etiquetas: jornal, pandemia, pânico, vírus
… (na manhã seguinte)
E os navios antes atracados ao cais, suspendidos nas mãos dos ventos de todos os quadrantes, arrancados de suas amarras, ficaram ao deus-dará da tempestade. E as chuvas a caírem, os pobres a chorar, os ricos a ranger os dentes.
Durou tudo apenas duas horas, e, se uma hora mais durasse, teria desaparecido do mapa a cidade de Belém com seus azulejos portugueses e sua graça antiga.
Desapareceria a cidade de Belém, engolida pelo dilúvio, levada pelo tufão, mas continuaria o Ita a seus cais amarrado, com todas aquelas amarras ordenadas pelo Comandante Vasco Moscoso de Aragão, Capitão de Longo Curso, único entre todos os velhos marinheiros capaz de prever a tempestade e de contra ela precaver o seu navio. Ali, firme no cais, imóvel e inamovível, com as suas amarras todas amarrado.
Jorge Amado. OS VELHOS MARINHEIROS. 1961
Etiquetas: estratégia, pânico, Vasco Moscoso
Sociobiologia atrevidaEpidemias; gripe, pânico e paranóia Criticar o alarmismo sem substituir o pânico epidémico pela paranóia endémica.
1. Assunto: Pas de vaccin contre la grippe !
*Un mail d'une jeune femme travaillant aux laboratoires Pierre Fabre:
Je vois des médecins à longueur de journées.... Hier soir encore ils étaient en réunion avec un pneumologue et ils s'accordent tous à dire qu'il ne faut pas se faire vacciner contre la grippe A! Et les médecins que j'ai vu cet après-midi refusent de vacciner les patients qui le leur demandent.......
Le vaccin est un vaccin "vivant", et pour le booster un peu, les labos ont mis du mercure à fortes doses.
L'Etat préconise une vaccination en priorité chez les personnels de santé, les femmes enceintes et les enfants !!! On imagine le carnage !
Merci de ne pas faire suivre ce mail avec mon nom car on ne sait pas chez qui ça peut arriver à force de faire suivre.....
2. Subject: Flu vacina.
Uma carta confidencial do Governo britânico para médicos directores de departamentos de neurologia foi revelada ao jornal "The Mail":
A vacina contra a Gripe Suína causa uma doença nervosa fatal. Levanta-se a questão: Porque é que o Governo não avisou o público uma vez que estão planeados milhões de vacinações - inclusivo a mulheres grávidas e crianças?
3. "A “ex-ministra” da saúde da Finlandia, Dra Rauni Kilde, "fala sobre la gripe A.
"We have heard about conspiracy theories in the past but I have never seen such a transparent strategy. Big Pharma and Monsanto have billions of dollars to profit from on the swine flu and the madly poisoned groceries that you find on shelves of the semi-manufactured products," writes
A meta dessa “elite” (corja) é reduzir a população da Terra em 2/3 pelo menos, quiçá 5 mil milhões.
Não é gripe porcina que é perigosa, mas sim as injecções... o objectivo é reduzir a população mundial ... porque é muito tóxica (a vacina é uma mistura de vírus porcino, hmuano e aviário) e para meter milhões e milhões e milões nos bolsos ...e é por isso que começam pelas crianças e as grávidas...para eliminar a próxima geração.
Rauni-Leena_Luukanen-Kilde (c.v.)
*Uma epidemia resulta da disseminação de “vírus” patogénicos por transmissores involuntários, doentes ou não.
Muitos boatos (e o pânico) também resultam da propagação de rumores (ou medos) infundados por transmissores involuntários ou não. Temos que assumir a responsabilidade de evitar a propagação da doença.
Um animal que sobreviva a uma infecção fica imune e deixa de transmitir o vírus causador; o mesmo não acontece com os boatos. Não há vacina contra esta doença. Os anticorpos não neutralizam o disparate; este é um vírus que se insinua no encéfalo crédulo onde os anticorpos não chegam.
A razão, a crítica e o senso são processos de imunidade; inespecíficos, mas com alguma eficácia contra esses menes.Etiquetas: Epidemia, gripe, pânico, paranóia, sociobiologia