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| Prima por não exagerar |
Etiquetas: mortalidade, rigor, SNS
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| Nem 8 nem 80 João Abel Manta |
Etiquetas: Europa, mortalidade
A mortalidade global portuguesa deste ano é elevada mas o mesmo acontece em toda a Europa onde Portugal está bem colocado; melhor do que muito países da Europa Central e Norte.
No recente relatório do Eurostat desde 2020 (13 December 2022) Portugal só uma vez é citado pelo “excesso” e em 2020 (e com um padrão inadequado de valor médio de anos anteriores num país cuja mortalidade tem vindo a aumentar desde há 15 anos).
Etiquetas: Europa, mortalidade, saúde
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a)
O quartis de
b) Os valores de Junho não diferem muito dos dos Julhos de 2009-2021; a meteo não se rege pelo calendário gregoriano.
2. Com
este calor, muita gente vai sentir-se mal e, no estado em que está, o SNS não
vai dar resposta e muitas pessoas vão morrer. Vamos ter de novo uma mortalidade
excessiva. Já estamos lá. Julho de 2022 já está a matar muito mais do que a média.
a)
O calor actual é um fenómeno
excepcional; não tem sentido comparar os valores actuais com os da média de
anos normais.
b)
Não tem sentido usar o valor médio
dos anos anteriores dada a crescente tendência da mortalidade nos anos
anteriores.
c) O papel do SNS não é relevante na prevenção da morte de velhos pelo calor
3. a morte silenciosa de centenas de idosos, que, no atual
contexto, é ainda mais pesada porque estamos a viver as consequências
desastrosas das políticas do PS para a saúde, quer através da ideológica e
retrógrada lei de bases da saúde (que piorou tudo), quer através da obsessão
com a covid, que levou a um excesso de mortalidade não covid.
4. Junho de 2022
foi o mais mortal dos últimos 42 anos.
* o valor da mortalidade anual tem vindo a aumentar desde há quinze anos.
5. Esta
ausência de resposta política, mediática e moral da sociedade perante esta
mortalidade é inaceitável.
* São inaceitáveis análises tão
enviesadas dos dados e interpretações.
Etiquetas: calor, mortalidade, viés
A taxa anual da mortalidade portuguesa segue um curioso padrão intermitente – a um (ou dois) anos maus segue-se um (ou dois) anos bons.
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Também durante os meses de pandemia se verificou idêntico padrão.
Era o que seria de esperar do ritmo pendular da gadanha da alegoria clássica - a intermitência da morte de Saramago. Não é surpresa - havendo um contingente programado para morrer cada ano (apoptose populacional) se num ano houver um excesso no seguinte haverá um défice por falta de susceptíveis.
Padrão idêntico ao da dialética predador/presa, diriam os naturalistas.
Semelhante ao trajecto do cão de Heisenberg* ou do de cada electrão à roda do núcleo…
* https://www.ocf.berkeley.edu/~hetherin/HeisenbergDog.pdf
Etiquetas: demografia, mortalidade
Não houve mortalidade colateral (não
covid) excessiva em Portugal no ano 2020
A questão do aumento ou não da mortalidade não-covid desde o
início da pandemia é abordada neste artigo pelo médico e professor de pediatria
(reformado) do Hospital Pediátrico da Universidade de Coimbra Henrique Carmona
da Mota
9 DEZEMBRO 2021 11:30
É geralmente assumido ter
havido uma mortalidade colateral (não covid) excessiva durante o primieio ano
da pandemia. Os trabalhos que fundamentaram esta perceção usaram como
padrão o valor médio da mortalidade dos últimos cinco anos, como é clássico.
A meu ver, estes padrões não
são adequados a países com valores crescentes de mortalidade; havendo uma
evolução, a média dos valores históricos não representa “os que seria de
esperar”. Era o caso de Portugal.
O quadro mostra os valores da
mortalidade anual por milhão de habitantes (dados da Pordata e do Banco
Mundial), que são progressivamente mais elevados.
Verifica-se que, em 2020, o
número de óbitos por milhão de habitantes, sem contabilizar as mortes por
covid, foi superior (5,3 %) ao da média dos cinco anos anteriores, um valor
semelhante aos que já se haviam verificado em 2018 (5,4%) e em 2016 (5,6%).
Era de esperar que o valor de
2020 fosse superior aos anteriores; o que importava era saber se essa diferença
era ou não significativa.
Um crescimento progressivo do número de óbitos
anual invalida o padrão clássico. Havia que procurar outro que, tendo por base
os valores históricos, considerasse não a sua média, mas a tendência da
evolução - o padrão mais correto de avaliar o que seria de esperar acontecesse.
O tratamento informático dos dados da
mortalidade de
Conclusão: a mortalidade em 2020
(excluída a atribuída à covid-19) foi superior à dos anos anteriores mas não
excessiva, porque está de acordo com o que seria de esperar dada a tendência
crescente verificada naquele período num país em envelhecimento.
* Agradecimento a Carlos Tenreiro,
do Departamento de Matemática da FCTUC
Etiquetas: epidemiologia, mortalidade, pandemia
Etiquetas: cheias, mortalidade, pandemia, SNS
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