Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt
Jerónimo de Sousa teve
um discurso vitorioso na noite deste domingo ao anunciar a “confirmação das posições de maioria e a conquista de novas”, onde se incluem
duas capitais de distrito: Évora e Beja
A estas juntam-se Loures, Grândola, Alcácer do Sal,
Alandroal, Cuba, Vila Viçosa, Monforte e Silves.
* A lista das cidades conquistadas pela CDU lembra a dos
castelos tomados por Afonso Henriques aos mouros infiéis como aprendíamos na escola.
Quem será o Geraldo Geraldes da CDU?
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A um outro Professor
“Senhor professor, tome conta de nós" pediu Simone de Oliveira no palco com José Carlos Malato que pediu uma salva de palmas para a mulher de Cavaco Silva. -Esta senhora (Maria) trabalhou toda a vida. ... ela está sempre ao meu lado.
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Alegorias zoo-históricasEntre o "animal feroz" e o manso cordeiro
A bipolarização em Portugal não é entre o PS e o PSD, nem entre a esquerda e a direita, é a favor ou contra José Sócrates. Mais de metade do país é contra Sócrates e uma parte mais pequena é a favor, mas ambas estão muito radicalizadas. José Pacheco Pereira. Público 20.06.2009
* Dado o fracasso das sondagens clássicas, JJP fez a sua, sem margens de erro nem intervalos de confiança.
Aproveitou para equiparar a situação portuguesa actual à do Império romano de Tibério, um enteado que Augusto adoptou.
E não deixa de ter razão; como a Roma de Tibério, Portugal dos tugas é uma sociedade habituada a viver muito acima do que produz e mal gerida por uma multidão de pretores e publicanos, que espera que o governo cubra a diferença com o tributo das províncias europeias e que não reduza os seus direitos adquiridos a pão e circo. Nestas circunstâncias, em que os cidadãos se abastardam e os imperadores se alheiam, é natural que surjam coronéis com as suas guardas pretorianas:
Sócrates é... um produto típico do tempo. Não é único - as mesmas incubadoras que o produziram, as "jotas" partidárias, estão a gerar outros produtos do mesmo tipo. Gente ambiciosa, muito ambiciosa, com pouca "virtude", com poucas leituras e muita televisão e computador, deslumbrada pelos gadgets, movendo-se com à-vontade entre jornalistas e empresários, sem "vida" nem biografia e pensando a política como pouco mais do que uma forma elaborada de marketing. Depois, como estamos em Portugal, o grosso do "trabalho" está na "gestão da carreira", em milhares de telefonemas, muita intriga e "imagem". Depois há uns melhores do que outros e Sócrates, dentro da espécie, aprendeu melhor e com mais eficácia. E teve sorte, apareceu-lhe uma causa, a co-incineração, com todas as vantagens de lhe ter permitido a suprema ambição deste tipo de políticos: "ter protagonismo". JPP. Público 20.06.2009
*O PR não ficará muito satisfeito ao ler o papel que JPP-Tácito lhe atribui: Sejano compartilhou o consulado com Tibério. O imperador afastou-se de Roma e Sejano transformou a Guarda Pretoriana em força política e assumiu, de facto, o governo do Império: enquanto Sejano-Sócrates governava Roma-Portugal com brutalidade, Tibério-Cavaco entretinha-se em Capri-Belém a nadar com os seus "golfinhos".
Antónia, a Jovem também não gostaria de se ver re-encarnada em MFL. Etiquetas: política história
Maniqueismo
“… tempo em que os portugueses se foram pesadamente devorando uns aos outros, cada nova doutrina emergente destruindo e esmagando a(s) anterior(es), estatuídas estas como inimigas de vida e de morte, alvos a abater, e as suas obras como negras peçonhas a fazer desaparecer. Católicos ou erasmitas, papistas ou hereges protestantes, jesuítas ou "pombalinos", religiosos ou maçónicos, tradicionalistas ou modernistas, espiritualistas ou racionalistas, cada corrente só se entendia como una e independente quando via o seu reflexo "puro" nos olhos aterrorizados e impuros do adversário, quando o desapossava de bens, lhe subtraía o recurso para a sobrevivência e, em última instância, quando o prendia ou matava, por vezes mesmo "matando-o" depois de este estar morto, como sucedeu com os restos mortais de Garcia da Horta, em Goa, exumados e queimados. Porém, se umas correntes "matavam" o morto, … outras - animadas do mesmo ódio teológico ou racionalista - "ressuscitavam-no", como aconteceu com os maçónicos e republicanos face ao legado pombalino, … erguendo a maior e mais importante estátua do Marquês de Pombal em pleno centro de Lisboa.
Não temos feito história da cultura com o pensamento, mas com o sangue, alimentando-nos antropofagicamente do corpo do adversário - eis o complexo canibalista cultural português que nos tem definido." Miguel Real. A Morte de Portugal. Campo das Letras 2007
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Um livro de horas para todo o português..A tomada de posse dos ministros deveria ser sobre ele.
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