alcatruz

Alcatruz, s.m. (do Árabe alcaduz). Vaso de barro e modernamente de zinco, que se ata no calabre da nora, e vasa na calha a água que recebe. A. MORAIS SILVA. DICCIONARIO DA LINGUA PORTUGUESA.RIO DE JANEIRO 1889 ............................................................... O Alcatruz declina qualquer responsabilidade pelos postais afixados que apenas comprometem o signatário ...................... postel: hcmota@ci.uc.pt

2.5.14

 

Da greve ao trabalho forçado à do consumo compulsivo.

Morte e transfiguração 
1. ...a globalização,(…), erigiu o mercado num critério civilizacional.
 .... acabaram por mercantilizar tudo, tudo, e integraram-nos a todos nós numa categoria transversal que suplantou as tradicionais clivagens sociais expressas em termos de classe – a categoria de consumidores..
2. Esta esquerda, que promete abundância, está condenada na exacta medida em que o velho Ocidente, prisioneiro dos seus mitos igualitários, mas economicamente decadente, se revela absolutamente incapaz de satisfazer as aspirações apregoadas na bandeira socialista.
De que nos falam o PCP e o BE? De direitos sociais e mais direitos sociais, sem a mais leve indicação ... de quem os pagaria..
3. ... a única maneira de conservar o Estado-providência consiste, a prazo, em privatizá-lo, salvo...    Mª Fátima Bonifácio

Greve de zelo ao consumo; de viver consumido a viver com sumo.
Fátima B fez um bom diagnóstico (consumismo, mercantilismo) mas uma terapia errada ao delegar a providência no mercado, uma rendição que critica na esquerda.
De uma historiadora esperava que se socorresse da história: na clássica era industrial o patronato explorava o proletariado, abusando do seu trabalho – tempo excessivo e paga escassa. A resposta atilada foi a greve – sem trabalho não haveria produção nem lucro.
Agora que o mercado domina os consumidores esperava um apelo a uma resposta tão inteligente quanto aquela - uma greve ao consumo.
Se na greve de operários estes também sofriam, o consumidor que não consuma (o supérfluo e o fútil) só tem a ganhar; poupa para o que der e vier (uma reserva para as emergências) e viverá de forma muito mais atilada – o que o Estado Social também agradece.
E ainda por cima, obriga o mercado a focar-se no essencial e deixa aos netos um mundo muito mais sadio.

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